Alexandre Fontes da Fonseca

>    Os mecanismos do auxílio a Espíritos sofredores através do diálogo fraterno - Parte II: o papel dos médiuns

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Alexandre Fontes da Fonseca
>   Os mecanismos do auxílio a Espíritos sofredores através do diálogo fraterno
- Parte II: o papel dos médiuns

 

 

No número artigo anterior publicado na revista digital Dirigente Espírita, apresentamos uma descrição dos mecanismos do auxílio a Espíritos sofredores através do diálogo fraterno em reuniões mediúnicas (RMs), segundo a Doutrina Espírita (DE) (DA FONSECA, 2022a). Aqui, vamos comentar sobre o papel dos médiuns no diálogo fraterno com esses Espíritos. Definições e perfis de Espíritos sofredores são dados na obra O céu e o inferno (KARDEC, 2000).

Pra lembrar, em resumo, foi mostrado na parte I desse estudo que, segundo KARDEC (2021), i) os fluidos são “impregnados das qualidades boas ou más dos pensamentos que os fazem vibrar” e ii) a natureza do perispírito, que é “uma condensação desses fluidos em torno de um foco de inteligência”, é determinada pelo “grau de adiantamento moral do Espírito”. A principal mensagem da parte I foi que o que modifica um Espírito não é a ajuda externa, fluídica, que recebe, mas sim, a mudança dos seus pensamentos para o bem, para o perdão, para a paz e o amor. Citamos o item 81 do capítulo XXVIII de O Evangelho segundo o Espiritismo, onde Kardec apresenta as condições para o sucesso de um diálogo com um Espírito endurecido (aliás, ele repete isso no item 46 do capítulo XIV de A gênese (GE)). Uma dessas condições é a autoridade moral, já que as palavras e pensamentos emanados pelo dialogador devem modificar o fluido universal ao seu redor com qualidade moral real. A segunda condição é usar de “instruções habilmente dirigidas” ao Espírito para “fazer nascer nele o arrependimento e o desejo do bem”. A importância disso é que o arrependimento e o desejo do bem, quando nascidos de modo sincero no íntimo do Espírito sofredor, faz com que ele mesmo modifique para melhor a qualidade dos seus fluidos.

E o médium durante um diálogo desses? Deve permanecer passivo? Ou o médium tem algum papel, igualmente importante, durante o diálogo? Em outras palavras, pode o médium atrapalhar ou prejudicar um diálogo com um Espírito sofredor? Ou, pelo contrário, pode o médium, durante o diálogo com Espírito sofredor, ajudar ainda mais o dialogador a “fazer nascer nele o arrependimento e o desejo do bem”? A resposta é sim para as três últimas questões. Vejamos como isso pode dar-se com base na DE.

Para entender o papel do médium, vamos rever alguns itens dos mecanismos da mediunidade segundo Kardec (DA FONSECA, 2020). Além dos itens i) e ii) acima citados, fazem parte dos mecanismos da mediunidade os seguintes pontos: iii) os Espíritos se comunicam com os encarnados (médiuns) através da irradiação e percepção dos seus pensamentos (ver item 225 de O livro dos médiuns (LM)); iv) Os perispíritos de ambos, desencarnado e médium, servem de transmissão ao pensamento, como o fio elétrico transmite um sinal elétrico (item 455 de O livro dos Espíritos (LE)); v) é necessária combinação entre os fluidos do médium e do desencarnado (item 51 e questões XIII e XIV do item 74 do LM, questão 6, item 223 do LM, cap. XIV da GE); e vi) Os Espíritos tem mais facilidade para se comunicar com médiuns cujo perispírito possui afinidade com o perispírito do desencarnado (item 225 do LM).

Durante o transe mediúnico, os fluidos do médium e do desencarnado comunicante estão combinados de uma tal forma que ao mesmo tempo que o médium percebe e sente os pensamentos e sentimentos do Espírito comunicante, este é capaz de sentir os pensamentos e sentimentos do médium. É nesse último detalhe que se encontra o papel do médium na eficácia do auxílio através do diálogo com um Espírito sofredor. Isso pois o Espírito, além de refletir nos conselhos que recebe do dialogador, também sentirá pensamentos e sentimentos do próprio médium, seja os que o médium é habituado a cultuar no seu dia a dia, seja o que o médium pensa sobre o que o Espírito diz ou o dialogador lhe aconselha. Analisemos esse processo com exemplos.

