Espiritualidade e Sociedade



Dalton Roque

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Dalton Roque
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Apometria funciona? Sim, funciona, mas temos que evoluir, entender os processos e estudar. Não basta praticar mecanicamente e empurrar com a barriga só porque funciona. Existe o teórico que não pratica (teoricão) e o prático omisso e preguiçoso que não estuda (praticão).
Todos dois estão errados!

Aliás, estudar não basta, entender é difícil. A percepção é diferente nas pessoas e INTELECTUALIDADE e/ou MEDIUNIDADE e/ou EXPERIÊNCIA PESSOAL não são verdades absolutas e podem ser distorcidas a gosto da má interpretação do freguês e até virarem dogmas pessoais intransponíveis.

Tem o estudante intelectualizado, pesquisador teórico que devora livros, cursos e entrevista todo mundo. Tem o médium ostensivo cheio de talentos parapsíquicos, rico de experiências pessoais. Tem o projetor consciente também rico em experiências pessoais projetivas.

Seria melhor se fosse possível que reuníssemos um pouco de cada um destes três itens que citei anteriormente. Um pouco de intelectualidade, um pouco de mediunidade, um pouco de projetabilidade e muito coração e mente abertos, que são sem dúvida mais importantes que tudo.

Mas nada disso isolado garante discernimento consciencial. É preciso mente e coração abertos. Premissa básica: quero aprender, portanto, sempre posso estar errado! O pesquisador não pode desejar convencer os outros, apenas observar as teorias que endossam sua "fé". Ele deve olhar as teorias e críticas mais ferrenhas que o contrariam. O espiritualista que deseja provar a espiritualidade de forma científica tem que ouvir os céticos, tem que ouvir os cientistas, além de ouvir somente os espiritualistas. Aliás, o pesquisador não pode ter fé, ele deve desejar buscar apenas a verdade, com coragem para a possibilidade de encontrar o oposto justo que desejava antes comprovar.

É bom lembrar que "achismo" não é ciência e só porque está escrito em algum lugar também não é verdade absoluta. Tem que sair da inércia e começar a admitir as limitações de Kardec e de outros autores e saber que nenhum pesquisador, médium, projetor ou escritor é alguma coisa sozinho.

Tem muito espírita e outros louvando Kardec e contrariando tudo que ele ensinou e se achando o melhor "espírita". Kardec não era dogmático, apaixonado por doutrina, por teoria, por verdade absoluta, por dogma pessoal, por dar passe ou distribuir sopa cegamente. Tem muita gente se dizendo universalista, mas não passa de um ortodoxo. Vou dar uma dica apesar de ser suspeito para falar: leia meu livro ESTUDOS ESPIRITUALISTAS - Desvendando os Caminhos que você vai levar um banho de loja. É o básico. Depois a gente conversa. Não deixe de ler tudo de André Luiz e Chico. É o básico. Sobre Viagem Astral, leia os livros de Wagner Borges e Waldo Vieira para entender o que é experiência fora do corpo antes de teimar e insistir que médium sai do corpo em mesa de Apometria. Até sai, mas é RARÍSSIMO!

Kardec tinha mente e coração abertos e era um ótimo pesquisador, por isto usou a estatística para cruzar informações de diversos médiuns, descartando inclusive o que se chama tecnicamente "desvio padrão". Ele não aprendeu com os livros, aprendeu com as pessoas. Eu pesquiso em livros, mas ainda prefiro "ler" pessoas, conversar com elas e entrevistá-las informalmente, como amigo ou por e-mail. Isto me tem sido uma ferramenta poderosa. Tenho conhecido gente boa por aí.

Se alguém tem certa vivência pessoal em seu processo psíquico, parapsíquico, mediúnico, projetivo, não significa que a interpretação da experiência que ele vivenciou seja correta. A experiência é uma coisa, o entendimento dela é outra. Não existe medida ou receita para explicitar bem o que é discernimento, mas é uma percepção mais sagaz, profunda e abrangente das coisas.

Exemplo: você vai a uma tribo de índios e vai falar com o Xamã (desculpe se escrever errado - não vou olhar no dicionário agora), então o Xamã diz: "O espírito da águia me leva para as tribos dos ancestrais". Então você vai a outra tribo e o Xamã diz coisa bem parecida. Vai em 30 tribos e eles falam coisas bem semelhantes. Então você percebe que há um contexto cultural e este contexto molda, modula a experiência deles. Você sabe que estes Xamãs saem do corpo, vivenciam viagem astral, mas o contexto, a linguagem, a cultura dá um pintura de interpretação característica e própria a coisa. Então se você, pesquisador ocidental, que foi na tribo não tem bagagem cultural, não tem visão de conjunto, não tem alguma experiência pessoal, você dança, pois vai interpretar a sua pesquisa de forma errada. O cara com bagagem vai sacar que são experiências fora do corpo.

Acontece a mesma coisa nas mesas de Apometria. Há um contexto cultural que molda as respostas quase padrão dos médiuns. Muitos médiuns são excelentes. Mas você vai questioná-los e eles respondem: "não Dalton, você está errado, eu saio do corpo sim", mas eu teimo: NÃO SAI NÃO! Mas Dalton, Dr. Lacerda escreveu no livro que na Apometria há um desdobramento. Mas está certo só porque está escrito? No meu livro também está escrito? E aí? Lacerda é infalível e está 100% correto e absoluto em tudo? Você está transformando Lacerda num novo tipo de Kardec inquestionável? Novo dogma? O contexto cultural do médium da Apometria ainda está por demais condicionado ao espiritismo ortodoxo sim, limita a interpretação da experiência dos mesmos. Eu estou olhando a coisa de cima e sem paixão.

A questão das ondas cerebrais já detona a argumentação de sair do corpo. Eu nem precisaria insistir muito. Um indivíduo para sair do corpo tem que estar ou dormindo, ou em meditação profunda, ou cochilando ou profundamente relaxado. Se alguém está falando, conversando, observando seja aqui ou longe por clarividência, não vai estar em ondas alfa, vai estar em beta, as ondas de atenção e vigília. Reclamem para a medicina e para a fisiologia, não para mim. Eu apenas busco a informação correta e clara sem Kardecismo, Lacerdismo ou Ramatismo.

Bem, vamos a algumas questões levantadas sobre Apometria.

1. Os médiuns "desdobrados" saem do corpo como todo mundo acredita dentro da tradicional cultura apométrica?
2. O que acontece quando o médium está desdobrado e é preso por obsessores no umbral?
3. O que é vidência e clarividência?
4. O que é alterar o spin?
5. O que é salto quântico?
6. O que Física Quântica tem a ver com Apometria?
7. Apometria Cósmica funciona?

RESPOSTAS - por Dalton

1. Os médiuns "desdobrados" saem do corpo como todo mundo acredita dentro da tradicional cultura apométrica?

Não! Os médiuns na mesa de Apometria não saem do corpo como 99% dos apômetras acreditam! Eles têm seus duplos etéricos dilatados, suas auras dilatadas, suas psicosferas dilatadas e seu psicossoma se descoincide alguns centímetros aumentando todas suas parapercepções conscienciais para efetuar o trabalho de assistência espiritual. Esta condição é ainda reforçada e mais ampliada através da presença dos amigos espirituais. Chamo a atenção para o caso de incorporação profunda e plena. Um espírito pode tomar o controle do corpo do médium e este sair TOTALMENTE do corpo e ir onde quiser, até na Lua! Os casos de mediunidade mecânica são totalmente diferentes, não vou entrar no mérito agora.

2. O que acontece quando o médium está desdobrado e é preso por obsessores no umbral? Como prendem os médiuns "desdobrados" se o Dalton diz que não estão projetados?

Boa pergunta! Se os médiuns estivessem desdobrados teriam que estar com metabolismo baixo, ou seja, com a emissão de ondas cerebrais em alfa ou theta. Teriam que estar sem falar, super relaxados. A projeção da consciência (viagem astral, desdobramento ou emancipação da alma) EXIGE que as ondas cerebrais estejam baixas, fazendo o metabolismo cair (fisiologia), para que o corpo astral (psicossoma) seja de fato lançado para fora do corpo.

