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02/08/2007

O Espiritismo nos jogos pan-americanos e para pan-americanos

 

O Movimento Espírita foi convidado pelo Comitê Olímpico do Rio para colaborar na assistência religiosa aos participantes dos Jogos pan-americanos e parapan-americanos Rio 2007, nos meses de julho e agosto de 2007, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. O objetivo foi o atendimento a atletas e equipes, voluntários e funcionários. Os espíritas foram convidados como voluntários juntamente com católicos, protestantes, muçulmanos e judeus para promover essa assistência.

As atividades religiosas funcionaram no Oratório do Atleta, na Vila Olímpica. O Oratório contou com uma sala para as reuniões com 50 lugares, com púlpito, mesa e cadeiras, microfone e caixa amplificada, ar condicionado e três saletas: uma para atendimentos individuais com mesa e três cadeiras, uma saleta de estar com dois sofás e, ainda, uma saleta com armário para guarda de material. Os horários foram distribuídos de modo a que cada religião dispusesse, alternadamente, de 90 minutos para suas atividades.

O Conselho Espírita do Estado do Rio de Janeiro – CEERJ contatou os espíritas do Estado do Rio de Janeiro, por meio dos Conselhos Espíritas de Unificação, e constituiu-se uma equipe com cerca de 20 companheiros. Estes deveriam ter disponibilidade, conhecimento doutrinário, experiência em palestras e atendimento através do diálogo fraterno, bem como aplicação de passes magnéticos e também que a equipe fosse bilíngüe – inglês e espanhol e alguns preparados também para o francês, o italiano e o esperanto. Mas, houve também expositores convidados.

A atividade espírita se iniciou com a leitura de mensagem e prece, seguida de exposição de tema doutrinário, troca de idéias com respostas a questões levantadas, passe (se necessário), prece de encerramento estando disponível água magnetizada. Houve também o atendimento por meio do diálogo fraterno. No interior do Oratório foram distribuídos folhetos impressos e oferecidos pela FEB, com os princípios básicos, em inglês e espanhol.

A experiência foi enriquecedora com os voluntários, funcionários, atletas e equipes, inclusive facilitando a que se abram canais de comunicação e divulgação do Espiritismo com os países participantes. Houve intenso interesse da mídia espírita e leiga, falada, escrita e televisada, deste e de outros Estados da Federação, gerando grande quantidade de entrevistas. A atividade espírita nos Jogos Pan-Americanos foi coordenada por Humberto Portugal Karl, diretor da Área de Relações Externas do CEERJ.

 


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