20/07/2009
Júlio César Roriz é Psicólogo
Clínico e passou por uma intrigante experiência de ser
"operado por um bisturi invisível". O Professor Luiz
Carlos Formiga nos enviou uma reportagem que escreveu sobre o caso e
o texto do próprio Júlio César Roriz sobre o acontecido,
o qual iremos reproduzir.
Efeito Inteligente
Luiz Carlos D. Formiga
O fenômeno mediúnico possui o poder
de despertar curiosidades
Sem pretender ser extenso e profundo “Efeito Inteligente”
é útil aos que se iniciam neste estudo. Vamos ver alguns
recortes para avaliar nosso interesse.
O médico Arthur Conan Doyle, criador da série
Sherlock Holmes, escreveu o livro A História do Espiritismo.
Nele diz que os homens de ciência se dividem em três classes:
1) os que absolutamente não examinaram o assunto
– o que não os impede de pronunciar opiniões muito
violentas;
2) os que sabem que a coisa é verdadeira, mas temem confessá-lo;
e, finalmente,
3) a brilhante minoria dos que sabem que é verdade e não
temem proclamá-lo.
Como se percebe, o Espiritismo, a despeito de ter surgido
através do método científico, é alvo da
postura discriminatória. Na origem do preconceito estão
menos os argumentos religiosos (filosóficos) e mais os de interesses
políticos.
Os espíritos na realidade são as almas
dos seres humanos que já deixaram a Terra, por isso é
que lidamos com mentes caprichosas, que não estão à
nossa disposição na hora que melhor nos convier. No entanto,
pesquisadores que se submeteram à observação criteriosa,
disciplinada e principalmente sem intenções subalternas,
ficaram diante de fenômenos inusitados. Fatos que se repetiram
tantas vezes quantas as necessárias para recolher dados estatísticos
ao máximo.
Alguns até que gostariam de pegar um espírito na ponta
de uma pinça ou observá-lo num microscópio.
Disse Bezerra de Menezes: "Um espírito claro
e aberto para a apreensão da Ciência é um supremo
bem que Deus confia a certos homens, afim de que eles o empreguem em
favor dos mais pobres e humildes".
O observador comanda as pesquisas físico-químicas até
onde as energias podem ser controladas. No campo das ciências
sócio-morais o cientista faz colheita de dados. Estão
na mesma classe a Psicologia, a História, o Direito, a Sociologia...
O objeto dessas Ciências é o animal racional, a criatura
divina, no uso do livre-arbítrio.
Na Ciência da mediunidade há dois socius:
o encarnado e o desencarnado, agindo e reagindo, racionalmente. O médium
e o Espírito se interpenetram para o efeito da ação
conjunta. O melhor então é controlar, observar, registrar,
analisar, sintetizar e avaliar para na conclusão chegar o mais
próximo que se possa da realidade.
O pesquisador deve estar ciente de que ele será
um dos elementos da pesquisa. Não haverá condições
para uma “neutralidade axiológica” absoluta, como
nas “ciências exatas”. Fator que faz diferença
é o que diz respeito à conduta moral do investigador.
Nas ciências exatas o estado moral do cientista aparentemente
não tem a menor interferência no andamento da experiência,
mas aqui não se pode dizer o mesmo.
Se o leitor desejar examinar o texto completo basta
acessar as páginas nos endereços que se segue.
http://www.forumespirita.net/fe/index.php/topic,15503.0.html
Certa vez o nosso Chico Xavier contou que dois espíritos,
amigos na Terra, se encontraram depois da “prova final”.
Um estava em razoáveis condições no plano espiritual,
mas o outro em sofrimento.
No encontro a surpresa foi maior, quando o ex-amigo
irritado lhe disse que ele era um dos culpados, pela sua desfavorável
situação. Sem entender perguntou: “mas, por que
eu?”
E, ouviu estupefato: - “por que você sabia
da existência da Doutrina Espírita e não me disse
nada”.
Isso vocês não poderão me dizer!
Nem ao Júlio César que enviou aos seus amigos a fotografia
da sua cicatriz (fotografia anexa) que surgiu após a incisão
cirúrgica, feita com bisturi invisível. Júlio tem
um grande coração e um coração de “boi”.
FOTO DA CICATRIZ DA OPERAÇÃO ESPIRITUAL
FEITA À LUZ SEM INSTRUMENTOS
VISÍVEIS NA MÃO DO MÉDIUM CHICO MONTEIRO.
JULIO CESAR DE SÁ RORIZ
– FOTO TIRADA NO DIA DA CIRURGIA (JUNHO 2009)
– DOENÇA DE CORAÇÃO CONSIDERADA INCURÁVEL.