É praticamente IMPOSSÍVEL pelas condições FISIOLÓGICAS (algo que não tem nada a ver com espiritualidade e é CIENTÍFICO) alguém estar relaxado falando e preservando a atenção, situação em que se encontram os médiuns de trabalho na mesa da Apometria. O estado de atenção emana ondas mentais beta, situação rara de se sair do corpo, ou seja, de se desdobrar.

Mas então se o Dalton falou que fisiologicamente, pelas leis do metabolismo físico, é impossível alguém conversando e observando, estando ligado e atento, em ondas beta, sair do corpo, como é que prendem o médium no umbral, por exemplo?

É simples: prendem energeticamente! O médium está com o corpo sentado na cadeira rente a mesa de Apometria, mas está com a clarividência projetada em outras dimensões ou do umbral ou da crosta. Então ele está emitindo uma clarividência viajora. Este tipo de clarividência se dá pelo chacra frontal, que funciona como se emitisse um pseudópodo para a dimensão-local onde está espiando. Então através dessa conexão energética pela clarividência do médium ele é preso. Os obsessores lidam com ele à distância, energeticamente, como se ele estivesse presente de corpo astral (psicossoma). Eles fazem as mandingas deles e o médium até reage fisicamente diante da mesa de Apometria. Isto é difícil explicar do ponto de vista espacial em 3D como se conhece o dia a dia. Realmente é meio complexo e abstrato. Não é preciso grades astrais para reter um médium em sintonia com o
umbral. A prisão é realizada através de sintonia. É como um caso de obsessão. Quando alguém está seriamente obsidiado está preso em alguma grade astral? Não, há um espírito doente em sintonia com ele. Mesmo se ele se sacudir e descer de tobogã vai estar com o obsessor colado, é sintonia, freqüência, vibração.

Mas Dalton, há algum autor ou dado que possa corroborar o que você está dizendo sobre este negócio dos médiuns não saírem do corpo de fato nas seções de Apometria? É que eu não confio em você!

Tudo bem cara, tenho sim. Pegue o livro Projeciologia – Panorama das Experiências Fora do Corpo de Waldo Vieira, um dos papas da projeção consciente na página 113 bem no último parágrafo. O meu livro é a 3ª edição com data de 1990, e vou transcrever o parágrafo para todos a seguir entre aspas:

"Espasmos – Quando se produz a projeção integral da consciência pelo psicossoma ou pelo corpo mental, deixando o corpo humano de cérebro vazio, se instala a imobilidade completa e nem estes pequenos espasmos acontecem com tanta freqüência, porque os reflexos orgânicos quase anulam completamente no organismo que permanece inanimado e apenas com vida vegetativa." Este parágrafo faz parte do item 72. PROJEÇÃO CONSCIENTE E O SONO no dito livro e acho que se não encerra, dá uma boa idéia sobre o assunto.

A seguir ainda dentro deste número, tópico, item alguma informação sobres as ondas cerebrais a seguir para enriquecer ainda mais o assunto:

Ondas Gama: Correspondem ao estado de super atenção. O cérebro está acordado atento ao mundo exterior. São mais raras e quase não são citadas - freqüências acima de 20 Hz.

Ondas Beta: Correspondem ao estado de vigilância e atenção. O cérebro está acordado atento ao mundo exterior. É a vigília. São estas as ondas da aprendizagem (recepção de informações), estas ondas são ligadas ao estresse. As ondas Beta se caracterizam por
freqüências rápidas, 13 a 20 Hz.

Ondas Alfa: Correspondem ao estado de repouso, ao relaxamento mental e muscular. O estado de consciência experimentado é o de calma, tranqüilidade e paz. As pessoas estressadas tem dificuldade de produzi-las. As ondas Alfa se caracterizam por freqüências de 8 a 13 Hz.

Ondas Theta: São as ondas da meditação profunda, da visualização, da inspiração e da criatividade. O estado experimentado se caracteriza pelo conhecimento do subconsciente e das recordações antigas. As ondas Theta são produzidas freqüentemente por crianças, artistas e pessoas criativas. As ondas Theta se caracterizam por freqüências de 3 a 7 Hz.

Ondas Delta: São as ondas do sono profundo e se caracterizam por freqüências de 1 a 3 Hz.

3. O que é vidência e clarividência?

Vidência é a condição de ver, qualquer um que não seja cego é um vidente. Clarividência, ou "ver claro", se refere a uma visão multidimensional. A clarividência é um tipo de visão remota. Esta visão é obrigatoriamente no tempo presente. Percepções do futuro ou do passado NÃO SÃO CLARIVIDÊNCIA. Fazer leitura energética (psicometria) de pessoas e ambientes NÃO É CLARIVIDÊNCIA!

Esta visão remota (a clarividência) difere de sensitivo para sensitivo, ou seja, na mesma hora e lugar dois sensitivos focando o mesmo alvo podem ver coisas diferentes (e geralmente vêem). Um capta uma freqüência/sintonia, outro capta outra freqüência/sintonia, uma percebe os amparadores, outro percebe os assediadores e por aí vai.

Temos a clarividência extrafísica, para quem está projetado ou fora do corpo e a clarividência "normal" ou intrafísica de quem a exerce na vigília. Temos ainda os fenômenos de Autoscopia.

Temos a Autoscopia Projetiva, que é a faculdade de o indivíduo ver ou sentir a si mesmo. Esta pode ser interna ou externa. A interna, como o próprio nome diz, o sujeito observa o interior do próprio corpo, a externa ele observará o exterior. Semânticas e polêmicas a parte, a Autoscopia me parece um tipo de Clarividência. Neste ponto exato, sugiro aos pesquisadores sérios e sem preguiça mental, os que não estejam por demais condicionados em Kardec e Chico/André Luiz (que são excelentes), ler o livro de Waldo Vieira Projeciologia. A clarividência é anímica e pode ser ampliada por condição mediúnica diante de um acoplamento áurico de amparador. A clarividência do amigo espiritual somada com a clarividência do sensitivo (sinergia), se reforçam abrindo os canais de percepção. No fenômeno da clarividência não há interferência de uma mente externa, senão cai no fenômeno da Telepatia.

Estes conceitos que proponho, são de minha autoria e responsabilidade e como estudante acadêmico de Parapsicologia como ciência, devo advertir que na Parapsicologia as conceituações são diferentes quando não são justo o contrário. Citarei trecho de Parapsicologia de site estritamente acadêmico e científico para vocês um pedacinho da diferença.

*** Do site: http://www.pesquisapsi.com/content/view/2267/86/lang,pt/

"Um dos maiores desafios para os estudiosos da ESP é a questão da violação das leis de tempo e espaço propostas pela Física clássica. A percepção extra-sensorial divide-se, didaticamente, em telepatia e clarividência. A telepatia ocorre quando há transmissão ou captação de informação entre duas pessoas. Quando a informação é obtida do meio ambiente, sem o envolvimento de uma outra mente, diz-se que ocorreu um fenômeno de clarividência. As pesquisas evidenciam que não há limites de distância entre a pessoa que "recebe" a informação e a pessoa ou local de onde ela possivelmente teria partido. Portanto, desafia os limites impostos pelo conceito de espaço em Física.

Quanto ao tempo, tanto a telepatia quanto a clarividência podem ser: (a) precognitivas (quando a informação se refere a um fato que ocorrerá no futuro); (b) simulcognitivas (quando o fato está ocorrendo no mesmo momento em que a informação é transmitida ou captada); (c) retrocognitivas (quando diz respeito a um evento ocorrido no passado sobre o qual a pessoa que "recebe" a informação não tinha conhecimento prévio).

Como foi dito, essa divisão é meramente didática e serve mais para estabelecer parâmetros de objetivos nos experimentos feitos em laboratórios. No caso dos fenômenos psi que ocorrem no cotidiano, muitas vezes é impossível distinguir e denominar didaticamente o que ocorreu. Por isso, Rhine introduziu a denominação percepção extra-sensorial em geral para englobar tanto os fenômenos de telepatia quanto os de clarividência. A sigla utilizada para a percepção extra-sensorial em geral é GESP, do inglês general extrasensory perception. (Beloff, 1993, p. 135)

A psicocinesia, outra categoria de fenômenos estudada pela Parapsicologia, diz respeito aos fenômenos extra-motores. Assim, a psicocinesia, ou PK (do inglês psychokinesis), está relacionada à movimentação de objetos sem a intervenção dos músculos ou utilização de algum aparelho ou mecanismo conhecido. Popularmente, a PK é conhecida como a ação da mente sobre a matéria. "


*** Fim da citação.

 

Diga-se de passagem, explicar os fenômenos mediúnicos é mais complicado que explicar os fenômenos projetivos, que me parecem um pouco mais elucidados (pelo menos na literatura existente e pelo menos para mim).

