26/03/2013
Olá amigos.
É com muita alegria que venho informar o lançamento de
nossa obra Psicografia e Prova Judicial pela editora
jurídica Lex Magister.
O livro Psicografia e Prova Judicial é fruto de pesquisa que
resultou na defesa da dissertação de mestrado em “Teoria
do Direito e do Estado”, pelo Centro Universitário Eurípides
de Marília – Univem – e tem por escopo abrir reflexões
acerca da admissibilidade das mensagens psicografadas como prova no
processo.
A obra conta ainda com a psicografia que recebemos de Eurípedes
Barsanulfo incentivando o trabalho de pesquisa.
O link para adquirir a obra é:
http://www.multieditoras.com.br/produto.asp?id=1054&site=1
Pedimos, por favor, que nos auxilie na divulgação da obra.
Desde já muito obrigada.
Grande abraço,
Michele Ribeiro de Melo
SINOPSE
Ao trazer tão importante obra à luz do conhecimento público,
a autora nos brinda com reflexões e novidades sobre um campo
extremamente delicado, que é o Direito Constitucional. Sua obra
científica estrutura-se em saberes e documentos públicos
que tornam a leitura chamativa e intrigante, provocando o instinto da
pesquisa investigativa e esclarecedora, que permeia os melhores tratados
científicos. Indispensável ao operador do Direito moderno.

[...] A impugnação da tese de Michele Ribeiro de Melo
só poderia ser suficientemente sustentada – com base no
argumento habitual de que a psicografia, enquanto derivada da doutrina
espírita, não pode sustentar pretensões à
livre adesão racional – depois de ter-se demonstrado, por
razões necessárias e suficientes, que o espiritismo não
pode aspirar a qualquer estatuto de cientificidade, ou seja, que enquanto
corpo doutrinário, não satisfaz os requisitos e os padrões
característicos dos paradigmas científicos contemporâneos.
Antes da realização exitosa dessa tarefa, desqualificar
a possibilidade de argumentar teórica e praticamente a favor
da psicografia como meio legítimo de prova judicial não
é equivocado apenas do ponto de vista de questões de fato,
mas também por razões de direito. A partir dessa base,
Michele Ribeiro de Melo está legitimada a sustentar, exclusivamente
com apoio na força do melhor argumento – e isso tanto perante
aqueles que aceitam a doutrina espírita, quanto perante aqueles
que rejeitam – seu entendimento de que a psicografia é
uma prova documental válida no ordenamento jurídico brasileiro,
podendo ser submetida a todas as regras concernentes à prova
documental, inclusive a análise grafotécnica.
O leitor interessado em Direito, que também aprecia o valor
dos trabalhos de natureza interdisciplinar encontrará no presente
livro uma contribuição de grande relevância e atualidade
para o debate a respeito de questões fundamentais da ética
e da ciência jurídica, além de um exemplo notável
de salutar ousadia intelectual.
Oswaldo Giacoia Junior
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