Suponha um Espírito sofredor que tenha desencarnado em um evento traumático e doloroso como um afogamento ou um incêndio. Espíritos que sofrem situações como essas, registram em sua memória as sensações horrendas da dor, aflição e desespero pelos quais passaram. O(a) médium, no momento em que consegue combinar seus fluidos com os do Espírito, vai começar a sentir, em grau maior ou menor, essas lembranças, a sensação de dor, de desespero e aflição que o Espírito rememora pelo trauma que passou. Se o(a) médium se esquecer que, na verdade, está num recinto do centro espírita, seguro(a), em uma RM amparado(a) por colaboradores da tarefa mediúnica encarnados e desencarnados, e se apegar a essas sensações com intensidade, a ponto de pensar que está vivendo a aflição vivida pelo Espírito, ele(a) também se desesperará e se desequilibrará. Nesse momento, o(a) médium invigilante reforçará negativamente a situação do Espírito que, por estar fluidicamente ligado ao(à) médium, irá pensar que tem alguém próximo também em apuros e irá se desesperar ainda mais. Ao invés de um necessitado, teremos dois seres necessitando de ajuda e apaziguamento. Porém, se o médium consegue se concentrar e firmar o pensamento de que está bem, de que está amparado por amigos encarnados e desencarnados, e que sabe, pelo estudo doutrinário e de como os bons Espíritos agem, que o Espírito não mais está no ambiente onde ocorreu o evento doloroso, que o socorro a ele(a) já está presente, o Espírito, por estar ligado fluidicamente ao médium, captará esse pensamento e sentimento, mesmo que de modo sutil e inconsciente, e se tornará mais apto a perceber essa ajuda, de forma mais rápida do que ocorreria se dependesse apenas das afirmações e conselhos do dialogador.

A mesma lógica doutrinária se aplica a situações distintas pelas quais o Espírito sofredor pode estar passando como medo, dores, preconceitos, perseguições de outros Espíritos, etc. O sentimento de segurança que o médium equilibrado e cônscio do seu papel com base na DE tem e mantém, são mensagens sutis ao pensamento do Espírito sofredor. Quando o dialogador, por exemplo, afirma que tem uma equipe de irmãos médicos ou enfermeiros que irão cuidar de suas dores, o pensamento de certeza do amparo espiritual do(a) médium se somam ao caráter acolhedor da palavra do dialogador e chegam até o Espírito como dois (ao invés de um) bálsamo fluídico de auxílio. Imaginem o contrário: o médium temeroso do que está sentindo e inseguro quanto ao amparo espiritual. O dialogador poderá falar com bastante fé, mas haverá um pensamento contrário, produzindo um fluido com qualidades contrárias, sendo transmitido ao Espírito ao mesmo tempo das palavras do dialogador.

No caso particular de um diálogo com um Espírito endurecido ou obsessor, o papel do(a) médium também é muito importante. Se o(a) médium for uma pessoa que se esforça por sua transformação moral, isso estará em seu âmago e pensamentos até mesmo inconscientes que valorizam a transformação para o bem serão repassados ao Espírito. Por mais que este último não reconheça (não queira, dar o braço a torcer como se diz na gíria), a DE garante que o Espírito receberá do(a) médium e dialogador os fluidos com as qualidades boas que ambos puderem produzir. Alie-se a isso a qualidade e habilidade das instruções que o dialogador experiente conseguir apresentar a Espíritos como esses, e o trabalho de auxílio terá grandes chances de êxito. Imagine, por outro lado, se o(a) médium não estiver tão esforçado assim na prática do bem. É possível acontecer do(a) médium até mesmo concordar ou se comprazer com determinado tipo de pensamento ou sentimento de um Espírito endurecido. Em geral, Espíritos assim são muito inteligentes e alguns deles até nos conhecem por nos acompanharem no dia a dia. Eles podem usar de palavras e sentimentos que podem despertar em nós reações mais ou menos dignas. Por isso, a vigilância é muito importante, a sinceridade de propósitos combinada com o conhecimento doutrinário e esforço na vivência dos princípios morais do Evangelho, tornarão médiuns e dialogadores mais aptos e capazes de fazer nascer no coração de um Espírito assim, bons pensamentos e sentimentos de esperança para o futuro.

Espíritos sofredores e desequilibrados podem sentir vontade de adotar posturas, gestos e palavras menos dignos ou que coloquem a integridade do médium e demais participantes em perigo. Assim, médiuns que habitualmente vigiam seus pensamentos, posturas, gestos e palavras, para sempre externarem de si a forma mais equilibrada de expressão, naturalmente terão condições de bloquear esses excessos da parte de um Espírito sofredor. A sensação que o médium deve ter é similar a que temos quando alguém nos pede para dizer um palavrão ou fazer um ato ou gesto que temos pudor em realizar. Simplesmente, recusamos por não nos comprazermos com tais gestos. Porém, se o médium não for tão vigilante assim; se costumeiramente dá vazão a alguns gestos de raiva, de palavrório impróprio, se se compraz com alguns tipos de excessos na postura ou no consumo, se ainda não consegue superar fraquezas morais diante de certas pessoas ou situações, podem ter enorme dificuldade em coibir esses mesmos excessos quando oriundos da mente enfermiça de Espíritos sofredores. Nesses aspectos, uma dúvida pode surgir. Pergunta-se como pode haver mediunidade se ela requer afinidade e afinidade significa semelhança de gostos e pensamentos. Não temos espaço para desenvolver aqui esse assunto, mas citamos o estudo
de DA FONSECA (2022b) que propôs uma explicação para isso baseada na semelhança de alguns gostos e pensamentos apenas, para permitir que um médium de moral elevada possa dar comunicação a um Espírito mais endurecido.

