Espiritualidade e Sociedade



Luiz Carlos Formiga


>    A Ciência do espírito
 
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"Alguns cientistas até que gostariam de, no laboratório, pegar um espírito na ponta de uma pinça ou observá-lo num microscópio com contraste de fase".


Os espíritos são as almas dos homens que já deixaram a Terra, por isso lidamos com mentes caprichosas, que não estão à nossa disposição na hora que melhor nos convier. No entanto, pesquisadores que se submeteram à observação criteriosa, disciplinada e principalmente sem intenções subalternas, ficaram diante de fenômenos inusitados. Fatos que se repetiram tantas vezes quantas foram necessárias para recolher dados estatísticos ao máximo.

O observador comanda as pesquisas físico-químicas até onde as energias podem ser controladas. No campo das ciências sócio-morais o cientista recolhe dados. Estão na mesma classe a Psicologia, a História, o Direito, a Sociologia... O objeto dessas Ciências é o animal racional, o socius, a criatura divina, no uso do livre-arbítrio.

A pesquisa científica é apoiada na experimentação ou na analogia em outras duas classes de Ciências. Mas nas ciências sócio-morais a pesquisa usa a da Estatística. O objeto é passivo naquelas duas primeiras. Nesta, o observador deve ser passivo. Deve aguardar que o fato ocorra para observá-lo. E analisar, no tempo e no espaço, a reincidência dos fenômenos.

Na Ciência da mediunidade há dois socius: o encarnado e o desencarnado, agindo e reagindo, racionalmente.

O médium e o espírito se interpenetram para o efeito da ação conjunta. Na Psicologia a análise exige, então, o máximo de cuidados, pois a minúcia esquecida, talvez seja a principal causa do fenômeno mais importante.

É provável que, por isso, os espíritos que recentemente encantaram o doutor Weiss, B.L., em “Muitas vidas, muitos mestres”, tenham trazido repetições nas regressões de memória de Catherine. Weiss não tinha nenhuma crença prévia na possibilidade de se viver várias vidas e muito menos de se poder recordá-las, no entanto, o médico, descreve com muita propriedade como vai sendo afetado e modificado no processo do tratamento de sua paciente.

Weiss é Psiquiatra do Mount Sinai Medical Center em Miami Beach, Flórida e professor no Departamento de Psiquiatria da Escola de Medicina da Universidade de Miami. Diz ele: “durante muitos anos de estudo disciplinado, fui treinado para pensar como cientista e médico, moldando-me aos estreitos caminhos do conservadorismo na minha profissão. Desconfiava de tudo que não se pudesse provar por métodos científicos tradicionais (...) então encontrei Catherine(...)”.

Hoje, doutor Weiss não tem dúvida de que os terapeutas devem ter a mente aberta.
Disse certa vez o doutor Bezerra de Menezes: “Um espírito claro e aberto para a apreensão da ciência é um supremo bem que Deus confia a certos homens afim de que eles o empreguem em favor dos mais pobres e humildes.”

Afirma Weiss, o professor de psiquiatria, que “é só a relutância em contar ocorrências mediúnicas que as faz parecerem tão raras”. Ele relata que “O respeitado diretor de um importante departamento clínico de seu hospital é um homem admirado internacionalmente por sua capacidade. Ele fala com o pai falecido, que várias vezes o protegeu de sérios perigos. Outro professor tem sonhos que lhe fornecem as pistas ou soluções para suas complexas pesquisas. Outro conhecido médico quase sempre sabe quem o chama ao telefone, antes de atender. A esposa de um psiquiatra de uma universidade do Meio-Oeste tem o título de Ph.D em Psicologia. Ela nunca disse a ninguém que, na primeira vez em que visitou Roma, andou pela cidade como se tivesse um mapa impresso na memória. Sabia infalivelmente o que encontraria, ao dobrar a esquina. Embora nunca tivesse ido à Itália e não soubesse a língua, os italianos repetidamente se lhe dirigiam em italiano, confundindo-a com um nativo.

Conclui Weiss:

“Eu compreendia por que esses profissionais altamente qualificados se mantinham de boca fechada. Agora, eu era um deles. Não podíamos negar nossas próprias experiências e sentidos. Mas nossa ciência era diametralmente oposta às informações, experiências e crenças que tínhamos acumulado. Por isso ficávamos calados”.

Os comentários acima foram retirados do livro “Dores, valores, tabus e preconceitos” (Rio de Janeiro: CELD Editora), que tem origem no Núcleo Espírita na Universidade (NEU-Fundão). Com o título “Educação, Universidade e espiritualidade”, foi republicado em Tendências do Trabalho, (Editora Tama), 309: 2-3, 2000. No entanto, também Djalma Argolo escreveu em Visão Espírita 2 (19): 8-10, 2000 artigo que recebeu o nome “Apontamentos em torno da metodologia de pesquisas no âmbito do Espiritismo”. O texto completo, gentilmente enviado pelo autor e a pedido do NEU-RJ, segue abaixo na íntegra.

