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Resumo:
Centros de força, ou centros
vitais, seriam estruturas fluídicas do perispírito,
vinculadas a determinados plexos no corpo físico, com funções
específicas envolvendo assimilação de fluidos
e controle sobre o corpo físico, com repercussão no
equilíbrio do Espírito. Elas seriam responsáveis
pela ligação do corpo com a mente, recepção
dos estímulos do Espírito, sustentação
do sistema nervoso, alimentação das células,
absorção de fluidos, percepções da alma,
etc. Embora o conceito de centros de força seja baseado em
conceitos esotéricos milenares, o movimento espírita
os acolheu sem nunca apresentar uma análise doutrinária
dos mesmos.
Aqui, apresentamos a primeira análise doutrinária
crítica das definições de centros de força
contidas em algumas obras de André Luiz. Não apenas
verificamos que essas estruturas não fazem parte dos ensinamentos
da Doutrina Espírita, mas também mostramos que suas
propriedades e funções estão em completo desacordo
com o que o Espiritismo ensina sobre as propriedades e funções
dos fluidos e do perispírito. Algumas hipóteses baseadas
em algumas citações de Kardec são também
analisadas e mostradas não serem coerentes com o Espiritismo.
Concluímos que o conceito de centros de força não
é coerente com a Doutrina Espírita.
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