Ademir L. Xavier Jr.

>    Experiências de quase-morte: considerações sobre explicações convencionais recentes

Artigos, teses e publicações

Ademir L. Xavier Jr.
>    Experiências de quase-morte: considerações sobre explicações convencionais recentes

 


 


Uma proposta nos chegou para divulgar experiências mais recentes de EQM (ou "experiências de quase-morte", em ingle NDE ou "near death experiences"). De fato, posts sobre essas experiências são um pouco antigos aqui (um deles já tem 10 anos...[1]). Desde então, o que mudou? Ao longo do tempo, muitas outras experiências foram relatadas. Os leitores poderão acessar, por exemplo, os sites da International Association for Near-Death Studies (IANDS e sua revista especializada Journal of Near-Death Studies) ou da Near-Death Experience Research Foundation (NDERF). Esses locais na rede dedicam-se ao acúmulo e estudo de relatórios de experiências de quase-morte de uma maneira sistemática.

De forma mais específica, de 2012 até 2022, o que a comunidade acadêmica disse a respeito do assunto? Por "comunidade acadêmica" entendemos aqueles que não comungam das mesmas explicações de alguns dos investigadores pioneiros do assunto, como é o caso de R. Moody, S. Parnia [3], ou o Dr. Bruce Greyson [4]. Esses pesquisadores têm sido em parte responsáveis pela divulgação desses eventos na grande mídia. Eles chamam atenção para o caráter anômalo dos reportes de EQM; ao fato de que elas "sugerem" continuidade da vida após a morte.

Um debate tem se estabelecido naturalmente entre os adeptos da explicação "sobrevivencialista" (de que as experiências informam sobre uma realidade maior além da vida) e os que negam qualquer coisa nesse sentido. Exemplos de opiniões nessa última direção podem ser lidos em [2], [2b], [5], [6] e [7]. Isso é plenamente compreensível porque não existe uma teoria completa sobre a consciência, que é considerada um subproduto da atividade do cérebro. De acordo com essa visão acadêmica majoritária, as EQMs seriam apenas reações normais de um cérebro em perigo de vida, algo como as reações de "tanatose" dos insetos.

O problema da falta e uma teoria da consciência

Problemas começam com as definições apropriadas de "morte cerebral". Essa definição é fundamental para se entender o fenômeno, uma vez todos que reportaram a experiência sobreviveram. Ou seja, o cérebro não estava "morto" de fato, não obstante a parada cardíaca.

Para se ter uma ideia da confusão reinante, devemos considerar trabalhos extensivos de mapeamento de regiões cerebrais e sua associação com funções cognitivas fundamentais. Diz-se que tais funções são "geradas" ou "processadas" em regiões super específicas do cérebro. Isso não é diferente de dizer que a causa para as operações do pensamento está no tecido neural dessas regiões. Essa explicação, porém, é abalada pelo conceito de "plasticidade cerebral" nos casos de pacientes com lesões sérias em determinadas parte do cérebro, mas sem qualquer impacto em seu comportamento cognitivo. Essa plasticidade é definida como a "capacidade do cérebro de alterar sua estrutura e função" [8]. Ora, diante disso, o que de fato, gera as funções cognitivas? Ao invés de regiões e tecidos específicos, a explicação envolve reconhecer que o cérebro em seu conjunto é a própria origem, o que torna o mapeamento inócuo de um ponto de vista fundamental. Toma-se o próprio fenômeno como a causa.

A identificação mais profunda da causa é ainda obscurecida pela "complexidade" das conexões entre os bilhões e bilhões de neurônios que formam o cérebro. Essa complexidade seria a própria causa, como parece ser a explicação vigente, sendo que a variedade, riqueza e multiplicidade das experiências conscientes é resultado de uma organização inacessível na escala microscópica. Oculto na complexidade qualquer explicação é possível e talvez indique um problema na metodologia de pesquisa dos fenômenos de EQM.

Essas dificuldades metodológicas são evidentes diante de um dos primeiros monitoramentos aparentemente completos da atividade cerebral durante um episódio de óbito. Como descrito em [9], ele foi realizado apenas em 2022. Há claras dificuldades operacionais e éticas, como conseguir autorização da família para realizar estudos científico em um parente querido com quadro clínico constatado como irreversível.