(Leia abaixo "Notícias da Cirurgia Espiritual
que me submeti" com outras fotos )
Procuramos saber sobre o médium não espírita
e encontramos a tese de Mestrado de Inácio Manuel Neves Frade
Cruz, “Voador: hibridizações
e sincretismos na terapia espiritual de Chico Monteiro.”
Não fora e-mail que recebi do psicólogo
Júlio Cezar não a teria procurado, pois meu interesse
no momento está deslocado para outras áreas de atuação.
A tese é da área da Teologia e foi defendida em 2008.
Vou colocar o endereço para os que desejarem examiná-la
com mais profundidade (**).
Em meados da década de oitenta do século passado, o médium
Chico Monteiro iniciava um trabalho feito com materialização
de instrumentos cirúrgicos e tratamento com vibração
das mãos. Inaugurava-se o processo de cura com a entidade espiritual,
Doutor Adolfo Fritz, através de Monteiro e sua equipe. Essa terapêutica
está inserida em um processo amplo de tratamento espiritual comumente
verificável no campo religioso brasileiro. O estudo de Cruz teve
como propósito realizar reflexão sobre a atualidade do
Espiritismo, que o autor chamou “Kardecista”, das possibilidades
de apropriações/resignificações na tessitura
social, com base na observação da experiência de
vida do paranormal.
Abro parêntesis para uma observação
que parece importante e pertinente, a que o próprio médium
não se diz espírita e não esta preocupado em agradar
ao movimento espírita brasileiro, o que não nos impede
de verificar “no laboratório de pesquisa” a existência
ou não do fenômeno mediúnico e a eventual cura obtida
pelos pacientes. Seria interessante explicar de que forma o “placebo”
é capaz de produzir uma ferida incisa cicatrizada, uma vez que
se utiliza na técnica, um bisturi invisível. Não
tenho interesse pessoal em realizar a investigação, mas
gostaria que meus colegas das Ciências Biomédicas, criassem
as hipóteses explicativas para o fenômeno, não afastando
a velha hipótese da fraude, mas incluindo a hipótese do
absurdo.
A tese de mestrado partiu de uma noção
de experiência que não se encerra no modelo dicotômico
que contrapõe sujeito e objeto, considerando assim o corpo como
condição de nossa inserção no mundo. O pesquisador
diz acreditar estar diante de um processo de reestruturação
de pactos entre indivíduos e pertenças que altera a vivência
dos próprios indivíduos, ao contrário de uma espécie
de retorno à cultura de origem.
Relata que sua pesquisa fecha o foco em uma possível
nova conformação terapêutico-religiosa a partir
do Espiritismo, algo que faz conviver o ideário de Allan Kardec
com seres extraterrestres. Em suma, um espiritismo à lá
Chico Monteiro.
Sabemos que o fenômeno mediúnico não
é propriedade exclusiva do Espiritismo e por isso a Academia
já possui fortes razões para investigar o fenômeno,
que até hoje foi magistralmente estudado pelo professor que usou
o pseudônimo de Allan Kardec, em o Livro dos Médiuns.
(*) Sobre o autor –
Luiz Carlos Formiga aposentou-se em 1996 pela Faculdade de Ciências
Médicas da UERJ. Sua “última” contribuição
foi publicada em 2004. – “Patterns of adherence to HEp-2
cells and actin polimerisation by toxigenic Corynebacterium diphtheriae
strains. Microbial Pathogenesis, Grã Bretanha, v. 36, p. 125-130,
2004.” Hoje se dedica ao estudo das Ciências Jurídicas,
tendo feito em 2007 uma comunicação com o título:
“Prudência, Diligência e Perícia no Laboratório
de Bacteriologia Clínica“. Veja em: http://www.univercidade.edu/uc/pesqcient/pdf/2007/amb_bacteria.pdf
(**) http://74.125.47.132/search?q=cache:aFw4vmU7Cm4J:www.qprocura.com.br/dp/83272/voador:-hibridizacoes-e-sincretismos-na-terapia-espiritual-de-Chico-Monteiro.html+%22chico+monteiro%22&cd=1&hl=pt-BR&ct=clnk&gl=br
Notícias da Cirurgia
Espiritual que me submeti
Julio Cesar de Sá Roriz (*)
(Domínio público.)
Sábado passado fui convidado por uma amiga para
me submeter a uma cirurgia mediúnica com o Espírito Dr
Fritz que está operando através de um médium que
eu não conhecia (Sr. Chico Monteiro). Venho aqui contar como
foi a cirurgia espiritual e mostrar as fotos das marcas que ficaram
no meu corpo, em anexo.