Há pessoas que possuem enorme resistência a termos novos (neologismos) e já fui sumariamente expulso de uma lista de espíritas
e simpatizantes, apenas por usar num artigo impessoal e esclarecedor a palavra "holopensene", no entanto, néscios, incautos e ortodoxos a parte, é preciso aceitar novos termos, novas abordagens e novas idéias. Imaginem um estudante que vai fazer medicina, durante as aulas e recusa os termos técnicos? Não passa de um tolo.

Portanto, prepare-se para daqui a pouco ler alguns neologismos que vão surgir no meu texto. Eu previno o leitor, se você sente o estômago embrulhar, é melhor largar tudo e ir participar de churrascadas e danças do créu, que aqui é para gente inteligente que quer estudar sem preconceito. Sinônimo para o termo preconceito: IGNORÂNCIA, MEDO, etc.

Então por minha própria observação despreconceituosa observei dois tipos de clarividência: uma aparentemente mais "externa" em nível de chacra frontal e outra mais "interna" em nível de intuição, se bem que não sei bem se esta palavra serve, mas é o que tenho no momento. A clarividência externa é mais panorâmica e a clarividência interna é mais mental. Então, levando estas considerações para as outras mediunidades, o processo se repete na clariaudiência também, que pode ser mais externa, em nível de chacra laríngeo, ou mais interna, em nível de intuição. Considero que os eventos mediúnicos em nível de intuição, se dão mais pelo chacra coronário, embora outros chacras em segunda instância participem também. É algo que preciso desenrolar melhor para o futuro e escrever. Creio que fui claro.

4. O que é alterar o spin?

Alterar o spin se refere aos chacras. Os chacras giram no sentido horário, pela regra da mão direita, para exteriorizar energias e no sentido anti-horário para captar energias. A regra da mão direita consiste em fechar o punho (da mão direita, lógico) e levantar o polegar. Encoste o polegar no seu cardíaco (apenas como exemplo e facilidade física). Os 4 dedos dão o sentido do giro do chacra no sentido anti-horário, no sentido da exteriorização de energias.

Bem, quanto mais dilatados, limpos e brilhantes os chacras, melhor, mais circulação de energia, mais saúde e mais força. Num desencarnado (espírito) não há mais chacras, existem parachacras ou chacras do corpo astral (psicossoma). A idéia do sentido de giro dos chacras nos espíritos é a mesma do que para os encarnados, mas tudo é mais sensível e vital nas energias e nos chacras destes desencarnados.

Portanto, quando aparece um espírito negativo com muita força mental (por exemplo um Mago Negro), é preciso diminuir a velocidade do giro do chacra frontal, que ele perde força ou até mesmo inverter o sentido do giro do chacra. O chacra frontal é o responsável pela vontade e pelo controle dos outros chacras.

Spin, na física e na química se refere ao sentido do giro (rotação) do elétron que é convencionado +1 num sentido e -1 noutro, não
importando muito os detalhes. Então o termo spin, ou melhor, alterar o spin do chacra, se refere a mudar o sentido do giro no chacra. Está elucidado.

5. O que é salto quântico?

Outro termo muito utilizado em Apometria. Também se refere à mudança de energia na órbita do elétron situado na eletrosfera. Quando o elétron ganha energia vai para uma órbita mais externa, quando perde energia salta para uma órbita mais interna. Nestes "saltos" ele, o elétron, não pula, ele some e aparece. Daí a força de expressão "salto quântico" quando alguém se modifica demais para o bem ou no sentido de algo. Apenas força de expressão sem nada de
física quântica.

6. O que Física Quântica tem a ver com Apometria?

Melhor ler o livro do Dr. Lacerda Espírito e Matéria – Novos horizontes para a medicina para ter uma idéia clara da coisa. Eu não
vou entrar nesse mérito ainda.

7. Apometria Cósmica funciona?

Apometria Cósmica é a teoria que espíritos muito elevados se comuniquem, ajudem e trabalhem diretamente com indivíduos densos, atrasados e pretensiosos como a raça humana. Seria algo como contratar Einstein para dar aula no "prezinho" ou creche de subúrbio pobre de São Paulo e ensinar a Teoria da Relatividade e explicar cálculo avançado diferencial e integral. Tem sentido isto? É a maior viajada na maionese.

Seus amparadores, os meus e de qualquer um são de um nível ligeiramente melhores que nós. Quando alguém possui um "dharminha" melhorzinho é que vem um espírito "melhorzinho" fazer um trabalho e dar uma mão para ele.

Quero destacar algumas exceções bem sérias aqui. Espíritos como Jesus, Buda (Sidarta Gautama), Krishna, entre outros, que mesmo em plano mental livres da roda das reencarnações, podem se manifestar para qualquer um de nós, seres simples e singelos, pois eles não são orgulhosos, arrogantes e metidos como nós humanos, que nos sentimos importantes. É mais fácil Krishna ou Jesus aparecerem aqui para mim ou para você aí do que para o Papa e outros cargos importantes e considerados pelos humanos. Apometria Cósmica é mais um fruto da New Age entre outros misticismos néscios.

Dalton - www.consciencial.org

 

A seguir posto seis artigos meus sobre Apometria, assuntos correlatos
e pertinentes para auxiliar o entendimento da mesma aos pesquisadores
e estudantes.

 

Apometria: o que é e como funciona

A Apometria jamais será entendida do ponto de vista espacial: ela deve ser analisada do ponto de vista consciencial. Na ótica das EFCs (experiências fora do corpo), compreende-se com facilidade a idéia de "estar fora" e de "estar dentro" do corpo físico. Na ótica da mediunidade, uma consciência extrafísica (espírito desencarnado) ou um encarnado projetado (posto para fora do corpo físico) se manifestam por intermédio de seu perispírito (psicossoma) e podem se acoplar a um médium para interagir de alguma forma.

Não existe entrada ou interpenetração do corpo espiritual sutil ao corpo físico do médium, mas tão-somente uma interfusão intensa de suas auras, com intimidade (sintonia) em seus chacras. Do ponto de vista do Budismo e da Teosofia, os veículos de manifestação da consciência (holossoma) são divididos em sete. Já na ótica do espiritualismo, do espiritismo heterodoxo e da Conscienciologia (entre outras linhas de pensamento mais novas), há apenas três veículos (os corpos fisico, astral e mental), sendo o energético (duplo etérico ou energossoma) apenas um invólucro que não (com)porta a consciência.

Em verdade, não existe um número determinado de veículos de manifestação da consciência. É como contar o número de cores de um gradiente linear que tende ao infinito. Os veículos do holossoma recebem rótulos unicamente para fins didáticos. Em planos (também denominados "dimensões" ou "densidades") mais sutis as leis da Física são diferentes. À exceção do corpo físico, os veículos de manifestação da consciência não são deixados em "cemitérios" astrais: ao contrário do que apregoa por aí, eles vão apenas se sutilizando, sem descarte ou "morte". A Física Quântica comprova o paradoxo de que a matéria não existe. Existe tão-só o campo. Toda "realidade" é um campo de informação ou de consciência. Por conseqüência, a Física Quântica desconstrói o tradicional conceito espacial de tempo-espaço, "dentro" e "fora", "cima" e "baixo".

Expostas, em poucas palavras, noções básicas de projeção da consciência, de mediunidade, de holossoma e do conceito de "dentro" e "fora", prossigamos com o estudo da Apometria.

***

A Apometria trabalha com sintonia. Não incorpora egos. Não incorpora veículos de manifestação da consciência. Poucas vezes retira alguém do corpo físico (projeção da consciência; viagem astral). Ao contrário do que se pensa, raramente médiuns saem do corpo físico para atenderem no umbral ou na casa do paciente.

A mediunidade não possui características estanques. Não se pode defini-las com a segurança com que se definem, na Biologia, as células e os tecidos dos organismos vivos. Daí a dificuldade das pessoas compreenderem o mecanismo da Apometria – dificuldade extensiva a muitos médiuns e dirigentes apômetras.