Opinião convencional vigente

A referência [2b] resume o estado de ânimo reinante nos defensores das explicações convencionais. A autora pondera:

Aceito a realidade dessas experiências intensamente vivenciadas. Elas são tão autênticas quanto qualquer outra percepção ou sentimento subjetivo. Como cientista, entretanto, opero sob a hipótese de que todos os nossos pensamentos, memórias, percepções e experiências são consequências inevitáveis de causas naturais em nosso cérebro ao invés de experiências sobrenaturais. Essa premissa serve muito bem a ciência e suas criações tecnológicas ao longo dos últimos séculos. A menos que existam evidências objetivas, convincentes e extraordinárias ao contrário, não vejo razão para abandonar esse pressuposto.

Há claramente um problema de percepção das causas aqui. A sobrevivência é considerada uma "experiência sobrenatural" sem se especificar o que isso significa: seria uma quebra da ordem natural completamente desnecessária na teoria da sobrevivência? De resto, é evidente que todas as experiências de EQM são filtradas pelo cérebro, tal como o são as experiências cognitivas normais. Não obstante isso, a essas últimas é conferido o caráter de "realidade" que existe independende da "recriação" cerebral. Mas não há nada nas explicações neurológicas convencionais que explique como isso é possível. Tanto faz, neurologicamente falando se "o cérebro vê uma lâmpada externa acesa" ou "imagina ver uma lâmpada" (as mesmas regiões do cérebro são usadas na percepçao e na imaginação de algo).

Desprovido de qualquer referência de informação da realidade externa, a explicação convencional é resumida por esta passagem em [2]:

Sem surpresa, muitos consideram as EQMs como evidências de vida após a morte, do céu ou da existência de deus. As descrições de deixar o corpo ou de uma bem-aventurada união com o universal parecem ter origem em crenças religiosas sobre almas deixando o corpo na morte e subindo em direação a um céu das bem-aventuranças. Mas, essas experiências são compartilhadas entre uma ampla gama de culturas e religiões de forma que não é improvável que elas sejam reflexo de expectativas religiosas específicas. Ao invés disso, esse caráter comum sugere que as EQMs se originam de algo mais fundamental do que expectativs religiosas e culturais. Talvez as EQM reflitam mudanças em como o cérebro funciona quando nos aproximamos da morte.

Em suma: a regularidade e uniformidade de relatos é atribuido a uma "crença religiosa generalizada", que tem como causa nada além de ocorrências comuns no cérebro. A universalidade da experiência tem como origem a universalidade da bioquímica do que ocorre no cérebro moribundo.

A extraordinariedade, objetividade e convencimento das EQM devem ser buscadas no caráter de "realidade externa" independente que alguns relatos demonstram e que é um mistério para as explicações convencionais.

 

A ligação entre EQMs e a realidade externa

Assim, é bastante claro que, se as EQM permanecerem como "experiências vividas e significativas" para quem as experimenta, elas permanecerão também indistinguíveis de estados fantasiosos "normais". Esse caráter significativo e impactante é irrelevante para a explicação convencional da mente como produto do cérebro. Qualquer coisas que se imagine, se vivencie será sempre uma experiência privada e, portanto, uma fantasia produzida pelos neurônios cerebrais.

Mas, será apenas isso o que as EQMs relatam? O interesse contemporâneio de neurocientistas pelos casos de EQM passam muitas vezes longe de relatos anteriores na literatura especializada de EQMs verídicas [10]. Por esse nome se designam EQMs em que os pacientes descrevem coisas no mundo externo que seria impossível a eles descrever no estado e na posição de seus corpos no momento da experiência. Existem inúmeros casos reportados e um deles já foi descrito aqui [10b]. Porém, uma peculiaridade do meio de pesquisa simplesmente considera tais casos como "pura ficção".

