1º passo: a autoestima

Não existe nem uma só
pessoa igual a outra, nem mesmo os gêmeos univitelinos. Cada
ser é único! Quem desejar imitar alguém perderá
o melhor de si mesmo: a sua singularidade! As atitudes
de “menos valia” representam simples ignorância
diante da vida, assim como se imaginar melhor que alguém. Somos
seres semelhantes e cada qual escreve a sua trajetória de conquistas
e equívocos. É importante a compreensão da diferença
que existe entre Ser e Estar. Estamos todos em evolução.
Não dá para saber o estágio evolutivo em que
cada um se encontra; portanto, perdoe os seus equívocos e de
seus semelhantes! É certo que vamos errar porque ainda somos
seres imperfeitos, mas cuidemos para não repetirmos os erros!
2º passo: o autoconhecimento

Pelas nossas reações, diante dos
estímulos exteriores e interiores, dá para identificarmos
as emoções negativas e positivas. O ciúme, por
exemplo, não é prova de amor, assim como a inveja não
poderá ser um estímulo positivo. São emoções
negativas que devem ser vencidas. Examine em que época da vida
começou a própria insegurança. Será que
foi comparado com alguém de forma pejorativa? Roía unhas?
Fez xixi na cama até tarde? Tinha muito medo da noite? Quais
foram os modelos que elegeram para você? Perceba se em seus
atos está imitando alguém. A imitação
faz parte da infância e, por isso, precisa ser examinada.
3º passo: o sentido da vida

Tudo na vida é transitório.
Estamos encarnados para evoluir, para usufruir da herança dos
seres divinos e filhos da luz! A dor resulta das nossas escolhas equivocadas.
Os grandes estudiosos da alma humana demonstraram a diferença
entre Personalidade e Individualidade.
A Individualidade é a alma imortal e, por isso, indestrutível.
A personalidade, no entanto, construída com a ajuda da educação
e do ambiente, morre com o desencarne. O que sobrevive à morte
é a Individualidade revestida pelo corpo espiritual.
O sentido da vida passa também por libertar a alma do seu Ego.
Tornar-se uma pessoa Interexistente, ou seja, capaz de viver a materialidade,
mas sem se esquecer da espiritualidade. A alma, enquanto encarnada,
para viver também na realidade espiritual, precisa de práticas
especiais, tais como a meditação, o estudo, a prece,
e permitir-se às vivências espirituais durante o sono
físico.
4º passo: a fé
A fé se fundamenta na certeza. É dizer com convicção:
Eu sei! Segundo os espíritos, a fé precisa ser raciocinada,
capaz de enfrentar a razão em todos os momentos da vida. Para
se consolidar a fé o conhecimento torna-se fundamental.
5º passo: a expectativa

A mentora Joanna de Ângelis
nos ensina que: “A beleza do amor está em quem ama.”
Porque quem ama tem o amor! Portanto, devemos amar sem criar nenhuma
expectativa de retorno. Amar simplesmente a atitude de amar!
O amigo espiritual Lázaro (E.S.E., Cap. XI – item 8)
diz que a construção do amor se inicia no instinto,
que é uma forma rudimentar do amor; depois, já mais
evoluídos, os seres irão vivenciar as emoções;
e, finalmente, ao vencerem as emoções negativas, alcançarão
certamente o sentimento do amor para viver em plenitude.
Assim, não vamos temer a rejeição, a incompreensão
e a necessidade de sermos amados porque, ao entendermos as razões
da vida e, a maior delas, a certeza de que cada um é herdeiro
de si mesmo, elevamos o patamar de consciência, aplaudimos as
nossas lágrimas e seguimos confiantes na conquista do amor,
com alegria e paz.