Espiritualidade e Sociedade





Silas Guerriero

>   Objetividade e subjetividade no estudo das religiões: desafios do trabalho de campo

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Silas Guerriero
>   Objetividade e subjetividade no estudo das religiões: desafios do trabalho de campo

 

 

 

Resumo

Uma grande parte dos pós-graduandos em ciências da religião no Brasil são nativos. Alguns, inclusive, são fiéis de diferentes denominações religiosas. Para eles, analisar os dogmas de sua própria religião é um desafio. O texto analisa os problemas resultantes do trabalho de campo na religião considerando os embates do contato entre o pesquisador e o grupo avaliado.

As ciências humanas foram se distanciando de uma perspectiva objetiva e reconhecem agora o papel da subjetividade. Na nossa área específica, não só o investigador tem suas próprias convicções religiosas, mas também o grupo estudado tem sua própria opinião sobre a sua religião, sobre a religião do outro, e também sobre o que eles acham que poderia ser a religião a ser seguida pelo cientista. Nossos nativos não são ingênuos espectadores, nem são meras subjetividades; nem são meros sujeitos passivos, destituídos de pensamento autônomo; nem são projeções de nossas próprias mentes.

 

 

Silas Guerriero

Antropólogo e Professor Associado do Programa de Estudos Pós-Graduados em Ciências da Religião da PUC-SP


 

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Fonte: PLURA, Revista de Estudos de Religião, vol.1, nº 1, 2010, p. 54-65

 

 

 



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