
Pela primeira vez na China, "O Livro dos Espíritos",
uma luz para o mundo!
A China representa quase 20% da população mundial, mas
até agora nenhuma obra espírita havia sido versada para
o chinês. Há pouco mais de um ano teve inicio o projeto
de tradução das obras de Allan Kardec, culminando com
o lançamento de "O Livro dos Espíritos" na
língua de Confúcio.
Aliás, o primeiro Centro Espírita no Rio de Janeiro,
então capital do Império, chamava-se precisamente “Grupo
Confúcio”, desde 1874, do qual foi membro fundador o
Dr. Joaquim Carlos Travassos, primeiro tradutor de "O Livro dos
Espíritos" para o português. Deu origem, mais tarde,
à Federação Espírita Brasileira, em 1884.
O público chinês, além de gigantesco (mais de
1,4 bilhão de pessoas), representa sob vários aspectos
um encaixe natural para as ideias espíritas. As tradições
religiosas da China — o confucionismo, o budismo e o taoísmo
— são essencialmente reencarnacionistas. Há outras
coincidências muito interessantes também. Além
da noção de carma, lei de ação e reação,
existem várias outras similaridades. Há, por exemplo,
a questão do esquecimento das vidas pretéritas, algo
que, dentro da tradição chinesa, estaria a cargo da
deusa Mèng Pó (??).
Some-se a isso o crescimento do Cristianismo no Oriente. Na China,
especificamente, após ser virtualmente eliminado com a Revolução
Cultural nos anos 60, o Cristianismo ressurgiu com grande força,
contando hoje com mais adeptos do que o próprio partido comunista
chinês. Em dez ou quinze anos a China provavelmente será
o país com a maior população cristã do
planeta. Na China, a tradição reencarnacionista aliada
à emergente fé cristã faz do Espiritismo um caminho
natural para muitos chineses.
A versão em chinês de O Livro dos Espíritos já
pode ser encontrada em lojas virtuais como a Amazon.
Versado para o chinês (mandarim) por Wallace Gu, direto da nona
edição francesa.


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