Jáder Sampaio

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Jáder Sampaio
>    A Visão do Jeus Históricode Reimarus ante o Jesus como Espírito superior de Allan Kardec

 


Novembro/2023

 

Assisti a uma conferência na UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) há muitos anos, na qual o prof. Chasin, de filosofia, afirmava que “a ontologia antecede a epistemologia”. Ontologia é a área da filosofia que estuda o ser. Epistemologia é a área da filosofia que estuda o conhecimento científico. Na época, eu não aceitava essa posição, mas esbarrei em uma discussão que me fez repensar a posição do professor em algumas circunstâncias.

No século 17, com a consolidação do chamado “velho racionalismo” na teologia alemã, um autor chamado Reimarus escreveu um livro sobre a vida de Jesus que gerou uma imensa polêmica. Como racionalista, Reimarus questionou a divindade de Jesus e a crença em narrativas sobrenaturais que se encontram na Bíblia e no Novo Testamento. As curas de Jesus, os milagres, as aparições espirituais, os anjos e demônios, tudo isso devia ser não mais que a interpretação feita pelos evangelistas de fatos naturais, fruto das crenças de sua época.

Albert Schweitzer afirmou que Reimarus foi um dos primeiros teólogos e defender uma visão de Jesus humano (a teologia ortodoxa da Igreja Católica o enxergava como ser divino) e a tentar interpretar as chamadas escrituras de forma a dar sentido ao que viram os apóstolos e, baseando-se nas crenças da época, como eles teriam interpretado o que “realmente aconteceu”. Então, Reimarus imagina o que teria acontecido, se Jesus fosse apenas um “profeta apocalíptico judaico”, pregando o Reino de Deus aos seus compatriotas. Isso ficou conhecido como o Jesus histórico.

A produção de Reimarus agregou um grupo de pensadores que aceitavam a existência de Deus, um Deus que teria criado as leis universais, mas colocaram em questão os evangelhos, que passaram a ser vistos como uma espécie de compreensão com base em uma visão distorcida de Jesus pelos apóstolos, um homem cujo pensamento se ajustava às crenças apocalípticas de sua época e que nada teria a ensinar aos homens do século 17. Estamos diante do que seria a religião natural e o deísmo, que se tornariam comuns entre os pensadores europeus. Uma religião sem influência da Igreja e dos protestantes, que não deveriam orientar os homens modernos.

O entendimento de Chasin explica o que aconteceu na teologia de Reimarus. Em vez de fazer pesquisas históricas, como nos dias de hoje, baseadas em documentos existentes, descobertas arqueológicas, conhecimentos de época e no conhecimento das sociedades e culturas judaica, romana, grega e outras que conformam o caldo de culturas onde o cristianismo nasceu, Reimarus começa seu trabalho questionando as escrituras e a visão vigente de Jesus, adotando uma posição naturalista e tentando acomodar os textos evangélicos à sua cosmovisão. A visão de um “profeta apocalíptico judeu”, supostamente baseado em uma história da cultura e da sociedade, não é decorrente de uma pesquisa histórica, mas uma visão ontológica de Jesus, que vai, de alguma forma, orientar a interpretação dos documentos cristãos e a seleção das evidências históricas, dos documentos e dos artefatos arqueológicos.

