José Herculano Pires

>   A Fase Intermediária da Moralidade Subjetiva

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José Herculano Pires
> A Fase Intermediária da Moralidade Subjetiva


 

Para se projetar na existência o ser já desenvolveu em si as potencialidades vitais que antecedem, no plano racional-afetivo, o desenvolvimento da moralidade. A dialética subjetiva da racionalidade com a afetividade – razão versus sentimento – produz no ser a síntese da moral subjetiva, que engloba e disciplina as experiências longamente desenvolvidas nos planos inferiores de sua própria ontogênese, que estabelece nesta a realidade do em-si, esse pivô da formação ôntica, que isola o ser nascituro de suas conotações vitais com os reinos inferiores da Natureza, permitindo-lhe o desenvolvimento do egocentrismo. Esse ego solitário centraliza avaramente o progresso já realizado, despertando para consciência de si mesmo. Sartre, que negligenciou toda essa anterioridade, apresentou o ser como uma coisa limbosa e fechada em si mesma, que se projeta na existência em virtude da necessidade ôntica da comunicação. Essa parte metafísica de O Ser e o Nada, de Sartre, é a primeira contradição de sua filosofia. O ser que se lança na existência não é nem pode ser essa espécie de ovóide espiritual inconsciente, pois determina por si mesmo essa projeção por sentir a necessidade de novas experiências. O ato de lançar-se na existência equivale ao nascimento do ser como criatura humana. E tanto assim que o ser se transforma numa paixão inútil, que é a paixão do homem na vida em busca da transcendência que o fato da morte transforma em frustração.

A realidade viva e existencial do homem, entretanto, é real e universalmente o contrário disso. Lançada na existência, a criatura humana amadurece nas experiências vitais para resolver-se como existente, um ser que existe no plano material concreto e desenvolve a sua facticidade (a forma humana com que nasceu feito) num processo contínuo de transcendência. Desde o seu primeiro grito, o ser se projeta na transcendência horizontal da conquista do meio, prosseguindo na conquista do mundo e atingindo a transcendência final sobre a morte através da ressurreição, hoje confirmada pelas pesquisas científicas e tecnológicas.

Na família e na escola o ser pisa os primeiros degraus de sua escalada transcendente na existência. O egocentrismo inicial pode concentrar-se em egoísmo no período infantil e da adolescência, arrastando-se em certos casos mórbidos na idade madura, na forma de estagnação do infantilismo adulto de natureza psíquica. A moralidade se apresenta então como recurso natural de correção desse acidente. Forçado pelas exigências externas da moral social, o ser vai aos poucos se abrindo para a descoberta íntima da moral subjetiva ou endógena, que não pressiona de fora, mas de dentro, na sua própria intimidade. São os dois tipos de moral classificados por Bergson: a Moral Fechada (porque fechada numa estrutural social restrita) e a Moral Aberta, individual e endógena, pela qual a moralidade do ser se abre à comunhão humana irrestrita. Nesta moral o ser, a princípio biopsíquico, atinge as dimensões da moralidade, transformando-se num ser moral. A Moral Social ou fechada está sempre ligada a uma religião estática, tradicional, seguindo a proposição de Bergson, e a Moral Aberta ou individual corresponde às religiões dinâmicas, antidogmáticas e racionais. A Moral e a Religião livres constituem a fase de transição do ser moral para o ser espiritual. Neste ser o homem atinge a transcendência possível na Existência. Diante dele se abrem as vias da Espiritualidade Superior. A morte não existe para ele, pois vê diante dele as perspectivas do Infinito, com os mundos felizes em que as atividades humanas são substituídas pelas atividades divinas. Nele se cumpre a destinação do homem no após morte, com a vida em abundância a que se referiu o Cristo, o Nirvana de Buda, o Tao de Lao Tsé e assim por diante. Não podemos conceber, em nossos cérebros de origem animal, a grandeza ilimitada dessa transcendência cósmica, que é o destino natural de todas as criaturas humanas.

A Moralidade, que Pestalozzi considerava como a única religião verdadeira, colocando-a como o fim supremo da educação, representa o acabamento do homem como um ser humano, o cidadão universal. Esse homem formado para universalidade não tem pátria nem raça, mas não é um apátrida, por que todas as nações lhe servem de pátria. Não aceita nenhuma discriminação humana, pois a Humanidade é a sua família e a sua raça. Ele vê nos seus irmãos humanos, de todas as condições, criaturas que avançam para a divindade, esse delta espiritual em que deságuam todos os rios que se decantam nas corredeiras existenciais para atingirem o verdadeiro Mar da Serenidade, que não está na Lua, mas aqui mesmo na Terra dos Homens. E este não é um sonho de poeta lírico, nem uma alucinação ou miragem, mas a realidade que Jesus de Nazaré nos mostrou na face líquida do Mar da Galiléia. A pesca milagrosa dos Evangelhos se repete continuamente na visão espiritual dos que se entregam ao fluxo existencial.

A Moralidade, que é a Moral na sua plena atualização, transformada de potência em ato, revela-se então como o supremo ideal humano. Uma vez atingido esse ideal, o homem se transforma em Divindade, como a flor que se transforma em fruto.

