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O Espiritismo brasileiro no final do século XIX
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28/03/2010
ESPIRITISMO BRASILEIRO NO FINAL DO SÉCULO
XIX

Como era a prática espírita brasileira
no final do século XIX? O que se escrevia na imprensa? Além
de Bezerra de Menezes, quem foram os atores da construção
do movimento que este ano deverá contar com a declaração
de mais de 3 milhões de pessoas no Brasil?
Com esta intenção Eduardo Carvalho Monteiro vasculhou
seu arquivo e pesquisou documentos, escreveu para o Exército
Brasileiro, levantou fontes. O resultado é um livro biográfico,
acrescido de artigos e poesias escritas por Ewerton Quadros, que nos
vão permitindo compreender melhor a época e os interesses
dos bandeirantes espíritas do Brasil.
Segue abaixo a transcrição de um dos casos de mediunidade
narrado no Reformador de 1888.
"O sr. Manoel Leite Raposo, que há pouco começou
a estudar o Espiritismo, possui as mediunidades de vidência e
psicografia, mas, pela novidade, acredita sempre que tudo o que obtém
vem de si mesmo e não de um ser invisível. Ultimamente,
porém, em uma sessão, obteve ele uma longa comunicação
escrita, na qual o Espírito descrevia com todas as particularidades
a sua última vida terrena, cheia de lutas, de desfalecimentos
e quedas, terminando pela assinatura do nome que tivera.
Tinha o médium acabado de ler o trabalho que obtivera sem falar
na assinatura, quando um dos presentes disse em voz alta:
- Eu conheço uma senhora falecida há poucos anos, com
que se deu tudo isso; parece que quiseram escrever a sua história.
Chamava-se M.
Era exatamente o mesmo nome que assinava o trabalho e que pertencera
a uma pessoa em que nunca o médium ouvira falar."
(MONTEIRO, Eduardo Carvalho. Marechal Ewerton
Quadros: Primeiro Presidente da Federação Espírita
Brasileira. Capivari-SP: CCDPE e EME, 2006.
Fonte: Espiritismo Comentado
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