“Em termos epistemológicos o Espiritismo é um saber novo, ainda não totalmente definido em suas dimensões e conseqüências socioculturais. Allan Kardec o disse ‘uma ciência’ e ‘uma filosofia científica’ com resultantes morais decorrentes. Os três primeiros volumes das Obras Básicas, ‘O Livros dos Espíritos’, ‘O Livro dos Médiuns’ e ‘O Evangelho Segundo o Espiritismo’, representam, respectivamente, uma visão filosófica, uma metodologia experimental e um compêndio de regras comportamentais, estabelecido a partir de premissas reafirmadas por Jesus. Daí se inferiu - segundo alguns foi o escritor e jurista espírita, baiano, Carlos Imbassahy -, que existem três aspectos: científico, filosófico e religioso. Em sendo assim, naturalmente o ilustre e culto causídico não deve ter pensado em três áreas independentes, como alguns têm feito. É claro que não pode haver uma tríade diversificada de espiritistas: O cientista, o filosófico e o religioso – no que concerne à aceitação do Espiritismo como uma ‘visão de mundo’ -, pois seria uma fragmentação arbitrária e castradora do saber espírita, absolutamente contrária ao pensamento e ação de Kardec, o qual entendia o Espiritismo com um conhecimento estruturalmente único. Sua divisão dos profitentes em ‘espíritas verdadeiros’ e ‘espíritas imperfeitos’, é a plena evidência do que acabei de afirmar.

Imagine-se um universo doutrinário onde se formassem os três grupos mencionados. O cientista se acharia à distância dos outros seguimentos e, claro, só poderia ser classificado como ‘espírita imperfeito’, da mesma forma o filosófico e o religioso que apenas se ativessem às áreas escolhidas de atuação. Isto porquê o saber espírita é uno e indivisível, sem predominância de qualquer dos três aspectos de modo absoluto. Podem existir ‘momentos de ação’, quando se atue dentro de uma ‘cientificidade espírita’ ou se interprete os fenômenos existenciais duma perspectiva filosófica espírita. Mas o comportamento ético, decorrente do conjunto doutrinário, esse é um atributo necessário a todos os ‘momentos’ e instâncias do exercício da ‘práxis’ espiritista, porquê exigência vivencial, imprescindível. A insistência nas denominações: Espiritismo Científico, Espiritismo Filosófico e Espiritismo Religioso, é um convite à segmentação e ao conflito, como notório no atual panorama do movimento.

O Espírita, volto a insistir, quando experimenta, de forma metodológica ou empírica, numa reunião ou diante de um fenômeno mediúnico, põe em ação o aspecto científico da Doutrina, mas não afasta os outros dois, porque, ao realizar as deduções e projeções do que foi observado estará filosofando e, ao manter a harmonia interior e a postura ética, enquanto experimentando, estará exercendo a conseqüência moral espírita.

Pelo exposto, já temos as linhas gerais de uma metodologia experimental espírita. De modo geral, a pesquisa experimental em Espiritismo exige uma série de procedimentos, tanto prévios, quanto concomitantes e posteriores, como em qualquer área das ciências estabelecidas.

Antes de pesquisar, o experimentador já escolheu o objeto a ser pesquisado. Por exemplo: a) comprovar a existência, ou não, da faculdade mediúnica (casos específicos de Richet e Crookes), b) confirmar ou não, que os fenômenos são provocados por agentes incorpóreos (caso, entre outros, de Ernesto Bozzano e Camille Flammarion) como provar ou não a existência de uma percepção além da sensorial comum (caso de Rhine) etc. Sem objeto claramente definido não pode haver pesquisa conclusiva. Ao realizar suas observações na casa da família Baudin, Allan Kardec estabeleceu como seu objeto o mundo espiritual - enquanto ‘lócus’ de vivência do Espírito desencarnado -, e sua interação dialética com o mundo material. Objeto extremamente ambicioso, pela amplitude. O resultado foi ‘O Livro dos Espíritos’. Ou seja, uma filosofia espiritualista decorrente de um procedimento científico de observação controlada de fatos e análise do material dele derivado.

Qualquer que seja o objeto escolhido, o método a ser aplicado deve ser coerente, lógico e sistemático, capaz de conduzir a resultados válidos.