Schweitzer percebe com clareza que Reimarus e diversos autores que seguiram a ideia de um Jesus histórico, imaginaram narrativas que considerassem como um erro de compreensão ou percepção dos apóstolos o que era visto como sobrenatural, porque, afinal, o sobrenatural não existe. O que era visto como sobrenatural era apenas um artifício dos apóstolos para que Jesus fosse visto como messias ou profeta pelos seus contemporâneos. Uma das explicações bastante calcadas na imaginação é a que explica, por exemplo, o aparecimento de Jesus após a morte. Ele não teria morrido na cruz, mas estava aparentemente morto. Foi levado ao sepulcro e recuperou os sentidos, aparecendo depois aos discípulos, o que explicaria o toque nas mãos de Tomé. Após mostrar-se a diversos personagens do Novo Testamento, ele se foi para um lugar desconhecido, onde viveu o resto da vida. Não há documento, lenda ou artefato que indique que Jesus não houvesse morrido, nem que tivesse abandonado seus discípulos e mudado para um lugar desconhecido. É pura imaginação de Reimarus em busca de um sentido que explicasse Jesus como um personagem de sua época, um homem vulgar e, portanto, alguém que nada tem a ensinar aos homens cujos conhecimentos progrediram. A visão de Jesus antecedeu o emprego das informações históricas das quais Reimarus lançou mão.

Allan Kardec estudou os ensinos de Jesus, usando uma versão chamada de “Bíblia de Port Royal”, que é uma tradução da Vulgata para o francês feita pelos irmãos Antoine Le Maistre e Louis-Isaaac Lemaistre de Sacy. O “Nouveau Testament de Mons” foi publicado em 1667 e gerou uma enorme polêmica nesta época, mas se tornou um dos mais lidos na França.

Além da leitura e interpretação, usando da razão e do “bom senso” como guias, Kardec empregou também comunicações dadas pelos Espíritos em sua época, e as descobertas do espiritismo nos seus estudos sobre Jesus. Ele não via Jesus como Deus, mas como um Espírito superior, que ensinava uma moral digna de ser usada como referência quase dois milênios depois da época vivida por seu autor.

Sua análise se dá em acordo com os conhecimentos espíritas que desenvolveu e organizou. Ele abandona muitos dogmas cristãos, e dá explicações de base espírita para assuntos polêmicos como os milagres (A gênese, os milagres e as predições segundo o espiritismo) e as predições. Como as ideias espíritas fossem fruto direto das observações de fenômenos espirituais e decorrentes de um diálogo com os Espíritos, ele as considera boas para a explicação de passagens de sentido obscuro ou que seriam vistas como falsas narrativas por muitos colegas filósofos de sua época.

Os milagres, por exemplo, são vistos por Kardec como fenômenos espirituais semelhantes aos que ele observou no século 19 e não narrativas sobrenaturais. Ele explica em “A gênese” que a ciência de sua época não podia se gabar de conhecer todas as leis naturais, que havia leis desconhecidas, como as que explicariam os fenômenos espirituais que ele estudava. Nem todas as narrativas evangélicas de milagres poderiam ser explicadas com esse recurso, mas o que pudesse ser explicado, faria parte da natureza, de uma natureza espiritual, sendo estudada, naquele momento, pelo espiritismo.

Ele não é contrário aos estudos históricos e os recomenda para uma compreensão mais correta dos Evangelhos. Na introdução de O evangelho segundo o espiritismo ele trata de aspectos históricos e remete seu leitor a esse tipo de estudo. Ele também analisa o trabalho de Ernest Renan na Revista Espírita, com base em críticas e contribuições. Vale a pena o espírita observar nesses textos a forma racional com que ele trata o livro que havia sido recém-publicado.

No livro O evangelho segundo o espiritismo, Kardec valoriza a moral cristã. Por moral cristã, ele não entende uma submissão cega a tudo o que se acha prescrito nos diferentes livros da Bíblia, mas uma forma de viver na qual princípios cristãos, como a fraternidade entre as pessoas, a caridade moral e material, e diversas outras, se tornem uma espécie de imperativo ético capaz de ser compreendido a partir da razão, e de critério para o autoconhecimento. Sua análise é sempre contextualizada em sua época e busca a razão como instrumento. Ele considera “cristãos-espíritas” ou “verdadeiros espíritas”, aqueles que usam o espiritismo como uma forma de se transformarem-se moralmente, ou seja, vão além do espiritismo como uma teoria racional e empírica de explicação de fenômenos espirituais.

