Espiritualidade e Sociedade





Cintya Santos

>   A Composição social dos Cristãos em 1 Coríntio

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Corinto era uma região de suma importância para “os cristianismos” do primeiro século. A posição estratégica da cidade, na ponta oeste do istmo que separava a Grécia central do Peloponeso no eixo norte-sul e o mar Jônico do Egeu no eixo leste-oeste, possibilitava, conforme Crossan (2007: 49), a fluidez de pessoas, idéias e expressões religiosas do leste para oeste e vice-versa, o que certamente contribuiu para a escolha de Corinto como um importante centro das atividades missionárias cristãs de Paulo.

Não é fácil determinar o status social dos habitantes da Corinto romana. Embora não haja relatos da presença de uma aristocracia proprietária de terras, a colônia teria atraído muitas pessoas para lá, e um bom número dos habitantes teria se tornado mercadores ricos que se aproveitaram da florescência da colônia romana (Fitzmyer, 2008: 37). Boa parte da população enriqueceu, tornando-se próspera e independente (Pausanias, apud Murphy-O’Connor, 2002: 13). Além dos romanos – em sua maioria, veteranos dispensados de serviço militar, que receberam como tarefa estimular a economia coríntia e promover a romanização no mundo grego –, a população contaria também com estrangeiros residentes, que teriam sido atraídos para esta cidade estrategicamente localizada. O influxo destes estrangeiros, consoante Fitzmyer (2008: 33), explicaria alguns dos traços que relacionam a Corinto romana ao Egito, à Síria, à Ásia Menor e ao resto do “mundo” mediterrânico oriental, à medida que se percebe em Corinto a combinação dessas culturas.

 

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Cintya dos Santos Callado é historiadora, doutoranda do Programa de Pós-graduação em Artes Visuais (PPGAV) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), possui mestrado pelo Programa de Pós-graduação em História Comparada (PPGHC) e graduação (bacharelado e licenciatura) em História pela mesma Universidade (2011 e 2008). Tem experiência na área de História com ênfase em História Antiga. Concluiu especialização em Cultura, História e Literatura Africanas pela Universidade Católica de Petrópolis (2009). Atualmente, é curadora do Núcleo de Pintura Estrangeira do Museu Nacional de Belas Artes, do Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM). Desenvolve pesquisa acerca das Exposições Gerais de Belas Artes e das Memórias de exposições e práticas curatoriais do MNBA e atende a pesquisadores interessados no acervo de pintura estrangeira. Atua como mediadora de História do Consórcio CEDERJ. Participa do grupo de Pesquisa "Entresséculos: mudanças e continuidades nas artes no Brasil nos séculos XIX e XX".

 

 

 

 

 



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