Espiritualidade e Sociedade



Cristiano Evaristo da Rosa Alves

>   Poesia – Riqueza Literária em Chico Xavier

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Cristiano Evaristo da Rosa Alves
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Trabalho de conclusão de curso apresentado como parte das atividades para obtenção do título de licenciado,
do curso de Letras da Universidade Luterana do Brasil - Ulbra / Torres

 


Resumo:

Este trabalho procurou atender a cadeira de Estágio Curricular em Língua Portuguesa e Literatura IV.

Desenvolvemos uma análise apurada acerca da poesia em Francisco Cândido Xavier em comparação com Castro Alves e Olavo Bilac. Também escrevemos sobre a vida destes importantes nomes na Literatura brasileira.

Do livro de Chico Xavier estudado, Parnaso de Além-Túmulo, com 60 poemas na primeira edição, em 1932, nos dedicamos a três obras líricas.

A questão central desta análise é: Existe riqueza literária na poesia de Chico Xavier??



INTRODUÇÃO

O mundo pede uma nova ordem global. Os embates climáticos sugerem que o pensamento sistêmico ou ecológico permeie as relações. E nós, em nosso campo de ação, no campo das Letras, que temos feito para um mundo melhor? que tipo de texto temos reproduzido ao longo do último século? essa literatura serviu para melhorar a sociedade? ou ainda: que tipo de literatura temos alijado?

Não nos parece que estejamos em condições de enaltecer a erudição de nosso povo. Mas seria isso consequência da inaptidão dos brasileiros ao mundo dos livros? Ou o ensino da nossa língua, muitas vezes desprezada, é tabulado por uma elite intelectual dogmática – católica ou atéia – que respeitamos, mas que vive longe do pluralismo de ideias que nos constitui como brasileiros?

As causas são muitas e para responder parcialmente algumas dessas perguntas estudaremos poesias de Francisco Cândido Xavier, médium espírita, ao nosso entender, o mais profícuo autor da língua portuguesa, com mais de 400 volumes publicados. Mas qual o segredo de Chico Xavier? somente o fato de ele se comunicar com os espíritos o faria ser apreciado não só na Língua Portuguesa, mas em dezenas de idiomas? ou ainda somente a sua religião? Mas o que justificaria uma vendagem de 25 milhões de livros, sendo que não seria razoável que somente adeptos do Espiritismo tivessem comprado tantas obras?

Diante dessas questões resolvemos ver se há riqueza literária em Francisco Cândido Xavier que justifique tamanha tiragem. Como não é possível analisarmos toda sua obra e a análise poética é por demais específica, escolhemos, da obra Parnaso de Além-Túmulo, três poemas e empregaremos neles os conhecimentos que temos podido alcançar em nossa Faculdade de Letras.

Nas análises literárias das poesias de Olavo Bilac e Castro Alves seguiremos roteiros diferentes, os quais têm objetivos literários diametralmente opostos. Num, a forma e a beleza; noutro, a poesia como manifesto. Em ambos o Brasil: cívico em Bilac e crítico em Alves, o que influenciará, por conseguinte, a análise dos poemas de Francisco Cândido Xavier atribuídos aos dois autores.


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