Como ponto fundamental, o pesquisador deve ter claro, em sua mente, que ele será um dos elementos essenciais da pesquisa. Não haverá condições para uma neutralidade axiológica absoluta, como nas ditas ciências exatas. Pesquisador e objeto estarão indissoluvelmente comprometidos um com o outro, a nível energético. A começar pelo relacionamento psicológico e magnético com o médium, o qual poderá facilitar ou obstacular o bom andamento das experiências. Se observador e medianeiro nutrem antipatias, restrições ou hostilidade um para com o outro, a experimentação estará fadada ao insucesso ou a resultados inconclusivos. Educação, respeito e gentileza não são incompatíveis com o rigor científico.

Como os fenômenos estão ligados ao psiquismo do médium, e se produzem por seu intermédio, se ele sofrer um desequilíbrio emocional ou se sentir ferido em sua dignidade, o êxito do tentame estará fatalmente comprometido.

Ao estabelecer os meios e as formas de controle, o pesquisador deverá fazê-lo de modo a evitar a fraude e o charlatanismo, mas levando em conta que o médium não é uma cobaia irracional, mas um ser humano que deve merecer o devido respeito. Hoje, mais do que em qualquer época passada, existem meios eletrônicos de controle, altamente sofisticados e capazes de detectar qualquer tentativa de burla. Um ambiente de experimentação, devidamente equipado com sensores, microcâmaras de televisão, visores de raios infravermelhos, células fotoelétricas e parafernálias semelhantes, permitem o acompanhamento rigoroso e o registro de tudo o que ocorrer no ambiente. Eletrodos aplicados ao corpo do sensitivo registram as oscilações elétricas nele ocorridas: pulsações, sudorese, pressão sangüínea, etc. Enfim, é possível uma rigorosa vigilância rigorosa e precisa do local das experiências e do médium, sem impor-lhe restrições humilhantes.

O experimentador deve ter em mente que, na pesquisa mediúnica, sempre se parte do fato para se chegar à teoria. Isto evitará que pretenda submeter o experimento a idéias e teorias pré-concebidas. Tal comportamento distorcerá, seguramente, os resultados. Como parte integrante dos fenômenos a ocorrer, o experimentador que mantenha uma idéia fixa quanto à corroboração de uma teoria a priori, interferirá no processo, adulterando a experimentação que, premida por sua influência mental, tenderá a corroborar-lhe o pensamento, e não refletirá sua própria realidade. Na física quântica dos nossos dias, existe a suspeita epistemológica de que muitos resultados não são os que deveriam ocorrer naturalmente, mas fruto da maneira tendenciosa como a pesquisa foi conduzida. Isto é, a mente do experimentador criou as condições para que aquele resultado acontecesse, se fossem seguidos pressupostos diferentes poderia ser diverso. Na pesquisa psíquica isto não é uma discussão acadêmica, mas um fato indiscutível: é absolutamente verdadeiro que a mente do experimentador tem o poder de interferir no desenvolvimento da pesquisa, impondo um resultado diverso do normal. O melhor, pois, é controlar, observar, registrar e, posteriormente, analisar, com isenção de ânimo, para chegar a conclusões o mais próximo possível da realidade. Um grande número de experiências proporcionará massa crítica necessária para se determinar leis e princípios do fato estudado. Este o procedimento adotado e preconizado por Allan Kardec.

Outro fator importante diz respeito à conduta moral do pesquisador. Nas ciências exatas o estado moral do cientista não tem a menor interferência no andamento da experiência. Ao estudar um determinado evento material, desde que seja respeitado o método requerido pelo estudo, um cientista canalha e outro de caráter ilibado chegarão às mesmas conclusões. No estudo dos fenômenos psíquicos o mesmo não ocorre. Ele exige postura ética. Não se pode, por exemplo, pretender chegar à verdade pelo uso da mentira, do engodo e da desonestidade. Nele não existe dicotomia entre a postura mental do observador e a manipulação do objeto observado. Muito ao contrário: o psiquismo do observador está intimamente relacionado como o objeto em análise, que é também psíquico, ou seja, da mesma natureza. Qualquer espírita sabe que o tipo de vibração que emitimos age no ambiente, para ele atraindo entidades do mesmo padrão. Um cientista espírita que idealize uma pesquisa eivada de falsidades, estando pois com má intenção, obterá fatalmente o que procura. Passará então a divulgar falhas do médium estudado, quando é ele também é culpado por elas. É um problema moral: semelhante atrai semelhante; um mentiroso atrairá a mentira.

Sobremodo importante será o clima propício durante o transcurso do evento experimental. É um outro fato, já consagrado pela experiência, que é necessário se criar um clima de serenidade, recolhimento e pensamentos nobres, para que funcione a lei de afinidade psíquica, atraindo para colaborar com as experiências entidades honestas e confiáveis. Uma atitude contrária a essas disposições abre caminho para a interferência de Espíritos mentirosos e galhofeiros, com naturais prejuízos.