Em um trabalho recente [11], Stripp considera que os relatos de EQM verídicas são desprezados intencionalmente pela comunidade acadêmica conforme o "viés reducionista" dominante. Sobre as "falácias ontológicas e epistemológicas" associadas a NDEs, Stripp pondera corretamente [12]:

Tais declarações são baseadas em suposições ontológicas materialistas. Essas são suposições para as quais os autores não conseguem mencionar nem discutir, dando origem a um falácia de pensamento circular: uma vez que tudo está na biologia, as EQMs tem um objetivo biológico. Não estou a argumentar contra esses aspectos comuns em todos os humanos, mas sugiro que tais aspectos podem não resultar integralmente dos componentes biológicos do corpo humano. Simplesmente não conhecemos tudo o que nos mantem coesos. Além disso, objetividade pura é, em muitos cenários, impossível, considerando que sempre haverá alguma subjetividade e decisões humanas em toda pesquisa. Essa subjetividade introduz um viés que deve ser criticamente avaliado. Mesmo os axiomas mais comuns da ciência são construções humanas e devem ser considerados como tal.

Em outras palavras: quando evidências verídicas são fornecidas, os relatos não são considerados suficientemente "objetivos" para merecerem "crédito acadêmico", sob uma suposta exigência de objetividade. Mas isso é imcompatível com a natureza do fenômeno estudado.

Essa falta de consideração é cuidadosamente selecionada para que apenas os relatos que se adequam à visão materialista vigente façam sentido. Muitas abordagens convencionais acabam, portanto, apenas se dedicando aos aspectos do fenômeno que podem ser aparentemente explicados justamente por aquilo que pesquisadores acreditam desde o início. Por exemplo: reduzir NDEs a experiências semelhantes a "alucinações provocadas por drogas" é uma das estratégias de desconstrução da rica fenomenologia dos relatos [12]. Alguns pesquisadores [13] têm denunciado essa postura que não pode ser considerada científica.

No nosso entendimento, esse estado de coisa é lamentável como postura "científica", mas perfeitamente compreensível. Não será possível promover uma revolução na maneira de pensar da academia sem estudos sistemáticos sejam conduzidos com os fenômenos de EQM. Aliás, sobre isso, o que será mais "extraordinário" realizar é a completa mudança de mentalidade a respeito do assunto. Por serem fatos que devem ser "colhidas de passagem" (como diria Kardec), será muito difícil estabelecer qualquer tipo de controle rigoroso na sua frequência, ocorrência e avaliação. Seria o mesmo que querer validar em laboratórios fenômenos esporádicos que somente ocorrem na Natureza em grande escala. Entretanto, as EQM fornecem e sempre fornecerão evidências bastante convincentes da realidade da continuidade da vida a despeito das tentativas de acomodá-la a concepções preconcebidas.

 

Referências

[1] Reflexões sobre o contexto de experiências de quase-morte: artigo de Michael Nahm (2011). https://eradoespirito.blogspot.com/2012/11/reflexoes-sobre-o-contexto-de.html

[2] R. Martone (2019). "New Clues Found in Understanding Near-Death Experiences".https://www.scientificamerican.com/article/new-clues-found-in-understanding-near-death-experiences/

[2b] C. Koch (2020). What Near-Death Experiences Reveal about the Brain. https://www.scientificamerican.com/article/what-near-death-experiences-reveal-about-the-brain/

[3] Livro III - O Que Acontece Quando Morremos (Dr. Sam Parnia).
https://eradoespirito.blogspot.com/2011/11/livro-iii-o-que-acontece-quando.html

[4] Near-Death Experiences (NDEs).
https://med.virginia.edu/perceptual-studies/our-research/near-death-experiences-ndes/

[5] Evrard, R., Pratte, E., & Rabeyron, T. (2022). Sawing the branch of near-death experience research: A critical analysis of Parnia et al.’s paper. Annals of the New York Academy of Sciences.

[6] Hannah Flynn (2022). When are we really dead? New study sheds light. https://www.medicalnewstoday.com/articles/when-are-we-really-dead-new-study-sheds-light

[7] Martial, C., Gosseries, O., Cassol, H., & Kondziella, D. (2022). Studying death and near-death experiences requires neuroscientific expertise. Annals of the New York Academy of Sciences. https://orbi.uliege.be/bitstream/2268/293819/1/comment%20on%20parnia%20et%20al_final.pdf

[8] Kolb, B., & Whishaw, I. Q. (1998). Brain plasticity and behavior. Annual review of psychology, 49(1), 43-64.