Como sabem, nasci com um problema congênito no
coração que ficou assintomático durante toda a
minha vida (mas, todas as radiografias mostravam e os radiologisas registravam,
no entanto, não sei porquê, os médicos cardiologistas
não liam ou não ligavam): trata-se de um mal que denominamos
usualmente de "coração grande" e que é
uma cardiopatia grave, como me disse meu cardiologista. No mês
que fiz 60 anos, aconteceu uma crise muito grande no meu coração
e, daí em diante, passei a tomar 6 comprimidos por dia, com prescrição
médica rigorosa para não pegar peso ou fazer exercícios.
Os efeitos colateriais são terríveis, mas segui as prescrições
médicas e restringi tudo que pudesse ser excesso em termos de
esforços, inclusive o volume de palestras doutrinárias
anuais que fazia no Brasil e até no exterior. Apesar dos remédios,
o cansaço estava comigo sempre, onde eu fosse ou me esforçando
(é melhor dizer que ultimamente já estava arrastando-me).
Ainda assim tentei levar adiante a minha expiação sem
reclamar muito.
Lá fui eu. Quatro horas de viagem para a pequena
e simpática cidade de Rio Novo, MG. Dois ônibus e um táxi
e lá cheguei no acolhedor galpão apinhado de gente necessitada.
Tudo muito bem organizado, todos sentados. Os trabalhadores voluntários
muito gentis. Dentro do galpão existe uma espécie de CTI
ou coisa parecida, onde ocorrem as cirurgias mediúnicas. Lá
dentro um ambiente espiritual muito bom, luzes azuis clarinhas e umas
80 macas, tendo em cada uma 3 pacientes sentados. Aqui e ali cadeiras
de rodas, macas com pessoas aleijadas ou doentes graves. Apresentaram-me
um médico, muito simpático, que me levou para ver, de
perto, as cirurgias. Impressionante. O médium é um senhor
relativamente jovem e sua esposa é sua auxiliar sempre muito
presente em tudo o que requer organização, receitas etc.
Vale lembrar que as inscrições são feitas via internet
e tudo vai para as mãos da esposa do médium que mantém
ao seu redor uma grande equipe de colaboradores. O médium, sempre
acompanhado do médico que me ciceroniava, passou por mim, olhou-me
visivelmente mediunizado. "Este é orador e escritor espírita
e também dirigente de uma Casa Espírita no Rio" -
disse-lhe o médico, apresentando-me. Ele me cumprimentou e, imediatamente,
foi cirurgiar os doentes. Se duravam 3 minutos era muito, cada cirurgia.
O médium se postava na frente do paciente e alguém entregava-lhe
um papel com toda descrição da doença e os remédios
que o paciente estava tomando. O médium lê, fecha os olhos
e começa a agir cirurgicamente, com gestos de “cortar"
e de "costurar" tipo "agulha e linha" muito rápidos
e vigorosos. Depois que vi bastante todas as expressões de surpresa
dos pacientes, chegou minha vez. Ele pediu que eu tirasse a camisa.
Olhou fixadamente para meu peito na altura do coração,
fixou a mão esquerda no meu peito e fez um gesto que parecia
cortar de cima para baixo. Só que não havia qualquer instrumento
visível em sua mão e, como nos outros casos, ele cortou
e costurou meu coração por dentro do meu peito. É
estranho, mas vou tentar descrever o que senti: é algo muito
dolorido porque a sensação é de corte com bisturi
amoladíssimo; depois vêm as agulhadas no peito e as amarrações
como se estivesse amarrando meu coração com fios invisíveis.
Depois pegou meu braço e aplicou uma injeção na
veia sem que houvesse qualquer seringa em suas mãos. Senti a
picada vigorosa no braço e o gosto na boca. Aquele médico
com quem conversei estava ao lado do médium, sempre acompanhando
tudo. Ele perguntou: "Dr Fritz, o que o senhor está fazendo?"
Ele falou para o médico: "Estou amarrando o coração
dele para ele não mais se dilatar". O médico contrapôs:
"Mas, doutor, assim amarrado o coração dele vai poder
bombear?”. Dr Fritz respondeu: "Agora o coração
vai poder bombear muito melhor! Fazemos 1200 cirurgia por dia e entre
essas faço 100 deste tipo". Dr Fritz olhou para mim e disse:
"você vai sentir uns apertos no coração, mas
não vá ficar preocupado, pois é assim mesmo".
