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Lucila Barros

>    Crianças Antigas - Aprendendo com a Mediunidade dos Filhos

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Lucila Barros
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Lucila Barros realizou o lançamento do livro CRIANÇAS ANTIGAS - Aprendendo com a Mediunidade dos Filhos, na Saraiva do Shopping Paulista, no Dia 18 de novembro de 2010, às 19:00 horas.

 

Enorme fila com dezenas de pessoas surpreendeu a todos na Livraria, onde foram vendidos centenas de exemplares do livro. Vejam logo abaixo depoimento da autora sobre o seu lançamento.

- vejam mais abaixo, trechos do primeiro capítulo e do segundo capítulo -

 

 

 

 

 

Capítulo 1

Filhos velhos



Vivemos a época das contas maduras, porque atrasamos muito nossa evolução espiritual. Apesar de Jesus ter se preocupado em nos legar um roteiro claro para nossa elevação, descuidamos da obrigação de nos amarmos uns aos outros. Usamos nossa teimosia para persistir em erros repetidos ao longo de séculos:
forjamos traições, inimizades, ou simples antipatias, que se revelaram em condutas com diferentes graus de agressividade, antítese do amor.

Para corrigir essas distorções, somos colocados diante de nossos desafetos e a convivência íntima dentro da família é instrumento precioso da lei divina para nos compelir ao exercício do amor que devemos sentir por nosso semelhante e que, à distância, não poderia ser exercido.

Durante o período de erraticidade, sofremos com maior clareza as conseqüências de nosso modo de ser. Esse sofrimento nos compele, mais cedo ou mais tarde,a tentar rever nossas ofensas contra a lei de amor. Percebemos nossas falhas e desejamos a experiência na carne, geralmente com a intenção de reconstruir nossas histórias, em bases diferentes.

Reencarnamos sob a promessa de vir o inimigo do homem dentro de sua própria casa, justamente porque é preciso fazer dele um amigo.

Na maior parte das vezes, nossas relações com os espíritos que se apresentam como nossos filhos na carne hoje remontam a um pretérito muito distante, onde fomos pais, irmãos, amantes, cônjuges, desafetos, algozes, vítimas, comparsas.

A relação entre nós e esses filhos, em sua feição parental, não começa nem com o parto, nem com a
gestação; mas antes, na espiritualidade.

(...)

Nossos espíritos são velhos. Temos mais de 40.000 anos de exercício da razão. Nossos filhos são espíritos igualmente velhos. Todos podem se beneficiar muito da lembrança dessa verdade simples. A relação familiar se enriquece quando vivemos o dia-a-dia conscientes de que todos nós, jovens e adultos, já tivemos acesso a todo tipo de vivência, em encarnações anteriores. Essa vivência anterior necessariamente nos habilita desde a mais tenra idade a compreender qualquer situação atual, por mais difícil que ela possa parecer. Muitas vezes, a dificuldade não está propriamente na criança, mas na inabilidade do adulto de lidar com a situação, nascida em sua crença na falta de recursos da criança.

Ao contrário, filhos muito pequenos podem nos surpreender no entendimento com que tratam questões como a separação de um casal, a falência do provedor da casa, a morte (quer que ela se apresente como a perda considerada natural de um avô já velho, quer na brutalidade da morte repentina de um irmão igualmente criança ou de uma mãe jovem).

É uma afronta tratar espíritos antigos com tatibitate: “Vamos papar”, “Vamos nanar”, “vamos dandar” ou, simplesmente: “olha o avião”, como subterfúgio para distrair a criança de um interesse que tenha causado desconforto ao adulto. Até mesmo o bebê, traz a memória do velho.

(...)

Capítulo 2

Anunciações

Tenho três filhos: André, do primeiro casamento, e Pedro e Laura, do segundo, que hoje estão com 17, 13 e 10 anos. Cada um foi anunciado a seu modo antes da concepção, de acordo com o jeito de ser que precede esta existência e dentro dos limites da minha sensibilidade, que oscilou através dos anos.

 

* Abaixo algumas fotos do lançamento citado acima *

 

 

 

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