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10/08/2009

 

ESPANHA: ELITE DA PESQUISA BIOMÉDICA DIZ NÃO AO ABORTO

SERVIÇO ESPÍRITA DE INFORMAÇÕES

 

A aprovação da nova lei do aborto na Espanha, há quase seis meses, provocou uma mobilização sem precedentes da elite da pesquisa biomédica no país, que apresentou recentemente um manifesto, cujo número de adesões não para de crescer, superando as previsões iniciais de seus promotores. O documento contra o aborto, inicialmente denominado “Manifesto dos 300”, rapidamente teve de mudar de nome, passando a chamar-se “Manifesto de Madri”, visto que mesmo antes da sua apresentação, no dia 17 de março, já contava com um milhão de adesões, entre cientistas, professores universitários, intelectuais, acadêmicos e especialistas nos campos da genética, embriologia, medicina, biologia, histologia, antropologia e filosofia.

Com base em argumentações científicas, o manifesto “defende a vida humana em seu estágio inicial, embrionária, fetal e rejeita a sua instrumentalização a serviço de grandes interesses econômicos e deológicos”.

Ao apresentar o documento, o professor universitário de genética Nicolas Jouve de la Barreda deu alguns esclarecimentos sobre o manifesto. “Para sair da ignorância da sociedade em relação ao princípio da vida humana e para argumentar a sua defesa, os signatários desprezam as considerações ideológicas ou pessoais e se limitam a ilustrar cada ponto com os dados científicos relativos ao princípio da vida” – disse.

A também signatária Mônica López Barahona, consulente na área de bioética das Nações Unidas e diretora acadêmica do Centro de Estudos Biossanitários, foi uma das que se pronunciaram sobre o tema: “O zigoto é vida, é vida humana, é um indivíduo único da espécie humana. Ele tem os mesmos direitos que qualquer outro indivíduo da espécie humana. Por este motivo, entrar em certas definições de termos não é aceitável, se pertence ou não à espécie humana segundo o número de células que tenha ou os quilos que pesa.”

Além do “Manifesto de Madri”, uma outra proposta surgiu na Espanha, a Plataforma Mulheres contra o Aborto, que conta com o apoio de personalidades conhecidas, como as sopranos Montserrat Caballé e Inma Shara, e a cantora flamenca Menina Pastori. A plataforma foi apresentada ao público no dia 1º de julho num programa de TV da cadeia Monopolize, conduzido por Cristina López Schlichting, que criticou o Governo espanhol por silenciar sobre as consequências do aborto.

“A síndrome pós-aborto precisa de espaço nas políticas públicas” – declarou.

Até o momento, o manifesto pró-vida da Plataforma Mulheres contra o Aborto já recebeu mais de 30 mil assinaturas. A lei que torna livre o aborto em solo espanhol foi aprovada em 14 de março deste ano, como parte da Lei de Saúde Sexual e Reprodutiva. Substituiu a lei de 1985 que já permitia o aborto mas em casos específicos, como de anomalias fetais que impossibilitassem a vida ou de risco grave para a saúde da mulher. A nova legislação deixa livre a interrupção voluntária da gravidez até a 14ª semana de gestação e também até a 22ª semana se a gravidez se enquadrar nas situações especificadas na lei anterior. Nas palavras da ministra da Igualdade espanhola, Bibiana Aído, a nova lei objetiva “frear o número de casos de gravidez não desejada”. Contudo, o relatório “Evolução do Aborto na Espanha: 1985-2005”, do Instituto de Política Familiar, revelou que desde 1985 o número de abortos cresceu significativamente no país, e que se estavam realizando em solo nacional uma média de um aborto a cada 6,6 minutos, ou seja, uma em cada seis gravidez estava acabando em aborto. Assim, cerca de 220 crianças estavam deixando de nascer diariamente na Espanha, o que equivaleria ao desaparecimento diário de um colégio de tamanho médio. O relatório aponta ainda o crescimento do aborto entre adolescentes. Em apenas 12 anos, mudaram radicalmente as idades nas quais se aborta no país: um em cada sete abortos ocorre em menores de 19 anos. O estudo pode ser lido na íntegra em www.ipfe.org/informeaborto19852005.pdf

BRASIL: ELITE DA “PESQUISA” JURÍDICA DIZ NÃO AO ABORTO ?
STF – Supremo Tribunal Federal

PARA Ellen Gracie, presidente do STF, no zigoto a "pessoa humana não existe..."
Hoje o espírita sabe que a alma (espírito) se liga à matéria no momento da concepção, inicio da nova vida. Este é o momento zero da reencarnação. No nosso código civil encontramos que a personalidade civil começa no nascimento com vida (art. 2º), mas, mesmo antes, a lei põe a salvo, desde a concepção, os direitos do nascituro in útero.
http://www.jornaldosespiritos.com/2007.3/col49.17.htm



EDUCAR DÁ TRABALHO, mas a criatura humana é o maior investimento divino. Como a essência de qualquer religião é o amor, deixe claro para seu filho rebelde que se ele se afastar da Doutrina Espírita, "a afeição que você tem por ele permanecerá inalterada."
http://www.panoramaespirita.com.br/modules/smartsection/item.php?itemid=3665



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