Após encerrado o atendimento na Casa Apométrica, a seção apométrica pode continuar no astral, a exemplo do que ocorre com sessões espíritas convencionais. Contudo, neste breve trabalho, estamos enfocando a seção apométrica em sua faceta consciente, intrafísica, ao vivo e a cores.

Quando sintoniza o corpo mental concreto (ou inferior) ou o corpo mental abstrato (ou o superior) do paciente, o médium de incorporação (também chamado de "médium de passagem") não incorpora o corpo mental do paciente – diferente do que aconteceria se "recebesse" um espírito desencarnado.

Com a ajuda dos amparadores extrafísicos (mentores) da seção apométrica, a sensibilidade espiritual do médium permite que sintonize com determinada faixa consciencial do paciente e faça varredura bioenergética e psicométrica em seus chacras, nádis, parachacras e paranádis.

Como tudo no universo é campo (mesmo a matéria mais bruta), nossos veículos de manifestação da consciência constituem campos e emanam energias, tais quais rádios-transmissores conscienciais potentes, como livros abertos à leitura de sensitivos lúcidos e de médiuns receptivos, operando em seção apométrica organizada.

Todos somos transmissores conscienciais. Os sensitivos captam nossas faixas de freqüência consciencial, as quais, por sintonia objetiva, podem ser "lidas" na seção apométrica. As pessoas se espantam ao ver o transcorrer de uma seção apométrica eficiente, realizando com sucesso seus trabalhos de assistência e cura. Às vezes, os termos utilizados pelos apômetras impressionam. Exemplos: salto quântico, spin, despolarização de memória, campos magnéticos, chips astrais, contagem em português ou grego e pulsos energéticos.

O que prejudica o entendimento do processo é o condicionamento intrafisico, visão espacial, de "dentro" e "fora", falta de conhecimento da espiritualidade e de seus mecanismos em geral, assim como escassez de um pouco de cultura científica, mesmo que leiga.

"Dentro" e "fora" é uma ótica espacial que não se aplica à Apometria, que deve ser estudada do ponto de vista consciencial. O termo "salto quântico" é estudado em Química Básica, em relação à órbita do elétron em volta do núcleo. Quando o elétron ganha energia, dá um salto quântico para uma órbita mais externa. Quando perde energia, dá um salto quântico para uma órbita mais interna. A Física Quântica descobriu que o elétron não salta nem pula: simplesmente desaparece, deixa de existir e reaparece na órbita de destino. Descobriu também que a energia física possui medidas exatas – quantidades exatas e inteiras chamadas de quantum, quanta ou quantidade.

Talvez aí esteja o porquê da eficiência das contagens que sugerem "pulsos energéticos", presentes desde a clássica hipnose até a contemporânea Apometria.

Em vez de fluxo linear contínuo e constante, os pulsos energéticos (por meio das contagens) acumulam mais energia e disparam com mais eficiência (hipótese de trabalho).

Serve de analogia o velho pilão de água que existia na roça. Colocava-se o milho no pilão, que possuía uma alavanca. Em um extremo, o martelo socava o milho. Em outro extremo, o recipiente recebia a água da bica. Ao descer a cuia do pilão, a água escorria, ficava leve, a cuia vazia subia e o pilão descia com seu peso natural, socando o milho e o transformando em fubá.

Quanto ao termo spin, a rotação do elétron pode ser +1 ou -1, conforme o sentido de giro. Os chacras podem ser acelerados (aumento do spin) ou desacelerados (diminuição do spin ou da velocidade de rotação). Toda força de espíritos recalcitrantes (inclusive a de magos negros) é retirada por meio da desaceleração (diminuição do spin) dos chacras coronário ou frontal, a depender do caso concreto. O frontal é o centro da vontade. Considero o termo "magnético" equivocado. O correto é bioenergético (ou energético). Magnetismo se refere a ímã, a um campo físico mensurável por equipamentos conhecidos, de acordo com o contexto eletromagnético. Embora com raridade o corpo humano o manifeste em processos paranormais, mais raro ainda refleti-lo em processos normais (cotidianos).

Tanto faz as contagens serem em grego ou em português ou de 1 a 3 ou de 1 a 7. É apenas método pessoal do dirigente, talvez reflexo de sua bagagem acadêmica.

A formação de campo bioenergéticos de proteção em forma de volumes geométricos corresponde à plasmagem de uma forma-pensamento (ou morfopensene) – quanto mais utilizada, mais eficiente se torna (evidentemente, a proteção maior vem dos amparadores extrafísicos do trabalho).

As formas pensamento de estrelas de seis ou cinco pontas e os campos em forma de pirâmide agregam valor de proteção, em função da egrégora que evocam como senhas energéticas de conexão, ou seja, funcionam como yantras mentais para os encarnados e yantras reais para os desencarnados, pois estão, de fato, plasmados em três dimensões (3D) no astral imediato aos trabalhos de Apometria. Esses campos atuam como transformadores de energia natural. Veja, nesse sentido, estudos sobre as pirâmides físicas. Outros campos e luzes ficam a gosto de cada um – terão efeito potencializado por simpatia e afinidade pessoais, influência psicológica sadia a dinamizar as bioenergias dos afinados.

Noventa por cento (empirismo meu) das percepções espirituais das seções de Apometria dos médiuns de suporte se dão por clarividência objetiva, intuitiva ou mental. Apenas um ou dois médiuns incorporam os níveis, obsessores e amparadores dos pacientes e do trabalho em geral.

O sentido de clarividência na Parapsicologia (ciência convencional) difere da acepção utilizada no espiritualismo. A Parapsicologia emprega esse vocábulo no sentido de "visão à distância" (remota).

Há quem confunda clarividência com outras percepções sensoriais. Vidente é quem vê. Só não é vidente quem é cego. Se você está lendo estas linhas, é vidente. Vidência não se confunde com clarividência (esta permite, inclusive, enxergar o extrafísico de olhos físicos fechados).

Para uma seção de Apometria, recomendável, no mínimo, três pessoas (um dirigente com razoável parapercepção e dois médiuns de incorporação, também chamados de "passagem"). Ideal, entretanto, a presença de vários médiuns de suporte e de um auxiliar que anote e organize os papéis de atendimento e fichas de pacientes.

Constatei no grupo que freqüentei que o campo bioenergético nos trabalhos de Apometria estimula a clarividência de todos os colaboradores, tamanha a importância, na Apometria, de se desenvolver a parapercepção do dirigente e dos médiuns de incorporação e suporte.

***

Os que preferem o método clássico de doutrinação religiosa entronizado ao longo do século XX nos centros espíritas e espiritualistas brasileiros, criticam a Apometria porque esta não "evangeliza" o espírito obsessor. Todavia, em complexas obsessões espirituais a tentativa de "evangelizar", "sensibilizar" ou "conscientizar" o espírito obsessor não surte efeito. Evangelizar magos negros é tão eficaz quanto ensinar lições de fraternidade a um psicopata.

Seria "mais fraterno" deixar os pacientes com os chips trevosos e os magos negros e seus asseclas soltos, fazendo o que fazem? Analogamente, seria mais fraterno nossos policiais não portarem armas de fogo, pois podem ferir os bandidos que nos assaltam e nos matam? A correlação é a mesma.

Talvez fosse mais fraterno abandonar a ortodoxia da pureza doutrinária, intransigente e radical. Talvez fosse mais fraterno não discriminar a Umbanda e suas entidades como "inferiores" ou "primitivas". Talvez fosse mais fraterno abandonar o sentimento de superioridade teórica baseado nos conhecimentos espíritas e espiritualistas. Talvez fosse mais fraterno democratizar o acesso ao conhecimento espiritual além de distribuir comida. Talvez fosse mais fraterno menos proselitismo religioso e mais esclarecimento espiritual. Melhor ensinar a pescar a dar peixe a vida inteira.

A Apometria é mais fraterna por ser mais eficaz. Atua no cerne da obsessão, com visão de conjunto. Sim, toda cura é uma autocura e depende da reforma íntima do paciente – mas isso é válido em qualquer situação. Não podemos ignorar técnicas avançadas em prol da "pureza doutrinária". Associemos as boas técnicas à elevada ética e cosmoética, considerando as peculiaridades de cada contexto.

Acostumados ao método da doutrinação evangélica, teme-se a mudança. Porém, servir significa pensar em como melhor amparar a humanidade, ainda que tenhamos de sacrificar nossos condicionamentos e preconceitos.

