Crianças Antigas - Aprendendo com a Mediunidade dos Filhos
26/11/2010
Lucila Barros realizou o lançamento do livro
CRIANÇAS ANTIGAS - Aprendendo com a Mediunidade dos Filhos, na
Saraiva do Shopping Paulista, no Dia 18 de novembro, às 19:00
horas.
Enorme fila com dezenas de pessoas surpreendeu a todos
na Livraria, onde foram vendidos centenas de exemplares do livro. Vejam
logo abaixo depoimento da autora sobre o seu lançamento.
- vejam mais abaixo, trecho do primeiro capítulo
e do segundo capítulo -
O livro pode ser encontrado na Livraria Cultura e na
Saraiva e é distribuído pela Catavento -http://www.cataventobr.com.br
Capítulo 1
Filhos velhos
Vivemos a época das contas maduras, porque atrasamos muito nossa
evolução espiritual. Apesar de
Jesus ter se preocupado em nos legar um roteiro claro para nossa elevação,
descuidamos da obrigação de nos amarmos uns aos outros.
Usamos nossa teimosia para persistir em erros repetidos ao longo de
séculos:
forjamos traições, inimizades, ou simples antipatias,
que se revelaram em condutas com diferentes graus de agressividade,
antítese do amor.
Para corrigir essas distorções, somos colocados diante
de nossos desafetos e a convivência íntima dentro da família
é instrumento precioso da lei divina para nos compelir ao exercício
do amor que devemos sentir por nosso semelhante e que, à distância,
não poderia ser exercido.
Durante o período de erraticidade, sofremos com maior clareza
as conseqüências de nosso modo de ser. Esse sofrimento nos
compele, mais cedo ou mais tarde,a tentar rever nossas ofensas contra
a lei de amor. Percebemos nossas falhas e desejamos a experiência
na carne, geralmente com a intenção de reconstruir nossas
histórias, em bases diferentes.
Reencarnamos sob a promessa de vir o inimigo do homem dentro de sua
própria casa, justamente porque é preciso fazer dele um
amigo.
Na maior parte das vezes, nossas relações com os espíritos
que se apresentam como nossos filhos na carne hoje remontam a um pretérito
muito distante, onde fomos pais, irmãos, amantes, cônjuges,
desafetos, algozes, vítimas, comparsas.
A relação entre nós e esses filhos, em sua feição
parental, não começa nem com o parto, nem com a
gestação; mas antes, na espiritualidade.
(...)
Nossos espíritos são velhos. Temos mais
de 40.000 anos de exercício da razão. Nossos filhos são
espíritos igualmente velhos. Todos podem se beneficiar muito
da lembrança dessa verdade simples. A relação familiar
se enriquece quando vivemos o dia-a-dia conscientes de que todos nós,
jovens e adultos, já tivemos acesso a todo tipo de vivência,
em encarnações anteriores. Essa vivência anterior
necessariamente nos habilita desde a mais tenra idade a compreender
qualquer situação atual, por mais difícil que ela
possa parecer. Muitas vezes, a dificuldade não está propriamente
na criança, mas na inabilidade do adulto de lidar com a situação,
nascida em sua crença na falta de recursos da criança.
Ao contrário, filhos muito pequenos podem nos surpreender no
entendimento com que tratam questões como a separação
de um casal, a falência do provedor da casa, a morte (quer que
ela se apresente como a perda considerada natural de um avô já
velho, quer na brutalidade da morte repentina de um irmão igualmente
criança ou de uma mãe jovem).
É uma afronta tratar espíritos antigos com tatibitate:
“Vamos papar”, “Vamos nanar”, “vamos dandar”
ou, simplesmente: “olha o avião”, como subterfúgio
para distrair a criança de um interesse que tenha causado desconforto
ao adulto. Até mesmo o bebê, traz a memória do velho.
(...)
Capítulo 2
Anunciações
Tenho três filhos: André, do primeiro casamento, e Pedro
e Laura, do segundo, que hoje estão com 17, 13 e 10 anos. Cada
um foi anunciado a seu modo antes da concepção, de acordo
com o jeito de ser que precede esta existência e dentro dos limites
da minha sensibilidade, que oscilou através dos anos.
* Abaixo algumas fotos do lançamento citado acima
*