Nesta bela manha de sábado,
16/06/2018, Divaldo Pereira Franco visitou o Recanto Waldir
Beira. Local encantador localizado dentro da Mansão do
Caminho, com mata Atlântica virgem, pássaros, macacos
sagui, gansos, carpas e outras espécies.

Amigos do Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Mato Grosso do
Sul e da Mansão do Caminho desfrutaram da presença
de Divaldo e do belo local.
Divaldo, aproveitando o momento,
solicitou a leitura do Evangelho Segundo o Espiritismo e ao
abri-lo, deparamo-nos com o Capitulo 15 - Fora da Caridade não
há Salvação.
Os amigos presentes, após a leitura, explanaram sobre
o tema levando-nos a profundas reflexões e proporcionando-nos
uma profunda Saudade do Mestre Jesus.
A necessidade de nos doarmos em vez de darmos coisas.
Logo após os breves comentário
dos amigo, Divaldo presenteou-nos com sua interpretação,
levando-nos as lágrimas.
A história do escritor Russo, Leon Tolstoi, “Visita
de Natal”.
Um aldeão russo, muito devoto, constantemente pedia nas
suas orações que Jesus viesse visitá-lo
na sua humilde choupana.
Na véspera do Natal sonhou que Jesus iria aparecer-lhe,
teve tanta certeza da visita que, mal acordou, levantou-se e
começou a pôr a casa em ordem para receber o hóspede
tão esperado.
Uma violenta tempestade de neve acontecia lá fora.
E o aldeão continuava
com os afazeres domésticos, cuidando também da
sopa de repolho, que era o seu prato predileto.
De vez em quando observava a estrada, sempre à espera…
Decorrido algum tempo, viu que alguém se aproximava caminhando
com dificuldade no meio da neve. Era um pobre senhor, mal vestido
e sujo, que próximo a sua porta tomba devido a fome.
Compadecido, saiu de casa e foi ao encontro dele. Levou-o para
a choupana, repartiu com ele a sopa de repolho. Só o
deixou ir embora depois de ver que já tinha forças
para continuar a jornada.
Olhando de novo através da vidraça, avistou uma
mulher na estrada coberta de neve. Foi buscá-la, e abrigou-a
na choupana. Fez com que se sentasse à lareira, deu-lhe
de comer, embrulhou-a na sua própria capa… Não
a deixou partir enquanto não readquiriu forças
suficientes para a caminhada.
A noite começava a cair…
E nada de Jesus!
Já quase sem esperanças, o aldeão foi novamente
à janela e viu a estrada coberta de neve. Visualizou
uma criança e percebeu que se encontrava perdida e quase
congelada pelo frio… Saiu, pegou na criança e levou-a
para a cabana. Deu-lhe de comer, e não demorou muito
para que a visse adormecida ao calor da lareira.
Cansado e desolado, o aldeão sentou-se e acabou por adormecer
junto ao fogo. De repente, viu um homem aproximando-se, Era
Jesus! Diante do pobre aldeão, envolto numa túnica.
O aldeão diz-lhe:
– Ah! Senhor! Esperei por Ti, o dia todo, e não
apareceste…
E Jesus respondeu-lhe:
– “Já por três vezes, hoje, visitei
a tua choupana: O homem humilde que socorreste, aqueceste e
deste de comer… Era Eu! A pobre mulher, a quem auxiliou
… Era Eu! A criança que salvaste da tempestade,
também era Eu…” “O Bem que a cada um
fizeste, a mim mesmo o fizeste!”.
“porque tive fome, e me
destes de comer; tive sede, e me destes de beber; era forasteiro,
e me acolhestes; estava nu, e me vestistes; adoeci, e me visitastes;
estava na prisão e fostes ver-me”. Matheus
25 : 35-36
Divaldo - finaliza: -
“A proposta desta caridade,
caridade da renúncia, caridade do amor a alguém,
caridade da esperança, e tornar o mundo menos trágico,
menos déspota, um mundo mais acessível... Um novo
mundo onde aspiramos novos ideais. Ideais mais belos, que nosso
riso será o riso de outros, a nossa lágrima será
a compaixão ao lado de outras lágrimas, porque
somos espíritos em um grande trânsito, a serviço
de Jesus”.