Finalizando estes pensamentos em torno da experimentação espírita, digo apenas que o exposto, com muito mais propriedade e amplitude, está devidamente tratado em ‘O Livro dos Médiuns’, do primeiro pesquisador espírita realmente digno do nome: Allan Kardec. E o mais importante é que, desde a publicação dessa obra, até o momento atual, todos os estudos não espíritas realizados em torno das faculdades espirituais do ser humano têm corroborado toda a metodologia ali discriminada, sem superar ou desmentir qualquer dos seus princípios.

No capítulo ‘Para uma manhã de domingo’, do livro anteriormente referido, encontramos algumas premissas:

1. A experimentação é o método ideal de aquisição de conhecimentos positivos. Considera-se a experimentação uma observação provocada em condições controladas sob vários conjuntos de fatores.
2. Em ciência o fenômeno deve repetir-se tantas vezes quantas forem necessárias para a verificação do fato. Essa regra geral, no entanto, não é observada nas ciências sociais, nem muito menos podemos reproduzir à vontade os fenômenos astronômicos e meteorológicos.
3. Em ciência usa-se a expressão, até certo ponto estranha, 'os resultados sugerem que'. Porque o fornecimento de uma prova científica, de uma hipótese, esbarra num número apreciável de outras hipóteses, que também poderiam explicar o fato investigado. É necessário depurar variáveis para chegar-se à hipótese mais provável, aquela capaz de melhor explicar o fenômeno.
4. A ciência é feita com o uso autoconsciente de nossas faculdades mentais, mas o homem não possui uma medida absoluta da verdade, daí a sua relatividade. Assim a ciência é um conjunto de declarações ou afirmações que são assumidas como verdades sobre a realidade.

Os Postulados de Koch (observação ao microscópio, isolamento microbiano em cultura pura, reprodução da doença em modelo animal e reisolamento do mesmo microorganismo, a partir do animal doente) permitiram-lhe confiar nos seus resultados, uma vez que sua conclusão (etiologia bacteriana da tuberculose) era altamente provável e sua negação era altamente improvável. Estava demonstrada a micobacteriose.

Vamos recordar

Uma prova em termos científicos significa, portanto, o processo global através do qual nós concluímos que uma declaração é mais aceitável do que sua negação. Vale a pena ler “O extraordinário caso de Shanti” publicado no Reformador junho de 1958 e transcrito em novembro, p. 344-348, 1988. Com esse título a famosa revista italiana 'L'Europeo', em seus números de janeiro/fevereiro de 1958, publicou, ilustrada com inúmeras fotografias coloridas, uma longa reportagem do sueco Sture Lönnerstrand, sobre um caso comprovado de reencarnação ocorrido na Índia.

Examinem as hipóteses aventadas e que foram examinadas.

Sabemos que para a vida científica é necessária a presença de aptidão para a pesquisa. Por isso nos programas de pós-graduação (mestrado e doutorado) há rigor na seleção de candidatos, uma vez que o objetivo é a qualidade, o preparo de investigadores independentes em condições de utilizar a metodologia científica. No entanto, pode-se observar que após a realização dos cursos (créditos), na hora de iniciar o preparo da tese, muitos alunos ainda não perceberam que a pergunta é o mais importante.

Em Doutrina Espírita não podia ser diferente. Reparem as questões que foram feitas por Kardec no primeiro livro da codificação. Por que será que Kardec colocou aquela em primeiro lugar?

Posteriormente diversas questões foram feitas a Kardec pela banca examinadora, de críticos, incrédulos ou sacerdotes. Mesmo assim houve critério na escolha da ordem das respostas.

Finalizando, mas não encerrando, gostaríamos que os leitores examinassem o trabalho de Chibene, S.S. 1988. "A Excelência Metodológica do Espiritismo". Reformador, novembro, p. 328-333 e também no site do Grupo de Estudos Espíritas da Unicamp (http://www.geocities.com/Athens/Academy/8482/). Nele o autor analisa a metodologia de Kardec. Relembra que só podemos considerar como crítico sério aquele que tenha examinado e estudado o Espiritismo em profundidade, com a mesma paciência e a perseverança de um observador consciencioso; aquele a quem não se possa opor algum fato que lhe seja desconhecido, nenhum argumento de que já não tenha cogitado e cuja refutação seja apoiada por outros argumentos mais adequados. Este pesquisador deverá poder indicar, para os fatos investigados, causa mais lógica do que a que lhe apresenta o Espiritismo.

Tal crítico, mesmo hoje ainda está por aparecer

LUIZ CARLOS D. FORMIGA é professor universitário da UFRJ e UERJ, aposentado

 


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