Jesus, então, é “modelo e mestre” da humanidade, como é publicado em O livro dos espíritos, mas Kardec não advoga uma exclusividade do pensamento cristão e uma intolerância contra outras tradições religiosas. Pelo contrário, ele propõe respeito a outras doutrinas religiosas, e, no início das suas publicações, pensa em uma comunidade espírita composta de membros de diversas religiões. Uma forma de entender essa proposta racionalmente, repousa em uma identificação de pontos éticos fundamentais comuns entre as várias religiões, o que vem sendo desenvolvido por autores contemporâneos.

Para concluir, é observável, principalmente nas redes sociais, pessoas que se identificam como espíritas e que fazem uma espécie de proselitismo do Jesus histórico. Vimos que por detrás do Jesus histórico, há diversas teorias de base para a história, inclusive materialistas, céticas, baseadas em princípios até contraditórios com o espiritismo. Li um dos autores que definiu Jesus como um “profeta apocalíptico” no meio judaico. Essa forma de concepção reduz Jesus e sua mensagem a um mero personagem de época. Não haveria nem genialidade no que ele diz a seus conterrâneos, porque magister dixit que ele precisa ser reduzido à sua época e contexto. Outro diz que as ideologias que foram desenvolvidas a partir de seus ensinos formaram uma superestrutura que escraviza o trabalho. Outra afirma que Jesus quase conseguiu formar uma sociedade igualitária, mas foi ingênuo, não propondo o controle dos meios de produção, apenas a divisão do excedente. Outras concepções querem encontrar uma comunidade de onde ele tenha ido beber seus conhecimentos, aprender, então, vendo alguma similitude dos ensinos cristãos com o modo de vida essênio, já concluem apressadamente que talvez Jesus tenha sido essênio, o que explica tudo o que ele ensinou. Mais uma versão do Jesus histórico, embora muito minoritária, é a de que ele nem existiu, é um mito, que não temos evidências suficientes que assegurem sua existência histórica, e o autor constrói sua narrativa analisando de forma cética as diversas evidências e registros históricos da existência de Jesus, visando a criar dúvida sobre os ensinos cristãos. Esse tipo de compreensão é fundamental, antes que um leitor desavisado adote as explicações “por serem científicas”, portanto, reais, e saia por aí reescrevendo ou colocando à larga o pensamento de Kardec. Esse projeto é uma espécie de descaracterização do pensamento espírita e de seus fundamentos. Essa expressão que associa o adjetivo científico à conclusão de realidade faz parte de uma posição que filósofos denominaram como “realismo ingênuo”.

Como se pode ver, os historiadores começam seu trabalho de narrativas diferentes, de visões de homem e cosmovisões também influenciadas por teorias, como os antigos padres cristãos. Se vamos conversar entre nós sobre quem é o Cristo, saibamos quais são as visões de Jesus dos autores que lemos, antes de fazer uma justaposição com pontos de vista espíritas com ideias contraditórias.

 

 

 

Fontes Bibliográficas:


Kardec, Allan. O livro dos espíritos. 1ª ed. Comemorativa. Rio de Janeiro, FEB, 2006. [Tradução de Evan
dro Noleto Bezerra].

Kardec, Allan. O evangelho segundo o espiritismo. 131ª ed. (Histórica) Brasília: FEB, 2013. [Tradução de Guillon Ribeiro].

Kardec, Allan. A gênese, os milagres e as predições segundo o espiritismo. 16ª ed. Rio de Janeiro: FEB, 1973.

Schweitzer, A. The quest of the historical Jesus ([edition unavailable]). Amazon Books. Retrieved from
Kindle, 2014. (Original work published 2014).


 

Fonte: https://usesp.org.br/wp-content/uploads/2023/12/reDE-198-novembro-dezembro-2023.pdf
revista digital Dirigente Espírita
edição 198
novembro/dezembro 2023




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