***

O misterioso não está na Apometria, mas na falta de entendimento desse processo. O ser humano teme e repele o que não entende.

A principal característica da Apometria radica na abrangência de sua assistência espiritual. A Apometria investiga o corpo astral do paciente, seu habitat (ambiente doméstico e/ou profissional), obsessores locais e não-locais (baseados em outros níveis do umbral). É muito mais poderosa que o passe e a doutrinação convencionais. Detecta e retira equipamentos extrafísicos mecânicos e eletrônicos (paratecnologia) do psicossoma (corpo astral) dos pacientes. Só não dá suporte psicológico, o qual nem o passe e nem o auxílio fraterno dão. Muitos casos só são resolvidos por meio de boa terapia e leituras que ensejem maior autoconhecimento e auto-enfrentamento.

Os passes não são meios suficientes nem instrumentos exclusivos para a retirada de chips extrafísicos dos pacientes.

Na retirada dos chips extrafísicos a Apometria é bastante eficaz, secundada por outros métodos, a depender do caso concreto, inclusive do paciente. Exemplo: em determinadas circunstâncias, remédios homeopáticos de alta potência destroem ou descolam equipamentos extrafísicos aderidos à aura ou ao psicossoma do paciente.

As práticas bioenergéticas (exercícios efetuados com os chacras e potencializados com mantras), se efetuados com regularidade e disciplina, podem ser eficazes na retirada desses equipamentos extrafísicos.

Quem já efetua essas práticas, dificulta a inserção de quaisquer equipamentos astrais negativos em suas auras e psicossomas.

Há uma prática bioenergética chamada "MBE" (mobilização básica energética – http://www.consciencial.org/autodefesa.html
<http://www.consciencial.org/autodefesa.html> ), bastante eficiente na destruição de implantes de paratecnologia negativa. Mas para nenhum caso existe regra, "receita de bolo". Depende de suas brechas cármicas, de seus pensenes (pensamentos, sentimentos e energias), de suas intenções e da disciplina espiritual. A maioria da humanidade é imatura consciencialmente (crianças espirituais): não lê, não estuda, não faz práticas bioenergéticas, não investe na reforma íntima, ora com a boca e só pede sem agradecer. Se faz um, não faz o outro e vai vivendo. Há os que acreditam em tudo que vem da New Age e há os que duvidam de tudo. "Os extremos se tocam." (Hermes Trimegisto)

Embora a maioria se regozije da inércia e da ignorância conscienciais, nada pára nem desacelera uma minoria de seres lúcidos e operosos, que, contra a maré das futilidades sociais, do ceticismo dogmático, da fé irracional, da ciência sem consciência e dos interesses econômicos dos impérios teológicos, faz o seu trabalho com dignidade, mantendo elevada a sintonia espiritual, ombro a ombro com seus mentores extrafísicos e espíritos de luz.

É mais cômodo negar do que entender. A Apometria veio para ficar.

Dalton - www.consciencial.org

 

Aos Irmãos Umbandistas e Apômetras

por Dalton Campos Roque de Ramatís

Aos irmãos umbandistas

Os rituais da Umbanda são muito bonitos e sedutores, as giras são envolventes e atraem cada vez mais pessoas neste país de gente de bom coração. É indispensável, entretanto, levar exercício mental aos "terreiros" dessa religião tão bonita. Os "chefes" de "terreiro" devem inserir palestras com técnicas, ensinamentos e teor moral. As incorporações e a ritualística são fáceis e gostosas, mas o exercício mental demanda estudo e esforço – dois atributos imprescindíveis à dinamização da evolução consciencial (espiritual) de cada um, fruto de esforço pessoal e intransferível.

Aos irmãos apômetras

As técnicas da Apometria ainda não são bem-entendidas, pois são sofisticadas. São técnicas de culturas antigas, cujas civilizações há milênios foram extintas por cataclismos. Aguardamos a oportunidade mediúnica para futuramente elucidar melhor essa questão, o que não importa no momento. É fundamental a sinergia do grupo de apômetras. Em diapasão mental adequado, atinge potência quadrática (elevada ao quadrado), em que dez trabalhadores afinados e em alta sinergia valem por cem pessoas (o que também se aplica a outros grupos). Daí a importância do grupo apômetra desenvolver aguçado nível técnico, mediúnico e sinérgico.

Os apômetras devem estudar bem os mantras e agregá-los a suas técnicas, a fim de dinamizarem ainda mais os trabalhos de assistência espiritual. Aos adeptos da Umbanda e das demais linhas que prestam amparo extrafísico recomendamos que estudem e utilizem a Apometria como ferramenta assistencial de seus trabalhos. O brasileiro é naturalmente eclético para muitas coisas, mas no campo técnico ainda é ortodoxo. Precisa de mais ecletismo, universalismo técnico que reúna, além dos conhecidos valores morais, uma síntese técnico-consciencial a aperfeiçoar a Apometria no Planeta.

Por enquanto, a Apometria ainda está engatinhando, embora já demonstre resultados eficazes. Ela é uma das características da futura Era de Regeneração da Terra e irá crescer muito, mas, para dinamizar esse crescimento, é oportuno fazer chegar em suas mãos este comunicado.

Estamos com vocês.

Fiquem na Luz!

Ramatís, por meio da mediunidade de Dalton Campos Roque.
Curitiba, PR, 22 de fevereiro de 2007.

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Intelectualidade x Discernimento Consciencial

Tenho ouvido falar em muitos grupos de pesquisadores e espiritualistas sobre idéias, mestres, caminhos e opiniões (inteligentes e bem formadas por bons intelectuais e sensitivos) sobre a condição de sempre questionar tudo e nunca "puxar saco" de algum mestre.

Tenho observado muitas condutas e pretensos universalistas carregados, muito mais pelo orgulho e vaidade do que por qualquer outra coisa.

Através das palavras e do intelecto, pode-se argumentar e questionar tudo, mesmo sem qualquer razão ou base sólida, mas a condição intelectual de questionamento não é exatamente proporcional à competência no exercício do discernimento consciencial.

Enquanto o ego é porta de acesso para os obsessores, a humildade é a porta de acesso aos amparadores, amplia o discernimento consciencial e nos aproxima da verdade.

Às vezes, o silêncio do lixeiro é mais lúcido que a eloqüência do filósofo. Já testemunhei um bom argumentador defendendo até mesmo seus defeitos.

Aqueles que em outros tempos eram mestres, hoje se apresentam em novos corpos físicos, como professores, instrutores e palestrantes, usando jeans e calçando tênis. Eram respeitados e ouvidos em silêncio. Hoje são desafiados pelos egos mais teimosos e recalcitrantes, que, além de não aceitarem os argumentos, ainda desejam impor os seus próprios.

O respeito é, no mínimo, inteligente, diante daqueles que possuem um pouco mais de experiência do que nós em algum ponto. A humildade inteligente é um grande conhecimento, pouco exercido nos dias de hoje. Através dela, não só a intelectualidade e o parapsiquismo (paranormalidade) limitados se ampliam, mas, também, o discernimento consciencial.

Vivenciamos uma época de competição de idéias, onde cada um deseja dar sua palavra, de preferência um último verbo ou linha com o nome bem destacado em baixo. A distorção prevalece sobre os valores. A literalidade suplanta o conteúdo. As letras têm primazia sobre a essência. E o "careta" é lançado fora como ultrapassado.

A honestidade, a sensibilidade e a humildade são motivos de chacota para os moderninhos (atiradores egóicos) espiritualistas da "Nova Era".

O questionamento, se não é uma crítica construtiva, é apenas vaidade intelectual e vazia de conteúdo, sem essência consciencial. As pessoas trocam o antigo por um rótulo novo e se perdem no vazio.

É melhor eu me "calar" e me reduzir à minha própria insignificância, pois prefiro ser o silêncio do lixeiro a ser o ego do filósofo. Prefiro ser a mão que limpa a vida, mesmo se sujando, a ser o limpo que vive sujando a vida.

Cada um tem a melhor idéia, o melhor ponto de vista ou a melhor argumentação e, também, o melhor ego. Aquele ego do tipo "xícara cheia", onde não entra mais chá de sabedoria, pois a válvula que regula o conteúdo já não está mais presente: a humildade.

Quer aprender? Seja humilde! Deseja paz? Seja humilde! Quer evoluir? Seja humilde!

