21/04/2013
Por Redação Link
Pesquisadores da Universidade de Berkeley,
na Califórnia, desenvolveram tecnologia para autenticar um usuário
a partir das ondas cerebrais
Uma pesquisa divulgada pela Universidade de Berkeley, na Califórnia,
confirmou a possibilidade de autenticar um usuário em um sistema
a partir da leitura de ondas cerebrais. Em um futuro não muito
distante, segundo os pesquisadores, em vez de digitar, o usuário
precisará apenas pensar na sua senha para acessar alguma plataforma.
Neurosky Mindset possui um sensor que lê
as ondas cerebrais ao ser acoplado na testa do usuário.
O estudo liderado pelo professor John Chuang usou um aparelho chamado
Neurosky MindSet para ler o lobo frontal do cérebro. Similar
a um headset tradicional utilizado em telefones, o produto possui um
sensor que, ao ser colocado em contato com a testa de uma pessoa, lê
as ondas cerebrais do lobo frontal do cérebro.
Essa tecnologia é menos invasiva do que os eletrodos tradicionalmente
usados nos exames de eletroencefalograma e bastante similar a outros
aparelhos populares no mercado que já utilizam o sistema bluetooth
para se conectar a telefones e tocadores de MP3. Por isso, os pesquisadores
consideraram que a leitura de senhas pelo pensamento possa se popularizar
em um futuro próximo, já que a adoção de
um produto nesse formato tende a ser maior.
O Neurosky MinsSet já é vendido pela internet para entretenimento
para que o usuário controle o computador sem usar as mãos.
Uma outra versão com orelhas de gato permite que o usuário
mexa as orelhas pela força do pensamento. O que os cientistas
da Universidade de Berkeley fizeram foi testar a mesma tecnologia para
identificar senhas.
A segurança e a precisão do sistema também foram
testadas pelos cientistas. Para isso, eles pediram para os participantes
do estudo pensarem que estavam executando uma tarefa repetitiva. A chave
para o sucesso da autenticação pelo pensamento seria encontrar
uma tarefa que o usuário não se importe de repetir mentalmente
todos os dias – essa passaria a ser senha para acesso de sistemas.
A maioria dos participantes do estudo, por exemplo, disse achar difícil
pensar na prática de um esporte, incluindo o movimento muscular
exigido por esse tipo de atividade, todos os dias. Da mesma forma, consideraram
chato pensar diariamente em um movimento simples, como mexer um dedo
para cima e para baixo.
Os pensamentos favoritos dos participantes para serem usados como senha,
segundo o estudo, foram contar objetos de uma cor específica,
pensar que está cantando sua música favorita ou focar
na própria respiração.
Fonte:
http://blogs.estadao.com.br/link/sistema-identifica-senha-pela-leitura-do-pensamento
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