E ante de ir para o próximo paciente ainda me disse: "Seu
amigo Raniere está aqui (Espírito desencarnado) e lhe
manda um abraço!" (Raniere foi escritor e biógrafo
de Chico Xavier; espírita muito atuante, por quem sempre tive
grande afeição e admiração pela labuta espírita
que empreendeu quando estava aqui na Terra). Voltei para o Rio no mesmo
dia e quando cheguei em casa, ao mudar de roupa, minha mulher se assutou
com a grande cicatriz vermelha, vertical, estampada no meu peito e uma
marca vermelha de "perfuração" no meu braço
(1). Os locais estavam sangrando muito pouco e estavam muito doloridos,
muito sensíveis. Nos dias seguintes senti os tais apertos no
coração (parece que tem uma mão de ferro apertando)
e não mais senti qualquer cansaço, até este momento
em que estou escrevendo. Parece que a minha vida está voltando
ao normal. Dr Fritz pediu para eu voltar mês que vem. Então,
depois, eu conto como foi o curativo...
Que seja assim...
Julio Cesar de Sá Roriz
(*) Júlio César Roriz é Psicólogo
Clínico e Consultor de Empresas. Fundador do Instituto Espírita
Tarefeiros do Bem (IETB), e concedeu Entrevista publicada na Revista
Cultura Espírita. ICEB - Instituto de Cultura Espírita
do Brasil, Rio de Janeiro, Ano I - nº. 03 junho de 2009.
(1) Fotos das cicatrizes

Peito
Braço
COMPLEMENTO
Como complemento a este texto o professor Formiga nos
indicou algumas respostas que forneceu a um grupo de universitários
que as dirigiu na época ao Núcleo Espírita Universitário
Fundão da Universidade Federal do Rio de Janeiro.
O professor selecionou especialmente duas perguntas
relacionadas ao tema do texto acima:
Pergunta de um universitário:
EXISTEM AS CHAMADAS CURAS ESPIRITUAIS? SE
EXISTEM, PODEM SER AVALIADAS CIENTIFICAMENTE?
EMPREGANDO O VERBO ACREDITAR NO SENTIDO DE - TER
COMO VERDADEIRO - RELEMBRAMOS QUE A CIÊNCIA É FEITA COM
O USO AUTOCONSCIENTE DE NOSSAS FACULDADES MENTAIS, MAS O HOMEM NÃO
POSSUI UMA MEDIDA ABSOLUTA DA VERDADE, DAÍ SUA RELATIVIDADE.
O CIENTISTA NO SÉCULO VINTE PERDEU A SEGURANÇA QUE TINHA
NO PASSADO, QUANDO SURGIU A PRIMEIRA UNIVERSIDADE PARA SER LOCAL DE
CULTIVO DA CIÊNCIA NÃO RELIGIOSA. RELIGIÃO COMPREENDIDA
NO CONTEXTO DOGMÁTICO E HIERÁRQUICO DE LIDES MEDIEVAIS.
HOJE, NO ENTANTO, SUAS PRÓPRIAS CERTEZAS CIENTÍFICAS FORAM
SUBSTITUÍDAS POR PROBABILIDADES.
A CIÊNCIA É UM CONJUNTO DE DECLARAÇÕES OU
AFIRMAÇÕES QUE SÃO ASSUMIDAS COMO VERDADES SOBRE
A REALIDADE. UMA PROVA EM TERMOS CIENTÍFICOS, SIGNIFICA O PROCESSO
GLOBAL ATRAVÉS DO QUAL CONCLUÍMOS QUE UMA AFIRMAÇÃO
É MAIS ACEITÁVEL DO QUE UMA NEGAÇÃO. NO
ENTANTO, MUITAS PESSOAS NÃO ESTÃO DISPOSTAS A EXECUTAR
ESSE TRABALHO E FAZEM SEUS JULGAMENTOS DE FORMA PRECIPITADA E LEVIANA,
MESMO ANTES DE EXAMINAR OS FATOS COM PROFUNDIDADE. OS ESPÍRITOS
TÊM OFERECIDO DIVERSAS EVIDÊNCIAS SUGESTIVAS DE SUAS HABILIDADES
ATRAVÉS DE SEUS INSTRUMENTOS MEDIÚNICOS.
A PSICOGRAFIA DE FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER JÁ ESTEVE DIANTE
DOS TRIBUNAIS EM MAIS DE UMA OPORTUNIDADE. POR VOLTA DE 1944, NO FORO
DO RIO DE JANEIRO FOI SUSCITADA UMA QUESTÃO DE DIREITOS AUTORAIS.
