Espiritualidade e Sociedade





Aíla Luzia Pinheiro de Andrade

>    À Maneira de Melquisedeque: o Messias segundo o Judaísmo e os desafios da Cristologia no contexto Neotestamentário e hoje

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Aíla Luzia Pinheiro de Andrade
>   À Maneira de Melquisedeque: o Messias segundo o Judaísmo e os desafios da Cristologia no contexto Neotestamentário e hoje

 

 

Tese apresentada ao Departamento de Teologia da Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia,
como requisição parcial à obtenção do título de Doutor em Teologia.
Área de concentração: Teologia Sistemática
Belo Horizonte
FAJE - Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia
Novembro de 2008

 

Resumo:

Partindo dos desafios atuais à fé cristã, procura-se voltar às raízes bíblico-judaicas do conceito “messias” para melhor compreender a experiência dos primeiros seguidores de Jesus. Inicialmente, abordam-se as diversas respostas da cristologia ao criticismo moderno, as quais culminaram numa ênfase à judaicidade de Jesus e na sedução do judaísmo nos tempos atuais. Posteriormente, as expectativas messiânicas judaicas, do período do Segundo Templo até o século I EC, são analisadas com o objetivo de se distinguir as concepções de messias no judaísmo e na experiência “cristã” nascente.

Finalmente, considera-se a convergência das expectativas messiânicas para um typos unificador sob o título de Melquisedeque. Seguindo o método da Carta aos Hebreus, deseja-se encontrar, nas fontes bíblico-judaicas, respostas aos atuais desafios da fé cristã.

 

INTRODUÇÃO

A preocupação fundamental desta tese é com os desafios e questões da época atual no que se refere à fé em Jesus de Nazaré, o Cristo1, mais especificamente sobre o conceito de messias. O leitor não encontrará neste trabalho nenhuma exegese bíblica, embora os principais textos bíblicos e
judaicos sejam considerados em sua escrita original. É, portanto, uma tese de Teologia Sistemática, porém com amplo uso da traditionsgeschichte de Melquisedeque.

Numa metáfrase do prólogo da obra lucana, se pode afirmar que muito já foi dito sobre o Jesus histórico desde o século I EC. Então, por que voltar a este tema na atualidade, se as reconstruções do “Jesus real” efetivadas pela exegese histórico-crítica parecem inadequadas? Por que embarcar em um
empenho tão laborioso, se os textos neotestamentários ainda são os mais apropriados para apresentar a vida terrestre de Jesus, mesmo que essa existência humana concreta seja agora inseparável da confissão de fé da comunidade?

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