José Reis Chaves

>     O Aborto é condenado pelas religiões, mas com diferentes opiniões

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José Reis Chaves
>     O Aborto é condenado pelas religiões, mas com diferentes opiniões

 

 

Toda religião, geralmente, condena o aborto. É a voz da consciência universal clamando contra uma falta grave de interrupção da reencarnação de um espírito humano que está a caminho de novas experiências evolutivas terrenas.

Creio que o aborto seja um dos chamados pecados contra o Espírito Santo, pois é contra as leis divinas e os próprios Espíritos Santos delas, ou seja, os que as criaram, encarnados e desencarnados, além de ser praticado premeditadamente e com seu conhecimento e consentimento plenos.

Os católicos veem o aborto como um pecado muito grave. Mas as opiniões teológicas a respeito das suas consequências são falhas e pouco convincentes, pois eles pensam que, com a Confissão, tudo está resolvido, desaparecendo como que por encanto as gravíssimas consequências do aborto. Eu assisti, na TV, à declaração de uma mulher católica que abortou. Mas segundo ela, já estava tudo bem com ela, pois que já havia confessado e contado tudo para um padre. Seria mesmo assim tão fácil livrar-se das consequências do aborto?

E já ouvi também evangélicas dizerem que cometeram abortos, mas que estava tudo bem com elas, pois que o pastor explicou que o sangue de Jesus anulou todos seus pecados. Para as católicas e evangélicas, pois, o aborto não seria assim um ato tão trágico!

Essas opiniões dos católicos e evangélicos são pouco convincentes para conscientizarem as pessoas da gravidade da prática do aborto. E é por isso que há tantos abortos entre eles!

Eis o que diz Jesus sobre as consequências de nossas faltas, que são tanto mais graves, quanto mais graves são as faltas que lhes dão origem, entre as quais se destaca a do aborto: “Em verdade vos digo que não saireis dali enquanto não pagardes o último centavo.” (São Mateus 5: 26; e São Lucas 12: 59). Trata-se de uma figura do funcionamento da inexorável lei de causa e feito, ou seja, da semeadura livre, mas da colheita obrigatória.

E, sem querer fazer sectarismo do espiritismo, essa é também a sua filosofia e teologia, que nos ensinam as inevitáveis consequências de sofrimento e dor causadas por nossas faltas, a não ser que pratiquemos boas ações, isto é, as de caridade, que podem amenizar e mesmo até anular uma multidão de pecados. (1 Pedro 5: 20; Provérbios 10: 12 e 1 Coríntios 13: 1). É o que diz também o conhecido dito espírita: “Quem não for pelo amor, vai pela dor.”

Uma mulher que, nesta vida, comete aborto, em outra, ela poderá desejar intensamente ter um filho, mas não o conseguirá! E, se o espírito do feto assassinado não for bem evoluído, ele poderá, por vingança, atormentá-la ou obsidiá-la por um longo tempo, inclusive até em mais de uma reencarnação!

É com opiniões e argumentos evangélicos, claros, sensatos e convincentes, e não fantasiosos, que se convencem as pessoas de que não se deve praticar o aborto!

Fonte: https://www.otempo.com.br/opiniao/jose-reis-chaves/o-aborto-e-condenado-pelas-religioes-mas-com-diferentes-opinioes-1.673542

 





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