A humildade vem antes do esforço e da vontade, para que se façam valer as novas experiências. Sem ela, uma vontade e inteligência firmes podem se tornar tolas e com experiências perdidas.

Sem a humildade, você não reconhecerá ninguém à sua frente. Podemos aprender até com quem sabe muito menos do que nós. Somos partes do Todo, mas não toda a totalidade.

Precisamos uns dos outros, pois a caminhada é longa e dolorosa. Se não dermos as mãos, a dor será maior. Mais longo será o caminho.

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Ler não é entender e muito menos aprender
Comunicabilidade consciencial

A evolução é um aprendizado multidimensional agregado a sua consciência através de seu holossoma. O holossoma são os diversos corpos que possuímos, cada qual em sua dimensão (multidimensionalidade) pertinente. Corpo físico, astral e mental, etc.

Passamos por diversas experiências em muitas vidas de outrora, e o saldo das mesmas se sintetiza na consciência que se manifesta hoje em cada um. Eu sou uma consciência, você é uma consciência, ente ou ser.

A capacidade de aprender, de perdoar, de perseverar, etc, o ódio, o rancor, e inveja, etc, também demonstra o que somos, mas este lado negativo não é saldo, na verdade é o resultado do não aprendizado, que ainda trazemos para o agora.

A experiência de persi de nada vale, mas se rendeu um saldo, alguma coisa boa, então valeu, caso contrário repito o ano na escola da vida e lá vou eu reencarnar e passar pela experiência de novo. Longe daquele conceito popular e ignorante de castigo de Deus, karma, vingança, etc.

Temos as provas kármicas (mais duras) e as burilações evolutivas (mais suaves), de qualquer forma, todos são sempre pressionados pelo processo evolutivo (Lei Maior, Deus, Lei Cosmoética, Moral Cósmica, etc.) a avançar de alguma forma.

É a decisão difícil a tomar, a prova de destino, o problema de família, trabalho ou saúde, incontáveis possibilidades. É normal sentir desconforto existencial ao receber pressão ou dor. É o estímulo extrínseco que nos faz caminhar e evitar a inércia consciencial. Aquele velho refrão que leva o carvão ao diamante.

Analisemos o que somos hoje: Como estamos? Como nos sentimos? Quais os meus conflitos? Sinto ódio? Sinto amor? Em quais contextos estes sentimentos se revezam e se contrapõem? Não é fácil, né gente!

Então nível de compreensão de cada um é diferente. Um consegue abstrair e o outro não. Um consegue intelectualizar num nível mais profundo, o outro não. Um possui visão de conjunto, o outro não. Um possui percepção de síntese, o outro não. Um se expressa bem, o outro não.

São as chamadas inteligências humanas, nada mais do que talentos evolutivos conceituados de forma didática e mais específica.

Então até onde vai o poder de um texto? Da expressão de seu autor e a competência de sua comunicabilidade? Uma imagem vale mais que mil palavras, e um exemplo vale mais que mil imagens, mas todos possuem as entrelinhas sutis e subliminares.

Qualquer processo de comunicação e seu conteúdo, possui várias camadas de sutileza, onde o entendimento de cada um, relativo, pode atingir e entender. Há a sutileza de um possível código implícito (mensagem subliminar), há a mensagem explícita, mas as entrelinhas mais sutis são um agregado das energias do autor e do pensene (pensamento, sentimento, energias) original que o intuiu inspirou. Esta última perceptível somente os mais argutos e perspicazes.

As mensagens (comunicações) são "tetraedros" ou volumes multifacetados, onde cada face adiciona um teor de riqueza e clareza na informação como um todo (complementaridade).

A linguagem humana, tridimensional, limitada relativa, jamais vai ser eficiente para trazer "cá para baixo" uma idéia (pensene) consciencial elevado.

Da mesma forma que expliquei bem no final do livro O Karma e suas Leis, um paradoxo não é a mesma coisa que uma contradição. A contradição é um antagonismo direto e claro, o paradoxo é uma "contradição" sutil e complementar, que é o que acontece na expressão humana cotidiana, racional, intelectual na elaboração de uma mensagem consciencial elevada trazida para "cá para baixo".

Estas sutilezas e nuances discretas das mesmas, acaba nos obrigando a elaborar recursos espositivos-didáticos-esquemáticos-intelectuais, artimanhas humanas, que vivem numa dimensão densa e de expressão tão limitada.

Vi fazer, não aprendi, embora possa ter entendido. Fiz e aprendi, embora possa não ter assimilado suficiente.

E então só as provas da vida, ou talvez melhor, das vidas, para que o lento aprendizado de cada um se decante na alma do próprio
discernimento consciencial.

Quanto mais do "alto" eu observo, mais consigo discernir. Do relativo ao Absoluto prossigo, teimando em aprender a comunicar e a me expressar.

 

A refutação e a lógica

A lógica de um, não é a lógica do outro, argumenta o leigo. Se assim for então à definição e o sentido da "lógica" não existe, foi quebrado e destruído.

Segundo o Aurélio algumas definições de lógica:

1. Conjunto de estudos que visam a determinados processos intelectuais que são condição geral do conhecimento verdadeiro.
2. Conjunto de estudos tendentes a expressar em linguagem matemática as estruturas e operações do pensamento, deduzindo-as de número reduzido de axiomas, com a intenção de criar uma linguagem rigorosa, adequada ao pensamento científico tal como o concebe a tradição e empírico-positivista.
3. Conjunto de estudos, originados no hegelianismo, que tem por fim determinar categorias racionais válidas para a apresentação da realidade concebida como uma tonalidade em permanente transformação.
4. Coerência de raciocínio de idéias. Etc.

Mesmo vivendo numa dimensão densa e tão relativa, a lógica é a lógica, de persi intuitiva, com nuances claras e abertas em sua base e como sempre com nuances sutis aos mais perspicazes. Se não possuir nuances claras, e apenas sutis, passa a fazer parte de uma outra camada da realidade, visível apenas para os mais sagazes, como expomos anteriormente.

Tentarei explicar em detalhes o que é a lógica nos pensamentos humanos e tentar descobrir e explanar complexos paradoxos. Então a própria lógica possui suas camadas de exposição de si. A lógica de um, só percebe as camadas mais densas e grosseiras e a lógica do outro percebe as camadas mais profundas e sutis. Quanto mais profundamente minha consciência consegue observar as "Camadas lógicas" nos eventos conscienciais, mais visão de conjunto eu possuo.

Lógica em algum nível, qualquer um possui, ou seja, saber que 1 + 1 = 2 é fácil. Perceber as nuances mais profundas de um processo bioenergético ou consciencial, revela parapercepções mais sofisticadas de uma consciência. A lógica de apenas uma face do "tetraedro" de contexto não é a mesma coisa que observar todas as faces do mesmo, em conjunto. Uma face pode ser paradoxal a outras e a única solução é a aprofundar em mais uma camada de observação, então a resposta aparece.

As vezes ela só consegue se expressar através de um olhar, exige tempo para a elaboração intelectual e depois mais tempo para ser articulada nos moldes da comunicação humana.

Por isto é tão difícil entender "a lógica do outro", e mais difícil ainda ao que observa os planos rasos (camadas) do processo, entender a visão/opinião e daqueles que já vislumbram algumas camadas mais profundas. Longe de querer ser dono da verdade relativa, dono da verdade absoluta e o dono da "lógica", eu aqui agora apenas expresso a minha lógica com as razões que eu conheço o no livre arbítrio de minha democrática e universalista manifestação de livre pensador.

***

Mais uma vez esta idéia me veio em rompante, logo após o almoço em 23 do dez de 2006. Ontem fiz uns exercícios bioenergéticos ao deitar e mais cedo um outro trabalho em grupo, mas não importa, eu deitei no oferecendo meu amigo espiritual o muito humildade, para que fosse pertinente bem adequado, sem nada escolher ou pedir.

Creio que ganhei uma projeção é um bate-papo com meu amparador sobre lógica e pontos de vista, após minhas refutações contra o evento do portal místico e a visão das pessoas em geral. O objetivo de meu amparador foi apenas de ajudar a me moldar e ser mais didático já que de fato me dispusesse isto com profunda sinceridade.