Outra forma do médium ajudar ou atrapalhar um diálogo é quando ele(a) no simpatiza com a pessoa do dialogador. Nesses casos, o sentimento do médium pode influenciar positivamente, reforçando e apoiando em pensamento e sentimentos o que o dialogador se esforça em aconselhar o Espírito; ou o médium pode prejudicar completamente o diálogo gerando pensamentos e fluidos contrários à tentativa fraterna do dialogador.

Pode acontecer do(a) médium ter ideais e questionamentos próprios sobre a vida, a morte, o trabalho, a felicidade, a própria DE etc. Assim, durante uma dada comunicação, o(a) médium pode se sensibilizar com pensamentos ou falas do Espírito ou dialogador que conflitam com seus próprios questionamentos. A forma do(a) médium trabalhar essa situação em benefício do trabalho de auxílio ao Espírito, independente das divergências pessoais, é educar-se na caridade do respeito à liberdade de pensamento que a DE deixa claro que existe (questão 833 do LE). O(a) médium que se esforça por respeitar o pensamento do próximo, se previne de interferir negativamente quando sente pensamentos do Espírito ou mesmo do dialogador que diferem dos seus.

Por essas razões, o estudo da mediunidade com base em Kardec se faz imperioso a todos que realizam RMs (não apenas os médiuns). Em particular, médiuns conscientes dos mecanismos da mediunidade segundo a DE, estarão sempre mais aptos a socorrerem irmãos desencarnados em maior grau de sofrimento e desequilíbrio, por saberem de antemão o que está acontecendo e como podem ajudar através do próprio pensamento.

Os mecanismos da mediunidade, segundo Kardec, são simples e permitem entender a importância dos participantes de uma RM se esforçarem pela sua transformação moral (KARDEC, 1996a, ESE, item 4 do cap. XVII) e pela sua cada vez maior instrução (IDEM, item 5 do cap. VI). O esforço no bem melhora a qualidade dos nossos fluidos. O estudo nos mune com as ferramentas adequadas de ajuda ao próximo. Na próxima e última parte desta matéria, vamos analisar o papel dos chamados elementos ou colaboradores de sustentação
bem como os demais assistentes. Embora possa não parecer, eles também podem atuar ajudando ou prejudicando um diálogo de auxílio a Espíritos sofredores.

 

 

Bibliografia:


DA FONSECA, A. F. 2020. “Mecanismos da Mediunidade segundo o Espi ritismo”, Jornal de Estudos Espíritas 8, 010202. DOI: http://doi.org/10.22568/ jee.v8.artn.010202, acesso gratuito. Acessado em 18/12/2022.

DA FONSECA, A. F. 2022a. “Os mecanismos do auxílio a Espíritos sofredores através do diálogo fraterno – parte I”, revista
digital Dirigente Espírita 192, p. 18.

DA FONSECA, A. F. 2022b. “Ensaio teórico sobre afinidade no Espiritismo”, Jornal de Estudos Espíritas 10, 010201. DOI:
http://doi.org/10.22568/ jee.v10.artn.010201, acesso gratuito. Acessado em 18/12/2022.

KARDEC, A. 1995. O livro dos Espíritos. Editora FEB, 76ª Edição, Rio de Janeiro, RJ.

KARDEC, A. 1996a. O Evangelho segundo o Espiritismo, Editora FEB, 112ª Edição, Rio de Janeiro, RJ.

KARDEC, A. 1996b. O livro dos médiuns. Editora FEB, 62ª Edição, Rio de Janeiro, RJ.

KARDEC, A. 2000. O céu e o inferno, ou, a justiça divina segundo o Espiritismo. Editora FEB, 45ª Edição, Rio de Janeiro, RJ.

KARDEC, A. 2021. A gênese, os milagres e as predições segundo o Espiritismo. USE. Kindle Edition.



 

Alexandre Fontes da Fonseca é Físico, Mestre e Doutor pela Unicamp, pós-doutor pela USP, professor de Física da UNICAMP, membro do Liga de Pesquisadores do Espiritismo, Assessor de Ciência e Pesquisa Espírita da USE e fundador e responsá vel pelo Jornal de Estudos Espíritas

 




Fonte: https://usesp.org.br/wp-content/uploads/2023/01/DE193.pdf

 




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