ERLENDUR H ARALDSSON
Universidade da Islândia
Faculdade de Psicologia
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RESUMO
Contexto:
Há crianças que alegam ter memórias de uma vida
passada. Se essas supostas memórias puderem ser verificadas,
elas poderão ser bastante relevantes para a questão
da relação mente-cérebro. Elas poderão
indicar que a memória não está apenas armazenada
no cérebro e que a mente pode existir sem um cérebro
e ainda assim reter algumas de suas memórias. Essas possibilidades
são contrárias ao que atualmente se sabe sobre memória
e sua dependência do funcionamento cerebral.
Objetivos:
Testar se um pesquisador independente obteria achados comparáveis
aos de Stevenson (Universidade da Virgínia) que publicou um
grande números desses casos.
Métodos:
Entrevistar as crianças que faziam afirmações
consistentes sobre uma vida passada e as pessoas que haviam testemunhado
as crianças fazerem essas declarações. Três
estudos psicológicos compararam crianças com e sem alegadas
memórias de uma vida passada.
Resultados:
Em dois dos três casos apresentados, foi encontrada uma pessoa
falecida cujas características eram compatíveis com
as afirmações das crianças sobre uma vida anterior.
Psicologicamente, essas crianças diferem das outras crianças,
mostrando sinais de Transtorno de Estresse Pós-Traumático,
provavelmente por causa das alegadas lembranças de como elas
morreram em acidentes ou foram assassinadas.
Conclusões:
As características dos casos de “memória de vida
passada” fazem com que estas sejam relevantes para a questão
da relação mente-cérebro.
Rev. psiquiatr. clín. vol.41 no.1 São
Paulo 2014
versão impressa ISSN 0101-6083
HARALDSSON, Erlendur. Memórias de uma vida passada?.
Rev. psiquiatr. clín., São Paulo , v. 41, n. 1, 2014.
Disponível em:
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-60832014000100021&lng=pt&nrm=iso.
Fonte: http://dx.doi.org/10.1590/0101-60830000041216
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