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>    3º Encontro da Série Psicológica de Joanna de Ângelis foi um grande sucesso


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12/04/2016

 

Texto e fotos: Maria Rachel Coelho Pereira

 

 

Aconteceu na tarde de 9 de abril de 2016, o 3º Encontro de Estudo das Obras da Série Psicológica citadas pela benfeitora Joanna de Ângelis, psicografadas por Divaldo Franco. O aulão lotou o auditório do Centro Espírita Caminho da Redenção e mais uma sala anexa com mais de 800 pessoas presentes e transmissão, ao vivo, pela FEB TV.

Divaldo depois de fazer a prece inicial deu a notícia de que no dia 7 de abril de 2016, a Universidade Federal de Pelotas deu a primeira aula da Série Psicológica Joanna de Ângelis como parte do programa do curso de Psicologia.

O expositor Cláudio Sinoti abordou os fatores pelos quais não conseguimos ser felizes com base na obra: Momentos de Saúde de Joanna de Ângelis psicografado por Divaldo Franco e outras como O Estilo Emocional do Cérebro onde explicou as 5 dimensões do Bem Estar segundo Richard Davidson.

Também com base na Obra Momentos de Saúde, a expositora Iris Sinoti abordou as amarras que nos prendem mas que temos liberdade de escolha para a felicidade ou para a aflição e em uma bela viagem sobre essa liberdade, citou Jean Paul Sartre; abordou a gene da irritação hiperativa; Jung, ao lembrar que “ ninguém enquanto se desloca pelas correntes da vida, está livre de problemas”. Iris concluiu que não só podemos como devemos ser felizes.

Na doutrinária da noite o Mestre, orador espírita e maior médium da atualidade, Divaldo Franco narrou a história de Flopete, para fazer um paralelo entre nossa sociedade materialista e discriminatória, que não ama e mostrar o amor incondicional de Jesus.

... "Eu não posso beijá-la, ela é um lírio e eu sou toda podridão"..., ao ver a filha de 7 anos desencarnar. De autoria do Dr. Axel Martin Fredrik Munthe, Flopete, foi uma jovem sueca que fugiu de Estocolmo e tornou-se vendedora de ilusões em Paris, razão pela qual seu irmão passou a odiar todas as mulheres mas ao ver a irmã morrer, beijou sua mão e pediu-lhe perdão. Divaldo contou o final da história presenciado por Francisco Cândido Xavier através de um fenômeno de desdobramento.

E o Semeador de Estrelas concluiu com o amor. Que estamos na Terra para sermos felizes. O amor é o único bem que a medida que a gente vive ele se multiplica. Então o amor está em nós. Está dentro de nós. Para encontrarmos a verdadeira felicidade, a plenitude, mesmo em carência, precisamos amar. Que a sombra que pairava sobre Flopete era o amor pela filha. O mandamento que nos amemos uns aos outros e emocionando a todos encerrou com o Pai Nosso.

 

 

Fonte: http://www.noticiasespiritas.com.br/2016/ABRIL/12-04-2016.htm

 

 

 

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