A eu poderia ficar com um texto na gaveta, como já tenho feito com alguns deles, mas resolvi dividir com todos, abrindo os bastidores conscienciais de meu coração. Aliás este texto, como qualquer outro, também pode ser distorcido pelos relativos graus da compreensão/incompreensão humana. Espero que seja útil a alguém.

Dalton Com Roque e Andréa L. Silva

 

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Lucidez Extrafísica x Discernimento Consciencial

Dalton Campos Roque

As palavras são relativas. Podem ser distorcidas a gosto da intelectualidade e comunicabilidade de cada um.
Até as boas idéias podem ser mal compreendidas. A falácia é um erro sutil, oculto, escondido atrás de uma boa argumentação que pode ser utilizada de boa ou má-fé, conforme o interesse de seu agente.
A condição parapsíquica não reflete o nível evolutivo. Da mesma forma que cultura não se confunde com sabedoria, ser médium bom não significa ser evoluído, fazer projeções da consciência (viagens astrais) lúcidas não significa ser evoluído.
Lucidez extrafísica é diferente de discernimento consciencial. Há muitos religiosos não-reencarnacionistas que possuem projeções lúcidas, clarividência e algo mais. Nem por isso trocam suas religiões por uma linha reencarnacionista ou se dedicam ao estudo das projeções da consciência.
Conheço casos pessoalmente. Há muitos espiritualistas que se tornam escravos de suas próprias interpretações intransigentes de suas experiências pessoais. Possuem boas experiências espirituais, mas, por falta de discernimento consciencial, a interpretação das mesmas é altamente prejudicada e podem até gerar efeito contrário (antievolutivo).
Não basta possuir mediunidade ostensiva e ser médium competente para poder dizer que possui a verdade. Não basta ser projetor consciente para poder dizer que detém a verdade.
Excelentes médiuns e projetores que adotam interpretação intransigente da vivência pessoal são escravos de dogmas piores que os doutrinários e filosóficos.
Infelizmente, na dimensão intrafísica (3D ao vivo e a cores) não há "receita de bolo" para nada, muito menos no que tange à condição humana e menos ainda quanto ao espiritualismo.
Universalismo não se aprende: desenvolve-se a partir de uma vontade íntima, só despertada após o florescimento de meia dúzia de virtudes – a primeira é a humildade, principal atributo do ato de aprender.

 

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Breve Estudo sobre Holopensenes

Dalton Campos Roque
http://www.consciencial.org

SUMÁRIO: Introdução; 1 O que é holopensene?; 2 Holopensenes, egrégoras e negrégoras; 3 O pentagrama – senha para uma egrégora; 4 A eficácia dos rituais; Conclusão.

INTRODUÇÃO

O poder de um símbolo e o seu caráter "benéfico" ou "maléfico", "positivo" ou "negativo" não existem por si só:
dependem do contexto bioenergético e cármico do caso concreto, bem como dos holopensenes envolvidos.

Neste artigo, delineamos as noções básicas sobre o assunto.

1 O QUE É O HOLOPENSENE?

Holopensene constitui expressão-síntese. Holopensene = holo + sen + ene = conjunto (holo) de pensamento (pen) que gera um sentimento (sen), o qual, por sua vez, gera a respectiva energia (ene).
Um pensene é um pensamento decorrente de um sentimento, o qual, por sua vez, produz uma energia, moldada pela qualidade do pensamento que a concebeu.
Um conjunto de pensenes forma uma bolha bioenergética maior: o holopensene – positivo ou negativo, fugaz (efêmero) ou consolidado (duradouro).
Seguindo essa linha de raciocínio, a forma-pensamento consiste em um morfopensene.

2 HOLOPENSENES, EGRÉGORAS E NEGRÉGORAS

Na psicosfera terrestre, onde, desde tempos imemoriais, coexistem correntes de pensamentos, sentimentos e energias voltadas ao bem e ao mal, ao elevado e ao primitivo, ao relevante e ao fútil, sobejam as mais diversas espécies de holopensenes.
O holopensene constitui o gênero de que a egrégora é espécie. Todas as egrégoras são holopensenes. Todavia, nem todos os holopensene são egrégoras.
O vocábulo egrégora, a propósito, vem do grego egregorien (= "velar" ou "cuidar"). Apenas são egrégoras os holopensenes elevadíssimos, consolidados ao longo de séculos e milênios de sadia exteriorização de bioenergias, feita por muitos espíritos, desencarnados e encarnados, terrestres e até extraterrestres. Correspondem a bolhas de bioenergias gravitantes na aura do Planeta, a vibrarem em dada sintonia, invocáveis por meio de mantras, yantras ou simples pensamentos positivos, ressonantes a partir de uma vontade determinada.
Em suma, tão-somente o holopensene de altíssimo valor espiritual e cosmoético, sedimentado no transcurso de milênios e séculos, ajusta-se ao figuro de uma egrégora. Daí porque não existe "egrégora negativa" (expressão tão errada quanto "subir para baixo" ou "descer para cima"), nem "egrégora fugaz" (um holopensene fugaz pode ser até positivo, mas nunca será egrégora, porque não possui pensamentos, sentimentos e energias já consolidados – caso contrário, não seria fugaz, isto é, efêmero).
A antítese da egrégora (holopensene positivo consolidado) pode ser denominada, para fins didáticos, de negrégora (holopensene negativo consolidado) – neologismo que propomos na ausência de outra designação conhecida. (Negro no sentido de sombrio ou trevoso. Sem conotação étnica ou racial.)
Quanto ao estágio de consolidação das bioenergias, podemos definir três níveis de graduação: (1) holopensene fugaz; (2)
holopensene semiconsolidado; (3) holopensene consolidado.
Nessa perspectiva, o sinal "mais" (+) se direciona à egrégora e o de "menos" (-) aponta para a negrégora, de acordo com a seguinte simbologia-neologismo:
H = holopensene (gênero).
H+1 = holopensene positivo fugaz. Exemplo: duas amigas se encontram por acaso e desejam o bem a uma terceira amiga, ora ausente.
H+2 = holopensene positivo semiconsolidado. Exemplo: holopensene das primeiras comunidades cristãs do Império Romano.
H+3 = holopensene positivo consolidado = egrégora. Exemplo: holopensenes do pentagrama, de Krishna, de Jesus e de Buda.

H-1 = holopensene negativo fugaz. Exemplo: duas amigas se encontram por acaso e desejam o mal a uma desafeta, ora ausente.
H-2 = holopensene negativo semiconsolidado. Exemplo: grupo de amigos há décadas se reúne em bares, ocasiões em que costumam falar mal de familiares e colegas de trabalho e profissão.
H-3 = holopensene negativo consolidado = negrégora. Exemplo: holopensenes há milênios ou séculos associados à magia negra, à
violência e à criminalidade.

3 O PENTAGRAMA – SENHA PARA UMA EGRÉGORA

A magia evoca e emprega energias intangíveis para obter efeitos tangíveis.
Símbolo comum em práticas e rituais de magia, o pentagrama (estrela de cinco pontas) pode ser utilizado de forma positiva (de cabeça para cima), a evocar uma egrégora (holopensene positivo consolidado), ou pode ser utilizado de forma negativa (de cabeça para baixo), a evocar uma negrégora (holopensene negativo consolidado).
Na China Antiga, considerava-se sagrado o número cinco, simbolizado pela flor de cinco pétalas. O pentagrama (estrela de cinco pontas) expressa graficamente importantes princípios inerentes ao número cinco. Esteve presente nas culturas hebraica e egípcia da antigüidade.
Como o pentagrama pode ser criado por uma linha fechada entrelaçada, aos pitagóricos a estrela de cinco pontas dizia respeito à harmonia entre o corpo e a alma – à saúde plena, personificada no Anthropos teleios, o ser espiritual ideal.
Chave ou senha para uma egrégora, o pentagrama positivo (não-invertido) representa o ser humano bem-plantado sobre seus pés, o qual trabalha com suas mãos e se orienta pela cabeça bem-colocada – na conduta de tal indíviduo, a inteligência, o discernimento e a lucidez (chacras superiores) prevalecem sobre os instintos primitivos (chacras inferiores).