Como se perdem na poeira da Terra os conceitos pragmáticos da moral que a reduzem à raiz latina de mores, de usos e costumes mantidos segundo as conveniências! A Moral não é um sistema de regras imediatistas, como quiseram os sociólogos materialistas. Como não é, também, uma entidade mística ou mitológica. É uma aspiração natural do homem, no anseio de realizar toda a sua perfectibilidade possível, segundo essa expressão de Kant. E nesse sentido é que ela paira acima da realidade perecível, mantendo incólume através dos tempos a sua atração de arquétipo sobre a consciência humana. Sua eternidade, sustentada pelos metafísicos e negada pelos materialistas e pragmatistas, é relativa à duração da Humanidade no cosmos. A concepção existencial do homem, como um ser projetado contra o alvo da morte, uma flecha disparada no sentido de transcendência, revelou-nos a natureza ôntica da sua eternidade. O conceito bastardo da moral como normativa social agrada aos que desejam libertar-se dos compromissos morais para se entregarem às atrações dos instintos animais e à irresponsabilidade das aventuras ilusórias. A falta de visão espiritual dos pesquisadores levianos, apegados aos fenômenos e esquecidos do númeno, ou seja, da causa, contribui negativamente para a deformação da moral e a conturbação do nosso tempo. Os moralistas fanáticos, e por isso mesmo incapazes de compreender a natureza verdadeira da moral, bem como as Ligas da Moral, respondem pelos surtos de imoralidade nos séculos de racionalismo superficial.

A moral social apoia-se em pressupostos contraditórios, com o direito de matar para salvar a honra, tornando o homem assassino, o dever de mentir para defender a verdade, o dever de explorar e acumular fortunas com o suor alheio e engrandecer-se perante o meio social, o direito de matar por amor, o direito dos abastados explorarem a miséria dos sem recursos e com isso os protegerem em sua miséria e assim por diante. As contradições da moral social devem ser ferozmente defendidas pelos guardiões da ordem pública, que dispõem do direito de esmagar os que protestarem ou se rebelarem. As condições da moral social revelam a precariedade das condições conscienciais do nosso tempo. O julgamento ético mais superficial dessa estranha moral resultaria em sua condenação sumária pela Moral Aberta de Bergson. Precisamos ainda de muitos séculos de evolução para elevarmos a nossa humanidade à condição do humanismo cristão de que ela se vangloria. O desenvolvimento de uma consciência espírita esclarecida, através da Educação, como queria Kardec, poderia apressar o nosso ajustamento à realidade cristã.

A existência é vista pelos existencialistas como uma subjetividade pura. Enquanto a vida se complica nas funções bio-fisiológicas do organismo corporal, entranhada no campo fenomênico, a existência se liberta no plano sutil dos epifenômenos. Não existimos como corpo, mas como um sistema de reflexos condicionados a exigências vitais do corpo. Há uma nítida distinção entre os atos corporais e as atitudes, anseios e fabulações da mente e as preocupações, captações e pré-percepções da mente. Descartes compreendeu esse problema de maneira aguda e nos advertiu quanto ao perigo de confusão da alma com o corpo. A alma é a subjetividade que se oculta no corpo, como a orquídea nas ramagens de uma árvore, e ali se entrança com as fibras vegetais para, servindo-se da seiva como de um combustível sutil, florir em expressões de sonho e beleza na primavera. Se não conhecêssemos o processo parasitário, certamente confundiríamos puras parasitas com as flores genésicas da árvore que se definirão em frutos. Hegel distinguiu o reino vegetal como um sistema de pura e permanente doação. Herdamos do mineral a estabilidade aparentemente fixa e resistente de nossas estruturas ósseas, dos vegetais a sensibilidade perceptiva e dos animais e motilidade vibrante que supera de muito a lenta movimentação dos tropismos. Nosso corpo possui as características desses três reinos, mais a alma, que acrescenta a essas heranças a produção epifenomênica da nossa estrutura ôntica, que não deriva da matéria, mas do espírito. Vivemos como um ser espiritual e não como pedra, planta ou animal.

As pesquisas parapsicológicas levaram os pesquisadores da Duke University a proclamar a natureza extrafísica da mente e do pensamento. Os pesquisadores ingleses, como Soal, Price e Caringthon, das Universidades de Londres, Oxford e Cambridge, a confirmarem essa descoberta. Vassiliev, da Universidade de Stalingrado, discordando como materialista, aventurou-se a uma série de pesquisas para mostrar o contrário e acabou reconhecendo a impossibilidade de fazê-lo. Ultimamente, na Universidade de Kirov, a URSS teve o amargo desprazer de ver os seus pesquisadores descobrirem o corpo bioplásmico dos animais e do homem, bem como o dos vegetais. Esse corpo é constituído pelo plasma físico, quarto estado da matéria, formado de sub-partículas atômicas. A Universidade norte-americana de Prentice Hall divulgou os trabalhos de suas pesquisadoras Sheila Ostander e Lynn Schroeder, que verificaram na URSS essa descoberta e entrevistaram os pesquisadores russos. Desencadeou-se então a batalha contra esse fato, sintomaticamente promovida por materialistas e religiosos, na defesa conjunta dos seus dogmas.