[9] Vicente, R., Rizzuto, M., Sarica, C., Yamamoto, K., Sadr, M., Khajuria, T., ... & Zemmar, A. (2022). Enhanced interplay of neuronal coherence and coupling in the dying human brain. Frontiers in aging neuroscience, 80.

[10] Ring, K., & Lawrence, M. (1993). Further evidence for veridical perception during near-death experiences. Journal of Near-Death Studies, 11(4), 223-229.
https://www.researchgate.net/profile/Madelaine-Lawrence/publication/226754118_Further_evidence_for_veridical_perception_during_near-death_experiences/links/0fcfd513923c05c0e5000000/Further-evidence-for-veridical-perception-during-near-death-experiences.pdf

[10b] Experimentum crucis: EQMs em pessoas cegas. https://eradoespirito.blogspot.com/2013/04/experimentum-crucis-eqms-em-pessoas.html

[11] Stripp, T. K. (2022). Near-death experiences and the importance of transparency in subjectivity, ontology and epistemology. Brain Communications, 4(1), fcab304.

[12] Van Lommel, P. (2011). Near-death experiences: the experience of the self as real and not as an illusion. Annals of the New York Academy of Sciences, 1234(1), 19-28.

[13] Moreira-Almeida, A., Costa, M. D. A., & Coelho, H. S. (2022). Cultural Barriers to a Fair Examination of the Available Evidence for Survival. In Science of Life After Death (pp. 73-77). Springer, Cham.

 

Fonte: https://eradoespirito.blogspot.com/2022/09/experiencias-de-quase-morte.html

 




Visitem o blog do autor:  Era do Espírito
- http://eradoespirito.blogspot.com.br


Leiam também de Ademir Xavier:

>   Algumas Considerações Oportunas Sobre a Relação Espiritismo-Ciência

>   Anomalias possíveis na psicologia de pacientes transplantados
>   Cartas Psicografadas - Pragmática e intenção em psicografias de Chico Xavier
>   O Cérebro e a Mente (uma conexão espiritual)
>   A colaboração Schubert-Rosemary Brown
>   Comentários a um trabalho recente sobre psicografias
>   Como se deve entender a relação entre o Espiritismo e a Ciência - Fundamentos
>   Considerações sobre a ideias de verdade e controvérsias em torno dos ensinos dos espíritos
>   Considerações sobre as ideias de verdade e controvérsias em torno dos ensinos dos Espíritos
     - versão revisada

