O Jornal de Estudos Espíritas
(JEE) publicou o artigo "Magnetismo ou Espiritismo? Parte II:
Reflexões em torno da palavra magnetismo no movimento espírita"
de autoria de Alexandre Fontes da Fonseca.
O artigo é parte de um trabalho
apresentado no o 13o Encontro Nacional da Liga de Pesquisadores
do Espiritismo (LIHPE) ou 13o ENLIHPE, ocorrido nos dias 26 e 27
de agosto de 2017, em São Paulo, com apoio da USE e CCDPE.
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O artigo complementa um estudo
anterior de reflexão sobre o uso da palavra "magnetismo"
no meio espírita. Em vista da clareza de exposição,
respeito para com pensamentos divergentes, e valorização
da Doutrina Espírita, embora polêmico, concordamos
com a publicação desse trabalho, em suas partes
I e II. No presente artigo, o Autor analisa diversas questões
que surgem quando se questiona uma palavra que foi usada por
Kardec nas obras da Codificação. Dois aspectos
do presente estudo que, em particular, são de bastante
interesse aos Leitores espíritas são os seguintes.
Primeiro, o Autor lembra que a proposta de se evitar o uso de
determinadas palavras que estão presentes nas obras de
Kardec já existe e é
realizada por muitos companheiros
e formadores de opinião no movimento espírita.
O segundo aspecto interessante é a análise de
uma afirmativa de Kardec de que o Magnetismo e o Espiritismo
seriam ciências "irmãs gêmeas".
O Autor mostra através de palavras do próprio
Kardec, que não é bem assim, que Kardec quis dizer
outra coisa diferente do entendimento que se tem ao pé
da letra.
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Resumo:
Na parte I deste estudo [JEE 6, 010204 (2018)],
propusemos uma reflexão a respeito do uso da palavra magnetismo
pelo movimento espírita. Propusemos que se evite o uso desse
termo em razão da Ciência não reconhecer mais
o conceito de magnetismo animal como proposto por Mesmer,
e porque o Espiritismo prescinde desse termo em suas explicações
dos fenômenos espíritas.
Aqui, complementamos as reflexões realizadas na parte I analisando
algumas questões que essa proposta suscita. Lembramos que
o movimento espírita brasileiro já fez isso
de propor que se evite o uso de determinadas palavras presentes
nas obras da codificação cujos significados, na atualidade,
não representam a mensagem do Espiritismo. Mostramos, com
base em comentários do próprio Kardec, que o Espiritismo
não é, de fato, uma ciência irmã
gêmea do Magnetismo. Essas e outras questões são
analisadas de modo a esclarecer o Leitor da importância desta
reflexão para a valorização da Doutrina Espírita.
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