É evidente que de tudo isso resulta a prova da subjetividade existencial e da presença no mundo de um velho e irredutível preconceito quanto à natureza espiritual do ser humano. Os interesses em jogo são universais, abrangendo instituições religiosas e ideologias ferozes e, por dedução lógica, a tranquilidade de vastos e rendosos rebanhos de suaves ovelhas; o homem contra a realidade espiritual, o que vale dizer contra a sua própria realidade como ser, vem das primeiras fases do seu desenvolvimento intelectual. Entre os judeus manifestou-se na seita dos saduceus, que Kardec considerou como os materialistas do tempo de Jesus. Entre os gregos definiu a fase histórica dos sofistas, que não acreditavam em nenhuma verdade possível e só confiavam no poder das plantas. Sócrates destruiu suas pretensões exigindo que tirassem, de trás de cada palavra, o conceito em que a realidade do fato desfazia a ilusão do flatus, do palavrear inconsequente. Como que embriagados com a vida material e delirando com o poder recém-descoberto da razão, a luta contra o espírito dominou os séculos exponenciais do desenvolvimento cultural, atingindo o auge a partir do século XVI até os meados do século XIX.

A invasão organizada dos Espíritos, como Conan Doyle a denominou, iniciou-se no século XVIII, paralelamente com o início da tecnologia. As manifestações espíritas, precedidas do caso Swedenborg na Suécia e do caso Jackson Davis nos Estados Unidos, só se formataram no século XVIII com as primeiras tentativas de formulações doutrinárias. Coube a Kardec, em meados do século XIX, enfrentar corajosamente o problema e responder com pesquisas científicas e argumentação filosófica às pretensões vazias do materialismo, que também então se definia em várias tentativas de elaboração doutrinária, como as do próprio Swedenborg e Jackson Davis. Karl Marx organizou em termos políticos e econômicos a primeira grande doutrina materialista de molde científico.

Antes disso não houve nenhuma escola, filosófica ou científica, materialista no mundo. As referências materialistas atuais a várias escolas gregas, como a dos fisiólogos e dos jônicos são inteiramente forçadas. Toda antiguidade esteve mergulhada e embriagada num religiosismo tradicionalista ingênuo, como o atestavam as grandes doutrinas de Pitágoras, Platão e Aristóteles, bem como a filosofia moral de Sócrates e sua condenação pelo Tribunal de Atenas, por negar a existência dos deuses mitológicos e, com isso, tentar corromper a juventude. O materialismo surgiu como uma flor de estufa, artificialmente cultivada no recesso dos pequenos grupos intelectuais da Europa. Em nosso século, com o desenvolvimento científico acelerado, Einstein lhe deu o atestado de óbito, ao declarar, com sua autoridade científica incontestável, que o materialismo morrera asfixiado por falta de matéria.

O materialismo atual subsiste na forma de uma múmia egípcia dos tempos faraônicos. Seus cultores filosóficos e científicos o mantêm à cavalo com as estacas e as amarras de Cis Campeador, que depois de morto foi enviado contra os adversários em forma de fantasma assustador. Essas escoras são atualmente a doutrina política e a doutrina econômica de Marx e Engels. Bertrand Roussel, inconformado com os rumos atuais do desenvolvimento científico, declarou em última instância: As leis físicas continuam válidas. Triste consolo, pois as leis físicas pertencem ao plano material que o Espiritismo jamais negou. Pelo contrário, como já vimos, Kardec sustentou sempre a teoria da relação constante e universal de espírito e matéria, como os dois elementos básicos de toda a realidade. O grande equívoco dos adversários da sobrevivência após a morte é justamente esse, de confundir a verdade espírita com as fabulações teológicas e os lamentáveis enganos das religiões dogmáticas na formulação de seus dogmas inteligíveis.

O Espiritismo não se apresenta no panorama científico na posição de negador e destruidor das ciências, mas de continuador natural e necessário do desenvolvimento de todas as ciências reais. O que ele postula é precisamente o aprofundamento das pesquisas científicas para a descoberta da face oculta da Terra, que não se esconde, como a da Lua, no outro hemisfério, mas no avesso sensível, em que mergulhamos com a morte no inteligível; a descoberta da antimatéria, cujos antiátomos geram no Infinito novas formas de espaço. A luta contra a existência dessa realidade oculta é simplesmente grotesca. A derrota sofrida pela Sociedade dialética de Londres, quando convocou William Crookes para provar a inexistência dos fenômenos espíritas, que Crookes confirmou de maneira exaustiva, foi a Waterloo científica do materialismo. Estamos em pleno Pshychic Boom, em plena explosão psíquica, como o registrou recentemente a Enciclopédia Britânica, em seu suplemento científico tradicional. Não pode mais restar aos cientistas sensatos e fiéis à metodologia científica nenhuma possibilidade de sustentar a luta contra o espírito. O real se impõe, não obedece.

 

Fonte: In Evolução Espiritual do Homem

 



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