4 A EFICÁCIA DOS RITUAIS

No universo, em essência, existem duas substâncias: a consciência (causa primária, vontade ou intenção) e a energia (conseqüência, efeito ou reação). Os holopensenes são fontes de energia (no caso das egrégoras, energias positivas, emanadas de fonte perenes e abundantes).
O ritual e o símbolo de que a magia lança mão consubstanciam tão-só senhas a viabilizarem o acesso a uma energia, negativa ou positiva.
Não basta ter acesso à "ferramenta". É preciso saber manipulá-la.
Não basta fazer um ritual, copiá-lo ou imitá-lo. Indispensável saber evocar o holopensene a partir da mente e criar a sintonia. Se bastasse fazer um ritual, quaisquer locais onde se acendesse um incenso, se colocasse uma cruz ou se pichasse um pentagrama estariam protegidos de maus espíritos. Não é o caso.
Há muitas variáveis, a depender de quem, como, por que e para que realiza tais práticas.
A eficácia dos rituais de magia (branca ou negra) variam de acordo com a capacidade e a competência bioenergética do praticante e de seu potencial de vontade, bem como dos karmas positivos e negativos de si próprio (agente) e do receptor. Em outras palavras, a eficácia da magia decorre da condição consciencial de ambos, agente e receptor, seus méritos e deméritos, semeados nesta e em outras caminhadas evolutivas.
Na magia negra, existe o assédio (manipulação de energias negativas, baseadas em intenções anticosmoéticas). Na magia branca, existe o amparo (manipulação de energias positivas, baseadas em intenções cosmoéticas).
Seus inimigos desencarnados se agregam aos seus inimigos encarnados.
Apóiam-se mutuamente. Uma conseqüência da lei dos semelhantes. Afins atraem afins, mesmo sem terem consciência disso.
Os rituais são secundários. Em primeiro plano está a conduta do indivíduo, sobretudo a estatura moral de seus pensamentos, sentimentos e energias conscienciais.

CONCLUSÃO

1 Holopensene é todo conjunto de pensamentos, sentimentos e energias.
2 Quando consolidado ao longo de milênios e décadas, o holopensene pode ser uma egrégora (se positivo) ou negrégora (se negativo). Entre as egrégoras se encontra o holopensene do pentagrama (estrela de cinco pontas), até hoje típico em rituais de magia.
3 A magia evoca e emprega energias intangíveis a fim de obter efeitos tangíveis. Para tanto, emprega como ferramentas os rituais e os símbolos, direcionados a viabilizar o acesso a holopensenes positivos (magia branca) ou negativos (magia negra).
4 A eficácia da magia (branca ou negra) depende da condição consciencial do agente e do receptor.
5 A condição consciencial resulta da síntese (saldo positivo ou negativo) entre as virtudes e as deficiências e os karmas positivos e negativos de cada espírito, encarnado ou desencarnado.

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Orai e Bioenergizai

Dalton Campos Roque

http://www.consciencial.org

O velho "orai e vigiai" continua atual e é imprescindível. Mas quem sabe orar de fato? E além do mais, basta orar e está tudo resolvido?
Claro que não! Se para evoluirmos bastasse orar, seria muito fácil e os beatos-rezadores de plantão não teriam problemas e estariam muito na frente sob o ponto de vista espiritual – evolução consciencial.

As orações são válidas quando criam sintonia elevada, ou seja, quando são sinceras e não proferidas mecanicamente, mas de intenção do coração. Não adianta tentar comprar o céu. O que vale: rezar quatrocentas Ave Marias ou refletir alguns minutos com sinceridade numa sintonia superior? O mesmo raciocínio vale também para os mantras.

A intenção boa do ignorante é mais sábia que a mecânica espiritual do culto. A humildade do inculto é mais elevada espiritualmente que a vaidade do intelectual. Espiritualidade não é religião e conhecimento não é sabedoria.

O mal existe e não dorme. Não dorme a fim de desenvolver técnicas de ataque e destruição às propostas e obras de bem. Portanto, não basta orar e vigiar, é preciso orar e "bioenergizar" também. É necessário largar a preguiça mental e começar a mobilizar as energias. É preciso maturidade e largar o desejo leviano de querer aprender a ver aura ou ser clarividente – quem acredita com vai conseguir isso fazendo um curso ou lendo um livro, está muito enganado.

É um desejo ingênuo acreditar nessas fórmulas mágicas, enquanto o indivíduo não se meche para mobilizar as próprias energias. Mobilizando as energias, aí, sim, vai despertar suas projeções conscientes, sua mediunidade e seus talentos parapsíquicos, incluindo a kundalini no seu devido tempo e adequação pessoal.

Mas quem faz isso? Orar ainda é fácil, mas trabalhar as bioenergias exige mais esforço e vontade. Deveríamos trabalhar as energias ao levantar, antes de sair de casa e antes de dormir, no mínimo. No ambiente de trabalho, nem se fala! As práticas no sossego do lar, no grupo de estudos e entre amigos são fáceis e onde são menos necessárias devido à harmonia local. Onde as condições são mais ásperas, elas são muito mais necessárias. Empresas, abram os olhos!

Passamos horas tomando banho, preparando e vestindo a roupa, passando cremes, perfume, desodorante, escovando os dentes, mas não paramos dez minutos para trabalhar as energias e vestir uma aura de proteção e ainda nos denominamos espiritualistas, espíritas ou outras denominações congêneres.

Quando você faz sua prática bioenergética antes de sair de casa, seu dia transcorre melhor. Você se cansa menos, se aborrece menos e, no fim do dia, está mais disposto. É claro que ficará cansado, conforme o desgaste energético (físico e mental), que demanda seu trabalho em particular. Mas efetuandas as práticas, você evita de ser vampirizado e também as cunhas mentais que incitam irritabilidade, desânimo e depressão. Com as práticas você melhora o brilho e dimensão de sua aura e a transforma em escudo de luz. Com a prática rotineira dos exercícios bioenergéticos, elas vão ficando mais fáceis, fluentes e naturais. Há práticas complexas e práticas simples. Prefira as simples para iniciar. Algumas pessoas possuem dificuldade de visualização e todas as práticas iniciam através da visualização. Quando o indivíduo fica mais seguro e começa a sentir as bioenergias ele pode dispensar a visualização.

Como dica para quem tem dificuldade de visualizar é utilizar imagens e memorizá-las aos poucos. Se a prática envolve tal chacra com tal cor, uma imagem respectiva ajuda muito. Se, por exemplo, envolve uma cachoeira, uma foto ou um desenho da mesma auxiliará. Use as muletas temporárias para dinamizar sua evolução consciencial sem ser escravizado por elas. Há dois tipos de misticismos: o medo e pavor das muletas e a dependência excessivamente mística em relação às mesmas.

As práticas bioenergéticas, quando efetuadas como rotina e disciplina, impedem obsessores de acoplarem em nossas auras, tratam e assistem os que já estão acoplados, ajudam a limpar o ambiente e as pessoas nele presentes, podem descolar possíveis ovóides, chips trevosos, cunhas mentais espúrias e formas pensamentos negativas.

As práticas podem ser efetuadas por pessoas positivas ou negativas, com intenções diversas e seu efeito é potencializado quando há uma sintonia elevada e a ajuda de amigo espiritual (amparador extrafísico). Um técnico de coração frio, ao efetuar uma prática bioenergética, terá um efeito "X", empírico e subjetivo, mas afirmo com toda subjetividade nesta hipótese, que o mesmo indivíduo, ao realizar a mesma técnica – dessa vez, com o coração aberto, sem arrogância, egoísmo e em sintonia elevada –, dinamizará tal prática bioenergética mais de dez vezes.

Aos praticantes com perfil mais técnico, aconselho práticas focadas no chacra cardíaco e aos mais emotivos e afetivos, as focadas nos chacras da cabeça. Insisto: em qualquer condição, deve-se efetuar práticas com todos os sete chacras principais, focando-se nos mais necessários dentro de cada caso.

O velho "orai e vigiai" continua atual, pode e deve ser praticado.
Porém, em condição de sintonia elevada e, de preferência, antes da prática bioenergética, a fim de facilitar a elevação do padrão de sintonia mental.

Portanto, irmãos, orai e bioenergizai. Boas práticas!
Veja práticas gratuitas em áudio-visual em:
www.angelfire.com/planet/consciencial ou www.consciencial.org
(menu "bioenergias"; "autodefesa" e "mantras").

Curitiba, 26 de setembro de 2007.
Dalton Campos Roque

 

Fonte: - www.consciencial.org

 

 


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* lembrete - obras psicografadas entram pelo nome do autor espiritual