TRATAVA-SE DE ESCLARECER SE DETERMINADOS LIVROS PUBLICADOS PELA FEDERAÇÃO
ESPÍRITA BRASILEIRA, FORAM VERDADEIRAMENTE DITADOS PELO ESCRITOR
HUMBERTO DE CAMPOS AO MÉDIUM MINEIRO. SE FIRMADA POR SENTENÇA
A NEGATIVA HAVERIA SANÇÃO PENAL CONTRA A EDITORA, MAS
SE POSITIVA OCORRERIA INDENIZAÇÃO POR PERDAS E DANOS,
O ÔNUS DA RÉ.
AO TÉRMINO DO PETITÓRIO O MERITÍSSIMO JUIZ DEU
GANHO DE CAUSA À FEDERAÇÃO ESPÍRITA, POR
IMPROCEDENTE A AÇÃO. "PETITÓRIO ILÍCITO
E JURIDICAMENTE IMPOSSÍVEL". A AÇÃO JUDICIAL
ESTÁ DESCRITA NO LIVRO "A PSICOGRAFIA ANTE OS TRIBUNAIS",
DE MIGUEL TIMPONI, ONDE ENCONTRAMOS TRÍPLICE ASPECTO: JURÍDICO,
CIENTÍFICO E LITERÁRIO.
RECENTEMENTE UM PROFESSOR UNIVERSITÁRIO ESPECIALIZADO, DR. CARLOS
AUGUSTO PERANDRÉA, FEZ UM ESTUDO GRAFOSCÓPICO DE MENSAGENS
PSICOGRAFADAS PELO MESMO MÉDIUM. O ESTUDO SE BASEIA NA ASSINATURA
DO ESPÍRITO, QUANDO ENCARNADO E, DEPOIS, VINDO DO OUTRO MUNDO
E ATUANDO ATRAVÉS DO MÉDIUM. É UM TRABALHO INÉDITO
EM TODO O MUNDO E APRESENTA METODOLOGIA CIENTÍFICA CAPAZ DE COMPROVAR
A AUTENTICIDADE DAS MANIFESTAÇÕES ESPIRITUAIS E SOBREVIVÊNCIA
DA ALMA APÓS A MORTE DO CORPO FÍSICO. APÓS ESTES
EXEMPLOS PERGUNTAMOS VOCÊ ACREDITA NAS PSICOGRAFIAS? O CONJUNTO
DE RESULTADOS OBTIDOS PELOS EXPERIMENTADORES SÉRIOS, COM DIVERSOS
MÉDIUNS EM TODAS AS PARTES DO GLOBO TERRESTRE, PERMITE CONCLUIR
QUE A NEGAÇÃO DA REALIDADE DO FENÔMENO É
UMA POSIÇÃO DIFÍCIL DE SER SUSTENTADA. PODEREMOS
INFERIR, POR OUTRO LADO, QUE SE OS ESPÍRITOS SÃO CAPAZES
DE FAZER PRODÍGIOS COM O LÁPIS, COMO O ESPÍRITO
HUMBERTO DE CAMPOS, OU COM O PINCEL, COMO ESPÍRITO RENOIR, ELES
CERTAMENTE SERÃO TAMBÉM CAPAZES DE OBTER BONS RESULTADOS
COM O BISTURI, PRINCIPALMENTE SE FOREM CIRURGIÕES DESENCARNADOS.
ESTAS CURAS PODEM SER AVALIADAS CIENTIFICAMENTE?
LEMBRANDO O PROFESSOR ROTBERG, DE SÃO PAULO,
ACHAMOS QUE UMA METODOLOGIA PARA AVALIAÇÃO DE CURAS POR
ENTIDADES ESPIRITUAIS PASSA POR UM PLANO DE TRABALHO COM INÚMERAS
EXIGÊNCIAS, QUE SÓ PODERIAM SER CUMPRIDAS SE EXISTISSE,
POR PARTE DA INSTITUIÇÃO DE PESQUISA UNIVERSITÁRIA,
A OPÇÃO POLÍTICA PELA INVESTIGAÇÃO.
NO ENTANTO, A SUA NEGAÇÃO PURA E SIMPLES EQUIVALE HOJE
A UMA CONFISSÃO DE IGNORÂNCIA.
vejam a página do Esclarecendo Dúvidas
:
http://www.espirito.org.br/portal/artigos/neurj/esclarecendo-duvidas.html
(esta página não está mais online)
>>> clique aqui para ver a lista completa
de notícias
>>>
clique aqui para voltar a página inicial do site
topo