>   O conspiracionismo chega ao movimento espírita: a escalada de grupos dogmáticos
>   Crenças Céticas I - Introdução
>   Crenças Céticas II - Fundamentos do Ceticismo
>   Crenças Céticas III - Ceticismo dogmático
>   Crenças Céticas IV Onde está fundamentada a autoridade da Ciência?
>   Crenças Céticas V - O caso Galileu e a fraude do movimento da Terra
>   Crenças Céticas VI - Noções populares de Ciência
>   Crenças Céticas VII - A vida além da vida e a necessidade de uma nova Ciência
>   Crenças Céticas VIII - Alfred Wegener e a fraude dos continentes flutuantes
>   Crenças Céticas IX - Como refutar qualquer coisa que você não gostar
>   Crenças Céticas X - Positivismo lógico e indutivismo: as duas bases do ceticismo dogmático
>   Crenças Céticas XI - A avestruz cética e o peru indutivista
>   Crenças Céticas XII - Tomando carona no ceticismo: Críticas ao 'Espiritismo' em Ateus.net
>   Crenças Céticas XIII: 'O Porvir e o Nada'
>   Crenças Céticas XIV - "Afirmações extraordinárias requerem evidências extraordinárias."
>   Crenças Céticas XV - Máquinas que pensam ?
>   Crenças Céticas XVI - O ceticismo dogmático como charlatanismo intelectual
>   Crenças Céticas XVII - Teoria das evidências fotográficas e de outros tipos
>   Crenças Céticas XVIII - O que o ceticismo dogmático produz de útil?
>   Crenças Céticas XIX - Como refutar qualquer coisa
>   Crenças Céticas XX - Como refutar qualquer coisa
>   Crenças Céticas XXI: Será que o homem pousou na Lua?
>   Crenças Céticas XXII - Pequeno manual de falácias não formais com exemplos do ceticismo (1)
>   Crenças Céticas XXIII - Pequeno manual de falácias não formais com exemplos do ceticismo (2)
>   Crenças Céticas XXIV - Pequeno manual de falácias não formais com exemplos do ceticismo (3)
>   Crenças Céticas XXV - Comentários à argumentação cética de um grande estudo em NDE
>   Crenças Céticas XXVI - Pequeno manual de falácias não formais com exemplos do ceticismo (4)  
>   Crenças Céticas XXVII - A Navalha de Ockham (e comentários sobre super-psi)
>   Crenças Céticas XIX: casos modernos e seus paralelos
>   Descrição da morte (por A. Jackson Davis)
>   Descrição de um acidente aéreo por um espírito
>   Doze obstáculos ao estudo científico da sobrevivência e à compreensão da realidade do Espírito
>   A Doutrina Espírita e as chamadas Ciências Ordinárias
>   As duas opções (por Michael Prescott)
>   Estudo de "O Livro dos Espíritos": flagelos destruidores (Cap. VI)
>   Experiências de quase-morte: considerações sobre explicações convencionais recentes
>   A Evolução de Deus
>   Fenomenologia das Visões do Leito de Morte: em direção a um consenso sobre a sobrevivência da alma
>   O fenômeno das vozes eletrônicas
>   Fenômenos de efeitos físicos produzidos por Minnie Harrison
>   Finalistas do Concurso Bigelow sobre provas da Imortalidade
>   Fogo Selvagem, Alma Domada
>   Gêmeos que se lembram de vidas anteriores
>   A informação na Estruturação Inteligente do Universo
>   Katsugoro e outros casos de reencarnação no Japão
>   Mais sobre super-psi
>   A mediunidade de Eugênia von der Leyen
>   Mediumship and art: Psychic Painting
>   Mediumship and art: Florêncio Anton psychic paintings
>   Mudança de personalidades em transplantados cardíacos
>   Muitos mundos, muitas vidas: uma heresia que se torna realidade
>   A natureza do argumento espírita
>   On possible changes in the air state during TK: a theoretical framework for future investigations
>   Paisagem de Marte (sobre a visita a Marte em "Cartas de uma Morta")
>   Paradigmas e Ciência Espírita
>   O prisma de James: uma metáfora para entender a fonte verdadeira da consciência humana
>   O problema da interpretação das mensagens espíritas: as paisagens de Marte por M. J. de Deus na psicografia de F. C. Xavier
>   Problemas metodológicos na pesquisa da reencarnação: o caso Ruprecht Schulz
>   O Que a Genética e a Astrologia tem em Comum?
>   A questão da encarnação em diferentes mundos: um novo tipo de matéria?
>   A razão das antipatias que sofremos na Terra
>   Reflexões sobre o contexto de experiências de quase-morte: artigo de Michael Nahm (2011)
>   A resposta ao Paradoxo de Fermi
>   Ritos e Doutrina Espírita
>   S. José de Cupertino e a mediunidade de efeitos físicos
>   Sobre a existência dos Espíritos: diferença entre percepção e observação
>   Sobre a faculdade de cura (mediunidade curadora)
>   Sobre a faculdade de cura - II - Modelo simplificado para a relação espírito-corpo
>   Sobre a mente inconsciente e sua perspectiva espírita
>   Sobre a política na gerência e a gerência na política
>   Sobre OVNIS, ETs e o Espiritismo
>   Sobre teorias fenomenológicas e construtivas
>   SRT - Tese do Dr. Palmer sobre desobsessão baseado no trabalho de Frederic William Henry Myers
>   Usos e maus usos da palavra 'energia' entre espiritualistas
>   Uma interpretação espírita para o inconsciente
>   Uma tradução comentada de "Como a Parapsicologia poderia se tornar uma ciência" de P. Churchland
>   Vendo o invisível
>   Os vivos e os mortos na sociedade medieval
>   William Bengston e a pesquisa de curas por imposição das mãos (passes de cura)

Ademir Xavier & Alexandre Fontes da Fonseca - Carlos Iglesia - moderador
>   Um diálogo fraterno sobre Ciência & Espiritismo


topo